A CNE estranha a posição da UCID “imputando factos não verdadeiros”

17/03/2016 08:15 - Modificado em 17/03/2016 08:15
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cneA Comissão Nacional das Eleições – CNE, reagiu às acusações da UCID que, em conferência de imprensa, acusou a CNE de incumprimento da lei do Código Eleitoral agindo de forma tendenciosa, excluindo o partido de 86 mesas de voto na ilha de São Vicente, lesando e prejudicando o partido.  A Delegada da CNE em São Vicente, Júlia Reis, estranha a posição da UCID em imputar à Comissão factos não verdadeiros.

Júlia Reis, Delegada da CNE em São Vicente, considera infundadas as acusações da UCID, por isso, estranha as afirmações. A Delegada confirma ter recebido uma reclamação por parte da UCID realçando o incumprimento do código eleitoral em relação à composição das mesas. Nessa sequência, deliberou um encontro com os mandatários da UCID e do PAICV.

A mesma explica que a CNE analisou a composição das mesas e dos elementos apresentados pela UCID: “muitos não se encontravam recenseados e, por isso, não podiam fazer parte das mesas, enquanto que outros não foi possível contactar por telefone e outros ainda não aceitaram o cargo”.

Reis, esclarece que para além disso, foi lavrada uma acta, documento que mereceu o consenso dos mandatários, inclusive da UCID que, assinaram sem qualquer contestação.

Assim sendo, a Delegada refuta as acusações dizendo estranhar o facto que ao aceitar formalmente a composição das mesas das assembleias de voto, a UCID venha protestar nos termos que fez imputando à CNE factos que sabe muito bem não serem verdadeiros.

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