É muito justo o motivo para ter medo de tudo isto – II Parte

7/04/2016 11:19 - Modificado em 7/04/2016 11:19
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confissão1- Lembro-me que quando eu me uni à Liú Évora da Silva, ex-membro da CRASDT, para fazermos planos de maldades contra o Naty, realmente, o meu principal objetivo, era o de matar o Naty e viajar logo depois para longe de Cabo Verde, em especial Angola (aonde o meu irmão é cônsul), Brasil (o país da minha idolatria, ou seja, que tenho adorado mais do que DEUS) e Holanda (porque as minhas tias, que são irmãs da minha mãe, minha madrinha e grande parte dos meus familiares mais próximos vivem ali), conforme os demónios que moram dentro de mim me tinham instruído através da minha mente para eu fazer, porque os demónios residentes em mim, com as suas persistentes e longas campanhas de conspiração contra o Naty, dirigidas a mim dia e noite e com grande intensidade, baseadas em raciocínios caluniosos, mentirosos e enganosos, invadiram e encheram a minha mente de pensamentos de ódio e de desprezo, e o meu corpo dos mesmos sentimentos e de boa disposição para praticá-los contra o Naty, a ponto de me convencerem, que se eu praticasse essas maldades injustas e cruéis contra o Naty, seria uma pessoa muito importante, respeitável e temida por todos, uma vez que o Naty é odiado pela maioria das pessoas da nossa sociedade e a sua presença na nossa sociedade é visivelmente indesejável, segundo os demónios em mim me convenceram a crer. Os demónios em mim me convenceram a crer ainda que, realmente, o Naty é um homem muito mau e malvado, que só me tinha dado atrasos na vida, e trazido terríveis angústias e sofrimentos para a minha vida, e que, por isso, eu deveria unir-me fiel e zelosamente a eles (os demónios que moram dentro de mim) e à Liú e aos demónios que residem dentro dela, para eliminarmos o Naty de sobre a face da terra, da forma mais cruel e camuflada que conhecemos e o mais urgente possível. E eu havia concordado conscientemente com eles em tudo isso, mesmo sabendo que o Naty não merecia isso, e que tudo o que os demónios em mim me disseram contra ele e que coloquei acima, eram mentiras e calúnias injustas e tolas.

2- Depois os demónios residentes em mim, esconderam os detalhes mais importantes desse nosso plano de matar o Naty e fugir para bem longe de Cabo Verde da minha mente, e me deram uma sensação de total paz interior, uma paz falsa, e me disseram em forma de pensamento que eu não tenho qualquer ódio contra o Naty nem planos de matá-lo e nem qualquer outro plano de mal contra ele, mas que o meu objectivo era apenas de investigar o pecado que o Naty havia cometido (ou seja, que os demónios em mim me tinham iludido que o Naty tinha cometido e que eu concordei com eles baseado nos seus ditos ilusórios), para provar a Igreja que o Naty estava em pecados graves e conscientes, que, segundo esses demónios, eu tinha visto com os meus próprios olhos, e tinha provas e testemunha fiel, franca e corajosa para confirmar isso à Igreja, testemunha essa que era a Liú, que eu sabia muito bem, que ela também carrega no seu interior uma profunda simpatia, amor, confiança e boa disposição no relacionamento com os demónios que residem dentro dela e na submissão e associação a esses mesmos Espíritos Malignos e mentirosos, nos seus planos de conspiração injusta e cruel contra o Naty. E eu sabia também, muito bem, que ela (a Liú) armazena no seu interior, de forma consciente e decidida, terríveis sentimentos de inveja e ódio do Naty por causa da vivência santa e passiva que ele leva no meio de nós, segundo ela mesma compartilhou comigo, mas mesmo assim, em concórdia consciente com os demónios residentes em mim, depositei uma grande confiança nela, durante muito tempo, e ainda me associei a ela para fazer terríveis maldades contra o meu próprio marido, injustamente, sabendo eu ainda claramente que o objectivo dela e dos demónios que moram dentro dela, assim como o meu e dos demónios que moram dentro de mim era o de levar o Naty a desviar-se do caminho de DEUS para que o Espírito Santo de DEUS o abandonasse e o entregasse aos demónios, a fim de que os demónios o colocassem em terríveis sofrimentos, e assim vingássemos dele, assim como ela mesma me revelou com a sua própria boca, culminando essa vingança com o assassinato do Naty, feito de forma oculta, para que depois viajássemos sem que fossemos descobertas, e caso não conseguíssemos isso ou esse nosso plano fosse descoberto antes que o executássemos, arranjaríamos uma forma, em acordo consciente com os demónios em nós, de suscitar uma terrível revolta da parte da Igreja e da sociedade em geral contra o Naty, e levá-lo ao desespero e ao suicídio, e assim silenciá-lo, para que nunca mais ouvíssemos o seu clamor contra os nossos pecados e os demónios que moram dentro de nós, os quais muito amamos. E para ocultar esse nosso plano aos olhos dos da Igreja, tanto eu como a Liú, em concórdia e pacto consciente com os demónios que residem em nós, decidimos dizer aos que nos viam em movimentações anormais dentro do cenáculo e que ficaram desconfiados dessa nossa movimentação, e que os demónios em nós nos disseram que poderiam informar ao Naty sobre essa nossa movimentação, mesmo crianças do nosso Orfanato, que estávamos numa investigação de pecados graves que o Naty estava a cometer conscientemente, a fim de apresentar provas à Igreja e exigir que o Naty pagasse pelos seus pecados tal como todos nós os outros temos de pagar.

