Utentes reclamam da morosidade no atendimento do Banco de Urgência no HAN

5/04/2016 08:56 - Modificado em 5/04/2016 08:56
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hanOs utentes que utilizam os serviços do Hospital Agostinho Neto, na Cidade da Praia, dizem-se “desgastados” com a prestação dos serviços desta unidade hospitalar. Isto devido ao tempo de espera para serem atendidos no Banco de Urgência e da taxa cobrada pela prestação do serviço. Os utentes entrevistados acusam o HAN de “mau atendimento” e de morosidade em responder às dores dos doentes. Os entrevistados apelam por soluções ao novo Governo agora liderado por Ulisses Correia e Silva.

Os pacientes estão cada vez mais impacientes com o tempo de espera nos Bancos de Urgência em Cabo Verde. Uma situação que se tem repetido em todas as unidade hospitalares do País. No Hospital Agostinho Neto, na cidade da Praia, o cenário não é diferente parecendo ainda pior. Durante a reportagem, constatámos uma fila interminável de utentes que aguardavam para serem atendidos.

As “bichas” para serem atendidos nunca mais acabam, pacientes e acompanhantes ficam impacientes, pois consideram “intolerável” o tempo de espera para receberem cuidados médicos. Como se isso não bastasse, os utentes acusam os funcionários do Hospital Agostinho Neto de prestarem um “péssimo atendimento” aos doentes, familiares e acompanhantes.

Os pacientes e acompanhantes entrevistados pelo NN no Banco de Urgência do Hospital Agostinho Neto na cidade da Praia, na ilha de Santiago, acusam o Hospital de má prestação de serviço aos utentes e de exagero na morosidade no atendimento.

Apesar de reconhecerem a grande demanda do Hospital, os entrevistados não compreendem a razão da longa demora no atendimento. Os pacientes consideram como “intolerável e inadmissível” o tempo de espera para serem atendidos nesta unidade hospitalar. Para além disso, os entrevistados reclamaram da taxa cobrada pelo serviço.

Djina que se encontrava no Banco de Urgência acompanhando a tia já idosa afirmou categoricamente ao NN que não iria desembolsar 300 escudos referentes à taxa, porque deixaria falta no momento da compra de medicamentos.

Carla Gonçalves, é natural da ilha do Sal mas reside há vários anos na cidade da Praia e afirma estar “desgastada” com a prestação desse serviço e adianta que sempre que está mais à vontade em termos financeiros procura os serviços médicos particulares. Mas reconhece que nem todos têm essa possibilidade devido aos fracos recursos e à falta de emprego.

Quanto às diversas reclamações, os mesmos apelaram por soluções ao novo Governo liderado por Ulisses Correia e Silva e esperam que o novo Governo tenha capacidade para melhorar as condições.

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