Monte Tchota: comandante da 3.ª Região Militar admite falha de comunicação

2/05/2016 08:00 - Modificado em 2/05/2016 08:00

Cenfa-Monte-TchotaO comandante da 3.ª Região Militar, tenente-coronel Carlos Monteiro admitiu, em conferência de imprensa, que  houve “falhas na comunicação com o destacamento de Monte Tchota”. Veio confirmar o que este online divulgou em primeira mão que “pelo menos durante 24 horas não houve contacto com o exterior e o destacamento e que foram funcionários da Telecom que descobriram os primeiros cadáveres”.

Também veio dar razão as fontes deste jornal que consideram que “procedimentos básicos do regulamento militar foram violados”. Carlos Monteiro explica essa violação quando justifica “A partir do momento em que no dia 25 de abril o oficial de dia não conseguiu estabelecer a comunicação às 18:00, se calhar deveria ter insistido mais em tentar falar com o comandante do destacamento. Deixou para o dia seguinte”. Também revelou que os postos militares têm vários meios de comunicação disponíveis e que a iniciativa do contacto diário pode ser feita quer pelo comando, quer pelo posto.” Mas, a questão que se coloca é que porque não foi feito o contacto. E mais se as críticas que dizem que a falha de comunicação tem a ver com o abandono dos destacamentos, a eliminação do guarda operativo e a baixa operacionalidade das FA correspondem a verdade.

Apesar do comandante da 3.ª Região Militar, tenente-coronel Carlos Monteiro ser apontado como o primeiro responsável pela tragédia de Monte Tchota  devido as falhas verificadas,  visto que  está sob o seu  comando os postos militares de Santiago, incluindo Monte Tchota, disse que se mantém “sereno” e “tranquilo” no cargo à disposição do superior hierárquico.

  1. UVID IMPE

    OD k insisti pq FA t interessode ê na faze serviço da POLICIA NACIONAL ex: intromissão na serviço da PN no processo de LANCHA VOADORA!!!Rua pa bsot tudo sem djobi pa lado…

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.