Essa mesma desculpa mentirosa, os demónios em nós nos mandaram usar para enganar o Naty e toda a Igreja, depois que o Espírito de DEUS que ainda, no tempo actual, mora apenas dentro do Naty, revelou-nos que já sabia de todas as nossas tramoias para eliminar o Seu especial ungido desses últimos dias, o Naty, e amorosamente, pela boca do Naty e baseado nas Escrituras Sagradas, nos apelou ao arrependimento, mostrando-nos biblicamente os passos que deveríamos dar para que pudéssemos reconciliar com ELE e com o Seu especial servo desses últimos dias (Naty). E nós, tanto eu Delícia como a Liú Évora da Silva concordamos conscientemente com os demónios em nós e usamos essa mentira por muito tempo: a Liú até pouco antes dela abandonar a CRASDT, e eu até hoje, 29 de Dezembro de 2015, em que DEUS me mostrou claramente esse meu gravíssimo pecado na mente.

E durante todo esse tempo, desde que isso aconteceu, os demónios residentes em mim sempre me diziam que o Naty estava a mentir, quando ele disse que o plano que eu e a Liú havíamos feito em associação consciente com os Espíritos Maus residentes em nós (Eu e a Liú) era de matá-lo e depois fugir para fora de Cabo Verde, e sempre que os demónios em mim me diziam isso, eu concordava conscientemente com todos esses argumentos dos demónios residentes em mim apresentados acima contra o Naty, acreditando eu que, realmente, o Naty estava mentindo contra eu e a Liú nesta questão, mesmo sabendo eu claramente que tudo o que o Naty me dizia sobre este assunto era a mais pura verdade que eu, em combinação e pacto consciente com os demónios residentes em mim, mantinha escondida na minha mente. Essa mesma concórdia que eu fiz conscientemente com os demónios em mim, conforme relatei acima, a Liú Évora da Silva também fez conscientemente com os demónios que moram dentro dela, segundo ela mesmo me contou com os seus próprios lábios. E eu Delícia ainda, baseado nessa terrível concórdia, me revoltei terrivelmente com a decisão da Igreja de proteger a preciosa vida do Naty, afastando-me, e em especial a Liú, naquela altura, da convivência directa com o Naty, para que não o eliminássemos da face da terra cruelmente.

