Presidente da Câmara de Turismo expectante com o novo Governo

31/03/2016 08:00 - Modificado em 31/03/2016 08:11
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gualberto do rosarioGualberto do Rosário afirma que a Câmara de Turismo está preparada para o diálogo com o executivo visando as melhores soluções para o turismo de Cabo Verde.

Para Gualberto do Rosário são muitas as prioridades do novo Governo, mas destaca algumas que considera importantes como a questão da fiscalidade, que no entender do dirigente, é uma área que interessa, bem como a questão de criação de condições para que o País tenha um outro Doing Business “para não ficarmos na centésima vigésima, qualquer coisa posição em relação ao Doing Business, o que é muito mau para o desenvolvimento e investimento”.

Espera ainda do Governo um grande empenho no sentido de melhoria nos indicadores de boa governação que, na sua óptica, não têm sofrido evolução significativa nos últimos 15 anos.

“Estamos à espera disso porque é importante para dar segurança e tranquilidade ao investidor no sentido de criarmos um País com segurança turística, que é um domínio frágil do turismo cabo-verdiano”.

No entanto, esclarece que quando se fala de segurança turística não se refere à polícia, sendo que “obviamente esta é uma questão que tem um papel importante, mas há outros aspectos que irão envolver seguramente a polícia, a protecção civil, os municípios, os operadores privados, saúde para, de facto, termos segurança turística que é muito importante para nós”.

A expectativa é grande, mas não é exagerada realçando a necessidade de uma integração de todas as ilhas para que haja uma oferta variada que não seja só de sol, praia e mar, destacando ainda a importância dos transportes.

“Transportes para servir toda a gente, os operadores turísticos, neste caso como a Câmara de Turismo, as agências de viagens e os próprios turistas, sendo eles nacionais ou estrangeiros, mas também para facilitar o transporte de mercadorias que são consumidas na ilha do Sal que são produzidas em Cabo Verde, que a ilha importa do exterior porque não há condições de transporte para fazer chegar aqui produtos da horticultura, da fruticultura, da pecuária, etc.”

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