MpD contra acto de pré-selecção dos beneficiários de ‘Casa para Todos’

11/03/2016 07:30 - Modificado em 11/03/2016 07:30

casa para todosO IFH realiza hoje um acto de pré-selecção dos beneficiários do empreendimento “Casa para Todos” em São Vicente, Santo Antão e Santiago, acto que o MpD critica.

De acordo com o Vice-presidente do MpD, Luís Filipe Tavares, trata-se de um acto de condicionamento do eleitorado num período de campanha eleitoral, relembrando ainda que o seu partido tem constatado que de nada têm valido as sucessivas chamadas de atenção da CNE relativamente a comportamentos e serviços de empresas do Estado em tempo de campanha eleitoral. “Queremos recordar que o código eleitoral proíbe este tipo de acto de condicionamento manifesto do eleitor e que este comportamento é punível nos termos desta mesma lei”.

“Esta tentativa desesperada de manutenção do poder a todo o custo com utilização de meios ilegais e propagandísticos é uma afronta do Governo às instituições da República e à CNE”, afirma o número dois do MpD à RCV.

Para Luís Filipe Tavares, o Governo está a comportar-se acima das leis da República o que é intolerável e inadmissível num País de direito democrático. “Assim, o MpD exorta a CNE a utilizar todos os meios legais à sua disposição para fazer com que o IFH cumpra, nesta matéria, o código eleitoral”.

Acusa ainda o Governo de condicionar o voto dos beneficiários com telefonemas às suas residências dizendo que se o MpD ganhar as eleições não vão receber as casas, “o que é falso e o MpD afirma que as pessoas seleccionadas receberão as suas casas independentemente de quem votarem”.

Por seu lado, o PCA do IFH, Paulo Soares confirma para hoje, sexta-feira, o acto de pré-selecção dos beneficiários dos empreendimentos, assegurando que estão a seguir uma programação da empresa e a cumprir na íntegra uma agenda.

E nega as acusações de contacto a ameaçar as famílias.

  1. Silva

    O Vice-presidente Luis Filipe Tavares é que está mesmo na afronta! Senão vejamos: (1) A IFH é algum partido político? (2) A IFH – Imobiliária e Habitat, S.A., é um Ministério? (3) É Chefia do Governo? (4) Presidência da República? (5) Assembleia Nacional? Nada disso senhor VP afrontado. A IFH é uma sociedade anónima, cujo accionista maioritário é o Estado (!) de Cabo Verde, não qualquer órgão de soberania. Logo pode e deve continuar tranquilamente, a conduzir o seu Plano de Marketing, promovendo e disponibilizando às FAMÍLIAS CABO-VERDIANAS que ainda não dispõe de casa própria, de uma habitação digna e condigna, dentro dos parâmetros definidos ainda no ano de 2012, precisamente 1 ano após o Lançamento do Programa “CASA PARA TODOS”, como compromisso eleitoral do PAICV liderado então por José Maria Neves. Não foi promessa de campanha, não senhor, tal como não foi o compromisso de mobilização em massa de águas para a agricultura (7 Barragens já estão construídas e outros 5 estão em carteira). Não foi promessa de campanha, não senhor, como não foi o do resgate da credibilidade interna e externa do meu e seu país – Cabo Verde, que no final dos anos ’90 voltou à categoria de “País de viabilidade duvidosa”. É sim senhor, JMN e PAICV resgataram a esperança deste povo sofredor, mas sempre lutador e esperançoso. A venda da desgraça não passará Luis Filipe Tavares! Nunca mais !!!

  2. Silva

    O Vice-presidente Luis Filipe Tavares é que está mesmo na afronta! Senão vejamos: (1) A IFH é algum partido político? (2) A IFH – Imobiliária e Habitat, S.A., é um Ministério? (3) É Chefia do Governo? (4) Presidência da República? (5) Assembleia Nacional? Nada disso senhor VP afrontado. A IFH é uma sociedade anónima, cujo accionista maioritário é o Estado (!) de Cabo Verde, não qualquer órgão de soberania. Logo pode e deve continuar tranquilamente, a conduzir o seu Plano de Marketing, promovendo e disponibilizando às FAMÍLIAS CABO-VERDIANAS que ainda não dispõe de casa própria, de uma habitação digna e condigna, dentro dos parâmetros definidos ainda no ano de 2012, precisamente 1 ano após o Lançamento do Programa “CASA PARA TODOS”, como compromisso eleitoral do PAICV liderado então por José Maria Neves. Não foi promessa de campanha, não senhor, tal como não foi o compromisso de mobilização em massa de águas para a agricultura (7 Barragens já estão construídas e outros 5 estão em carteira). Não foi promessa de campanha, não senhor, como não foi o do resgate da credibilidade interna e externa do meu e seu país – Cabo Verde, que no final dos anos ’90 voltou à categoria de “País de viabilidade duvidosa”. É sim senhor, JMN e PAICV resgataram a esperança deste povo sofredor, mas sempre lutador e esperançoso. A venda da desgraça não passará Luis Filipe Tavares! Nunca mais !!!

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