Gabinete de Reconstrução do Fogo afirma que brevemente estará resolvido o problema dos salários em atraso

7/04/2016 00:31 - Modificado em 7/04/2016 00:31
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EscudosEm reacção à notícia sobre o atraso de salários dos guardas dos donativos para os deslocados de Chã das Caldeiras, Alindo Brandão assume a dívida, mas esclarece que são dois e não três meses de salários em atraso e que o assunto foi analisado na reunião de Conselho Directivo do Gabinete devendo ser resolvido em breve.

Em declarações à RCV, o Coordenador do Gabinete de Reconstrução do Fogo diz que em finais de Fevereiro, o Gabinete assumiu o pagamento dos guardas, após o serviço de Protecção Civil ter manifestado falta de condições financeiras para continuar a fazê-lo.

Neste molde, procederam à elaboração do contrato de quatro guardas que foi remetido para a sede da instituição na capital do País. “Todos sabemos como é que se faz o desembolso de fundos no Tesouro Nacional. O Estado tem um controlador financeiro, então todo e qualquer contacto tem de estar em conformidade com a lei”, adiantou.

“E todos nós que somos funcionários públicos e recebemos qualquer coisa através do Tesouro sabemos que o primeiro salário tem dificuldades em sair”.

Em relação às férias, adianta que desde o mês de Janeiro que os guardas trabalham com uma nova entidade patronal, que antes era o Serviço Nacional de Protecção Civil, ou seja, três meses.

Para Brandão, esta é uma questão que deve ser analisada com muita prudência para ver o que se pode fazer neste sentido, para se saber se um contrato de três meses dá direito ao gozo de férias. “Ao assinar um documento, temos de ler para saber se de facto é possível”, aconselha.

Em relação ao facto de afirmarem que terá negado a recebê-los ou que nunca está presente no serviço, Brandão garante que esta afirmação é falsa, porque desde que esteja na cidade recebe qualquer pessoa e, muitas vezes, segundo conta, é abordado na rua. Sobre os guardas assegura que esteve pessoalmente por diversas vezes à procura dos guardas para fazê-los assinar os documentos.

“Sou Vereador da Câmara, estou na Câmara mas também recebo no meu Gabinete todas as pessoas que queiram falar comigo sobre a questão dos deslocados de Chã das Caldeiras”.

Mostra-se confiante na resolução do problema no mais breve espaço de tempo possível.

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