E os demónios residentes em mim, com todos esses seus argumentos tensos e enérgicos, dirigidos por eles a mim contra o Naty, deram-me o claro entender que, eles tinham por objetivo, levar-me a odiar e a enfurecer-me ainda mais contra o Naty a fim de que eu o matasse sem dó nem piedade, em associação e pacto consciente com eles e com a Liú e os demónios que moram dentro dela, simplesmente por causa da postura santa e passiva que ele (Naty) manifesta visivelmente no nosso meio e que tem levado esses Espíritos Malignos residentes em mim a manifestar constantemente na minha pessoa os seus desacordos, ódio e revolta contra o Naty. E eu, durante todo esse tempo, concordei conscientemente com eles em tudo o que coloquei acima, e mantive o meu interior, em associação e pacto consciente com eles (os demónios em mim), cheio de ódio e completamente enfurecido contra o Naty e o Espírito de DEUS que habita nele, com ardente desejo de matá-los e, em constante espreita e busca de grandes oportunidades para matar o Naty, com a intensão de assim matar também o Espírito de DEUS que reside nele, mas só não o matei fisicamente porque DEUS sempre interveio, dando-me forte sentimento de medo de ir ao inferno e de sofrer ali terrivelmente por matar o Naty imerecidamente. Carregava também dentro de mim uma terrível vontade de ver o Naty a pecar ou de achar algum pecado nele, e quando não o via com pecado, eu mesma manifestava algumas posturas de maus tratos ao Naty, oculto dos olhos das outras pessoas para provocá-lo a pecar, sem que eu seja vista por alguém, a fim de acusá-lo e matá-lo por esse motivo, como os demónios residentes em mim me instruíam constantemente para eu fazer, e muitas vezes, em algumas horas em que eu achava ser propício para matar o Naty de surpresa, surgia algumas urgências tanto da minha parte como da parte dele que me impediam de realizar crimes contra o Naty; e isso tem acontecido variadíssimas vezes.

E as posturas de paciência e passividade do Naty, no seu relacionamento comigo e com os outros, naquela altura, e a sua manifestação prática das santas e justas disciplinas Divinas em si próprio, para a construção e conservação do seu santo caráter e para sensibilizar e convencer tanto a mim como aos outros da CRASDT e não só, a se entregarem de corpo e alma à mesma obediência que ele, visível e prevalecentemente entre nós da CRASDT, levaram os demónios residentes em mim a ficarem cada vez mais enfurecidos, impacientes e ansiosos para matar o Naty, e a derramar com maior intensidade do que antes, estas suas ânsias e preocupações de causar sofrimentos, dores e morte cruel ao Naty, sobre a minha mente e o meu corpo, e a procurar sempre e desesperadamente, usar o meu próprio corpo para tal, e eu, livre e conscientemente, lhes tenho entregado várias vezes a minha mente e o meu corpo, a fim de que eles usassem a minha mente e o meu corpo para causar sofrimentos, dores e morte cruel ao Naty, mas, como já vos disse várias vezes através das minhas confissões, DEUS tem intervindo várias vezes, misteriosamente, na minha pessoa, impedindo os demónios residentes em mim de usar o meu corpo, mesmo com o meu consentimento, para matar o Naty, só que, sempre, depois da minha livre e consciente concórdias e pactos com os demónios residentes em mim, para causarmos sofrimentos, dores e morte cruel ao Naty, os demónios residentes em mim, escondiam na minha mente todos os detalhes dessas minhas terríveis e injustas concórdias e entrega do meu corpo a eles para que eles me usassem como quisessem para causar sofrimentos, dores e morte cruel ao Naty, e ainda ofuscavam na minha mente, as verdadeiras razões dessa pura e maldosa realidade que eu manifestava em plena consciência a favor deles e contra o Naty no meu interior, e desta maneira, eles deixavam a minha consciência, logo após as minhas concórdias e pactos malvados e injustos com eles para causarmos sofrimentos e morte cruel ao Naty, sem os dados verdadeiros e detalhados, acerca dos verdadeiros motivos das minhas concórdias e pactos com eles para causarmos sofrimentos, dores e morte cruel ao Naty, e assim, com a minha própria mente, e baseado no meu próprio juízo, não conseguia ver de forma nenhuma que, o verdadeiro motivo pelo qual eu e os demónios ainda residentes em mim, a Liu e os demónios residentes nela odiamos excessivamente o Naty, ansiamos e procurávamos zelosa e destemidamente (a todo custo) causá-lo dores terríveis e matá-lo cruelmente, é simplesmente porque ele é um fiel, Perseverante e zeloso praticante, defensor e promotor das santas e justas disciplinas Divinas.

