Polémica instalada no pagamento dos delegados de mesa nos EUA

7/04/2016 00:07 - Modificado em 7/04/2016 00:07
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dólarAs eleições legislativas do dia 20 Março nos Estados Unidos da América geram polémica entre os delgados de mesa que ameaçam devolver os cheques pagos pelo trabalho realizado nas mesas de voto. Como noticia a RCV, a polémica está instalada porque os delegados de mesa consideram que receberam menos do que o montante combinado. Para o cônsul-geral nos Estados Unidos da América não houve qualquer acordo prévio sobre o montante a ser pago aos delegados de mesa e estes afirmam que houve um acordo de pagamento de cem dólares pelo trabalho.

O cônsul adiantou à RCV que apenas três cheques já foram devolvidos.

Em entrevista à RCV, Paulo Almeida, Delegado da CNE, que esteve no cargo durante dez meses, mostrou o seu descontentamento. “As pessoas não estão contentes com os oitenta dólares porque se vermos bem, nos EUA, o salário mínimo são dez horas e todos trabalharam mais do que dez horas. Se nos formos gerir pela lei, vemos que não estamos errados”.

Os delegados de mesa têm o apoio do cabeça de lista da UCID, Júlio de Carvalho, neste aspecto. “Ontem, enviou pessoalmente uma nota para a DGAPE com conhecimento da CNE para resolverem esta questão porque trabalharam mais de 10 horas e fica muito aquém do que pagaram às pessoas aqui”.

A preocupação de Carvalho cresce quando estão para ser realizadas as eleições presidenciais e da sua leitura, “quem vai trabalhar durante doze horas para receber oitenta dólares? Ninguém vai, e isto pode ser um problema”.

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