Na legalidade e na paz

28/08/2012 00:37 - Modificado em 28/08/2012 00:37
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Os responsáveis pela realização de um convívio semanal, na zona de Impena refutaram a denúncia dos moradores, de que a actividade estava a criar transtornos à comunidade. Os Veteranos da Ribeira Bote asseguram que o mau cheiro no local não provém do evento. E que a única perturbação teve a ver com nível de som, mas que foi rectificado depois de ouvirem as queixas dos residentes.

 

Os Veteranos da Ribeira Bote afirmam que a actividade realizada aos domingos, na zona de Impena cumpre os requisitos da legalidade. Os responsáveis da associação desportiva asseguram que possuem uma licença passada pela CMSV e com autorização da Polícia Nacional. Garantem que do evento participam pessoas idóneas, que se pautam pelo civismo.

De acordo com os responsáveis, o convívio não retirou o sossego aos moradores de Impena e garantem que a única perturbação, resultante foi o barulho provocado pela música. Sendo que na primeira semana, a actividade realizada no local até as duas da madrugada nada teve a ver com o grupo. Uma vez que a licença que possuem permite realizar o convívio das 15 horas às 23 horas.

Os Veteranos da Ribeira Bote afirmam que “não foram mais de 13 horas seguidas de música. A verdade é que o nível de som estava com um volume exagerado e com as queixas dos residentes foi rectificado. Isto, porque quem assegurava o seu controlo por vezes aumentava-o sem dar conta do barulho. Mas esta semana a propagação sonora foi controlada para evitar novas queixas”.

 

Oposição

Mas ainda, de acordo com os responsáveis do clube “em relação ao fumo de que reclamam foi criado por outras pessoas, numa actividade alheia a nossa. Nessa semana não realizamos o nosso habitual convívio, porque o grupo veio de um jogo de beneficência, então optaram por fazer uma grelhada ao ar livre e colocaram uma pessoa a grelhar com pouca experiência, da qual resultou uma fumarada que invadiu o interior das casas”.

Por outro lado discordam do cheiro desagradável, que os moradores reclamam existir no local. ”Consideramos ser um puro exagero das pessoas, porque recorremos a CMSV para adquirir dois urinóis, para evitar que os participantes fizessem as suas necessidades fisiológicas ao ar livre. Estes sempre foram recolhidos no dia seguinte a actividade, pelo que o mau cheiro de que as pessoas reclamam é alheio a nossa actividade”.

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