Porque, quando os demónios em mim me deixavam sem os dados puros e detalhados do verdadeiro motivo pelo qual eu estava enfurecida e odienta contra DEUS, as Suas Santas e Puras doutrinas e contra o Naty, eu ficava sem como poder analisar depois, com calma, para refletir e ver de forma clara o verdadeiro motivo das minhas injustas maldades e crueldades em associação consciente com os demónios residentes em mim contra o Naty para o violentarmos psicológica e fisicamente, e neste meu triste e lamentável estado mental, por várias vezes o Naty tinha-se dirigido a mim, pacientemente, e com muita preocupação e tristeza, tentando convencer-me a considerar negativamente e abandonar este meu comportamento de estar confiante e tranquila no relacionamento com os juízos do meu próprio coração e em associação com os demónios residentes em mim nas suas maldades injustas contra DEUS e contra ele Naty, antes que fosse tarde de mais, porque, caso contrário, DEUS me castigaria severamente, como está escrito na Sua Santa e Infalível Palavra.

Mas, uma vez que os demónios residentes em mim, sempre, depois da minha concórdia e pacto consciente com eles para causarmos sofrimentos, dores e morte cruel ao Naty, invadiam a minha mente e o meu corpo com pensamentos e sentimentos de falsa paz e tranquilidade em relação às preocupações e reclamos do Naty quanto à minha situação e posturas más manifestadas para com as Verdades Bíblicas que eu bem conheço e para com ele Naty, e sendo que eu conscientemente concordava com esses pensamentos e sentimentos falsos arrumadas na minha pessoa, então, os demónios em mim logo conseguiam levar-me a ver e sentir que não havia nenhum mal em tudo isso que eu, eles em mim, a Liu e eles nela, andávamos a tramar secreta e cruelmente contra o Naty, colocando também no meu interior, sentimentos e pensamentos de grande convicção e crença de que eu, eles em mim, a Liu e eles nela estávamos certos em tudo o que nós estávamos a tramar secreta e cruelmente contra o Naty. E eu, baseado somente nesta falsa paz e certeza interior, que esses mesmos demónios residentes em mim colocavam na minha mente e no meu corpo com o fim de me capacitarem interiormente a matar o Naty a sangue frio e sem nenhuma perturbação na minha consciência, mesmo tendo eu recebido muitíssimas ajudas e avisos do próprio Naty, de toda maneira, o qual me alertava sempre e incansavelmente dessa sabedoria e tática dos demónios para aniquilar a sensibilidade e a consciência dos seres humanos e transformá-los em eternos criminosos de sangue frio, e me aconselhava a não fazer isso e a não confiar nem agir baseado nos meus próprios juízos, pois que são de influências diabólicas, e isso o Naty me alertava baseado nos seguintes Versos Bíblicos: Números 15:39, Jeremias 17:9, mesmo assim, eu confiava nos meus próprios juízos, tirava as minhas próprias conclusões e decidia a respeito de tudo o que os demónios residentes em mim me diziam sobre o Naty e me pediam para realizamos contra o Naty, segundo as pretensões dos próprios demónios e não segundo as Verdades Divinas que eu bem conheço e que são totalmente contrárias aos ditos e às pretensões dos demónios que se manifestavam em mim dia e noite, aprovando esses ditos e pretensões dos demónios em mim como sendo verdadeiras e justas, e reprovando, rejeitando e odiando as ditas Verdades Divinas como sendo mentirosas e injustas. Assim sendo, sempre que o Naty me revelava que eu estava associada injustamente com os demónios residentes em mim para o fazer sofrer e morrer, só por causa da sua obediência aos mandamentos de DEUS, eu me reagia, às vezes com escárnios, às vezes com fúrias, e às vezes com choros e reclamos de que ele Naty estava a caluniar-me e a perseguir-me, e o ameaçava que DEUS o castigaria por essa sua calúnia e perseguição à minha pessoa, e orava mesmo a DEUS para castigar o Naty e, vendo que DEUS, pelo contrário o abençoava cada vez mais, eu ficava com ódio de DEUS e “cobava” a DEUS, ou seja, dirigia-LHE palavras cruéis e injuriosas no meu interior, chamando-O de mau, injusto, cruel, mentiroso, parcial… e outros nomes horríveis.

E até havia momentos em que, eu conseguia ver claramente na minha mente que, eu mesma, estava em concórdias conscientes com os demónios em mim e determinada em apoiá-los, em todas as suas maldades contra o Naty, e que o Naty não merecia isso, e em apoiá-los também nas suas montagens da máscara que eu aparentava perante qualquer um, de que eu estava confusa, inocente e inofensiva em relação às claras afirmações reveladoras do Naty a respeito do meu interior, isto é, com a clara consciência de que eles os demónios em mim estavam montando essa máscara sobre a minha pessoa com a única intenção de confundir tanto o Naty como os outros de que eu não tinha nenhum mal no meu interior contra o Naty, nem pessoalmente, nem em associação consciente com os demónios residentes em mim e com outras pessoas e os demónios residentes neles, e que eu nem sequer tinha a consciência do que estava a passar por dentro de mim e por dentro de muito de nós da CRASDT contra ele Naty.

E como sempre, o Naty nunca me demonstrava preocupação e crença no que eu dizia e aparentava muitas vezes para ele, em associação consciente com os Espíritos Malignos residentes em mim, para confundi-lo a respeito do que eu realmente tinha e era por dentro, e me demonstrava claramente, que ele ainda me considerava inocente e sem capacidade para ver as Verdade que ele via a respeito do que realmente estava no interior de cada um de nós da CRASDT e do nosso futuro caso continuássemos unidos aos demónios residentes em nós, nas suas maldades contra DEUS e as Suas doutrinas e contra ele Naty.

E ainda mais, cheguei a dizer aos demónios residentes em mim, que realmente, eles estão certíssimos, ao dizer-me que o Naty era um mentiroso, e que ele estava mesmo a mentir todas as vezes em que me dizia que tínhamos (eu, os demónios residentes em mim, a Liu e os demónios residentes nela) esse plano de matá-lo e depois fugir para bem longe de Cabo Verde e insistia comigo para confessar esse pecado de forma franca a fim de limpar essa maldade da minha mente. Pelo que eu, em concórdia e pacto consciente com os demónios ainda residentes em mim, negava afincadamente e chorava, quando o Naty me dizia isso, mas era tudo fingimento que eu estava fazendo, em concórdia consciente com os demónios residentes em mim, tal como esses mesmos demónios me haviam instruído a fazer, sempre que o Naty me revelava os meus planos de maldades injustos elaborados por mim e os demónios em mim contra ele, os quais se encontram escondidos no meu coração, mas que só agora decidi revelar por meio dessas minhas confissões públicas. Mas esse comportamento de hipocrisia e fingimento afincado (pecado gravíssimo à vista de DEUS), o qual cometi várias vezes contra o Naty, os demónios em mim me instruíram a fazê-lo, com o objetivo de amolecer o coração do Naty, para que ele não mais manifestasse de forma franca, decisiva e irreversível contra os meus pensamentos, ideias, sentimentos, palavras e acções pecaminosas, e contra os demónios que moram dentro de mim, e assim ele se divorciasse do Espírito de DEUS que mora dentro dele, rompendo todo o seu relacionamento de amor e respeito para com o Espírito de DEUS que mora dentro dele, e me empossasse como o seu deus, e passasse a satisfazer e a obedecer a todas as minhas vontades e as dos demónios em mim, e eu conscientemente pactuei com os demónios em mim para levar esse plano em prática, de forma mais sofisticada ainda do que tinha sido usada pela Dalila contra o seu marido Sansão, e, tal como o Judas Iscariotes do tempo do SENHOR JESUS CRISTO, fiquei à espreita de oportunidades para que eu entregasse o Naty, o meu próprio marido que DEUS me deu a missão de ajudá-lo, nas mãos dos demónios que moram em mim para colocá-lo em terríveis sofrimentos e desespero assolador, e por fim destruí-lo, mas não consegui, porque o Naty sempre manteve-se atento em relação a mim, e por causa da sua total e incondicional entrega a DEUS, o Próprio DEUS o livrou vigorosamente desse maléfico plano meu e dos demónios em mim.

3- Ainda quando o Naty me tinha dito, que tal como a Liú, eu também tinha vontade para que ele estivesse realmente apóstata para que eu fosse viver no mundo como os mundanos vivem (de acordo com as minhas concupiscências), e que eu deveria ser franca como a Liú e confessar isso, e ele lidou várias vezes comigo para convencer-me a render e a confessar essa verdade, eu, em todas essas vezes, não me rendia, mas negava afincadamente, dizendo que eu, ao contrário da Liú não tinha vontade para que o Naty estivesse apostatado, mas na verdade eu tinha sim, e menti conscientemente todas as vezes que o Naty me tentava convencer de que eu também tinha esse pecado e que a Liú foi franca e confessou, e que eu deveria imitar a Liú e confessar também. Os demónios em mim me diziam que o Naty estava a mentir porque eu não tinha esse plano, e usavam lembranças com imagens que apresentavam cenas da minha reacção de discórdia para com eles (os demónios em mim) em alguns planos contra o Naty que me ofereceram e que eu não concordei, para justificar-me e me convencer que eu não tinha esse plano e que o Naty estava a mentir, e eu concordava conscientemente com os demónios em mim e negava afincadamente, chorando e brigando mesmo com o Naty, que ele estava a mentir, e que um dia DEUS traria tudo isso às claras e lhe castigaria por me levantar tais falsos testemunhos, e até mesmo odiei terrivelmente e dirigi palavras injuriosas contra DEUS, por não castigar o Naty por causa do falso testemunho que os demónios em mim me disseram que ele estava dando a respeito de mim e eu concordei conscientemente, e desejei desesperadamente que DEUS fosse um humano para que eu pudesse matá-lo cruelmente e assim me vingasse dele, tal como os demónios em mim queriam. Em tudo o que coloquei acima concordei conscientemente com os demónios que moram dentro de mim e o pratiquei por muito tempo desde o sucedido, até Dezembro de 2015. E ainda, depois que o Naty passou a elogiar-me publicamente pelo meu comportamento para com a Liú, os demónios passaram a confirmar-me tudo o que me disseram acima, dizendo-me se já vi que realmente o Naty estava a mentir e a botar-me verde para colher maduro, ou seja, a investigar-me despistadamente, quando me dizia que sabia que eu fiz o tal plano e que eu deveria confessá-lo urgentemente, só para ver se eu confirmaria e para que assim ele descobrisse se eu também tinha esse plano ou não, como alguns pais fazem para descobrir as desobediência dos filhos, e os policiais também para descobrir um criminoso, mas que ele (Naty) não sabia que eu tinha esse plano. E eu também concordei conscientemente com eles em tudo e disse que era verdade tudo isso que me disseram e que estavam certos em tudo o que me disseram e que coloquei acima.

4- Também, os demónios que moram dentro de mim me apelaram insistentemente que matasse o Naty e eu concordei conscientemente, mas por medo não o fiz, e graças a DEUS eu tinha ido para a casa dos meus pais na tarde daquele mesmo dia, porque senão cometeria crimes terríveis na noite daquele dia, uma vez que me sentia totalmente fora do controle, e foi por meio dessa viajem, é que DEUS me tinha impedido de cometer esses crimes, servindo-me assim essa viagem, de um instrumento para arrefecer-me um pouco dos terríveis sentimentos que sob o comando dos demónios em mim, eu carregava por dentro, e com os quais eu já estava consciente e totalmente concordada.

5- Mesmo quando a Liú me tinha perguntado se eu também não tinha essa vontade tal como ela, eu consciente e vendo claramente na minha mente que eu tinha essa vontade, concordei conscientemente com os demónios em mim, os quais me mandaram negar, e argumentar para convencer a Liú que eu não tinha essa vontade, apelando-a que lembrasse que eu sempre dizia para ela que eu estava com medo e não queria que estivéssemos certas nas nossas suspeitas contra o Naty, mas que preferiria que estivéssemos erradas porque seria muito mais fácil, e que eu me humilharia sem problemas algum, sofrendo todas as consequências, mas que se estivéssemos certas, já não haveria mais esperança para a salvação, e eu concordei conscientemente com os demónios que moram dentro de mim e disse a Liú que eu não tinha essa vontade e argumentei com ela para convencê-la de que eu não tinha a vontade para que o Naty estivesse apostatado a fim de eu ir viver a minha vida, tal como os demónios me aconselharam, dizendo-a que lembrasse que eu sempre dizia para ela que eu estava com medo e não queria que estivéssemos certas nas nossas suspeitas contra o Naty, mas que preferiria que estivéssemos erradas porque seria muito mais fácil, e que eu me humilharia sem problemas algum sofrendo todas as consequências, mas que se estivéssemos certas, já não haveria mais esperança para a salvação, o que era tudo mentira. Esse pecado o cometi várias vezes.

6- O pior é que quando o Naty me dizia que sou uma assassina e me apelava a arrepender-me e converte-me dos meus pecados, os demónios que moram dentro de mim me davam profunda revolta e ódio contra ele, e me diziam na mente, que o Naty estava a fazer-me uma acusação injusta e falsa e eu escutava os demónios que moram dentro de mim, atentamente e com muito interesse e boa vontade, concordava conscientemente com eles em tudo, lhes dava total razão em tudo, meditava por longos dias e por longas horas ao dia no que me diziam e nos sentimentos malditos que me davam contra o Naty, e em consciente união com eles, eu murmurava horrivelmente contra o Naty.

7- Os demónios que moram dentro de mim me aconselhavam, que eu deveria sempre ocultar das pessoas da Igreja esses meus maus sentimentos e planos de maldade contra o Naty, DEUS, e a própria Igreja, através da minha falsa aparência ou máscara de mulher activa e zelosa. E que também usasse essa aparência por vanglória, para que eu pudesse receber honras e glórias dos membros da Igreja, e estes me vissem como uma pessoa muito importante (imprescindível) no meio deles cuja ausência nas actividades sagradas lhes prejudicaria ou faria falta (a deusa da CRASDT). Eu escutava os demónios que moram dentro de mim, atentamente e com muito interesse e boa vontade, concordava conscientemente com eles em tudo, lhes dava total razão em tudo, meditava por longos dias e por longas horas ao dia no que me diziam e nos sentimentos que me davam no corpo, e fazia exactamente como me mandavam.

8 – Os demónios que moram dentro de mim, muitas vezes me mandavam manifestar tal aparência de falso Zelo, com o objectivo e a intenção de receber a adoração por parte da Igreja como se eu fosse DEUS, e no lugar de DEUS, e eu concordava conscientemente com eles e fazia exactamente como me mandavam, sabendo eu claramente que isso é pecado grave, e que DEUS disse que a Sua glória ELE não daria a ninguém (Isaías 42:8).

9 – Lembro-me de um dia, estando nós morados na casa de Nhô Pedro, em que o Naty me havia repreendido justamente por causa de um pecado grave que eu tinha cometido conscientemente, ou seja, que eu já tinha claro conhecimento Bíblico de que eu não deveria fazê-lo e como não fazê-lo, mas mesmo assim o fiz (só que agora não me lembro qual era especificamente o tal pecado), então, logo que o Naty me repreendeu, os demónios que moram dentro de mim me disseram na minha mente, e com fúria, que o pecado que eu havia cometido era muito insignificante para o Naty me repreender tão duramente como me repreendeu, e também me fizeram sentir no sentimento o que me tinham dito, e me disseram ainda que se fosse a Elsa, Vera ou Amândio que tinham cometido o tal pecado, ele (Naty) não os teria repreendido assim, porque eles lhe davam presentes e dinheiro. E eu, mesmo tendo a plena consciência de que o Naty agiu justamente para comigo, tal como a Bíblia Sagrada ordena, e que aquilo que os demónios que moram dentro de mim me tinham dito contra ele era autênticas mentiras, acusações falsas e infâmias, e que os sentimentos de ódio e revolta que me tinham dado contra ele eram injustos, mesmo assim concordei conscientemente com os demónios que moram em mim em tudo, tanto com as mentiras que me disseram como com os sentimentos injustos de ódio e revolta que me colocaram no corpo contra o Naty, e fiquei a murmurar contra ele na minha mente, repetindo confirmadamente tudo o que os demónios em mim me disseram contra o Naty e que coloquei acima, em união e concórdia consciente com os demónios que moram dentro de mim. Esse pecado cometi muitíssimas vezes.

10 – Mas o Naty, além de me repreender, também deixou de falar comigo por alguns dias, cumprindo assim Isaías 1:15, 59:2 e Oseias 5:15, então os demónios que moram dentro de mim me incitaram profundamente contra DEUS e Naty, dizendo-me que tal comportamento era desprezo, afronta e abuso, e me deram terrível sentimento de ódio contra eles e grande vontade de matar o Naty e de que DEUS também fosse um humano a fim de que eu pudesse matá-LO com violência e acabasse com ELE e com as Suas exigências, que segundo os demónios em mim e com a minha plena e consciente concórdia, eram cruéis e malditas. E eu, tendo a plena consciência de que nem DEUS nem o Naty mereciam aquilo que os demónios que moram dentro de mim me incitaram a manifestar contra eles, por causa de toda a bondade que me têm feito imerecidamente, ao longo de toda a minha existência, no caso de DEUS, e durante toda a minha estadia na CRASDT, no caso do Naty, mesmo assim, escutei os demónios que moram dentro de mim atenta e diligentemente, concordei conscientemente com eles em tudo, lhes dei total razão e meditei constantemente e por longos dias no que me disseram, e nos sentimentos que me deram, conforme detalhei acima. E esse pecado já o cometi muitas e muitas vezes, ou seja, sempre que DEUS, por intermédio do Seu profeta, Inácio Cunha, me falava algo contra, reprovava ou repreendia de alguma forma a minha concupiscência acariciada (pecados, ou seja, pensamentos, sentimentos, palavras e actos contrários à Lei de DEUS, que eu gosto de pensar, falar e praticar), ou sempre que, no Naty, ELE cumpria comigo os versículos de Isaías 1:15, 59:2, e Oseias 5:15 ou ainda fizesse algo que no momento eu não entendia o motivo.

Convido-vos que acompanhem a par e passos as autênticas Verdades das histórias sobre as andanças religiosas feitas por nós da CRASDT em relação ao Inácio Cunha, o homem mais odiado e mais caluniado que já apareceu na sociedade Cabo-verdiana de todos os tempos.

Não percam a terceira edição, porque há muito mais para saberem a meu respeito!

Assinatura

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/Délcia do Nascimento de Oliveira Delgado Cunha/

 

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