João Gomes: ”MpD orgulha-se da década de noventa”

9/03/2016 14:38 - Modificado em 9/03/2016 14:38
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mpdO  MPD realizou , ontem ,  o  comício na  zona  Cruz-Espia.  João Gomes  o cabeça de lista do partido ventoinha em São Vicente centrou o seu discurso no trabalho realizado pelo MpD na década de noventa “ O MpD orgulha-se da década de noventa”

 Para Gomes, o seu  partido e Cabo Verde orgulham-se da década de noventa, porque foi a melhor de Cabo Verde. “MPD governou de 1991 à 2001, com 10 anos caracterizados  pela  seca e não ficou a dever nenhum salário aos funcionários do Estado. Entretanto de 2001 até agora houve apenas um ano e seca, e todos somos  testemunhas dos conflitos laborais , não pagamento  de salários , não devolução de impostos , congelamento de salários “ Conclui dizendo que “ O governo do PAICV não atrasa no pegamento dos salários. Mas não paga os impostos devidos , nem os reatroactivos acordados”

 O Vulcão do Fogo entrou em erupção  em 95 e 2014. Na governação do MPD foram  construída moradias para a população, hoje população desalojada continuam sem casas e  é desvalorizada pelo governo pese todas as ajudas que recebeu “

Flávio Lima, um dos jovens candidatos a deputado da lista do MPD garantiu a população que o programa eleitoral do MPD não são apenas palavras vãs, mas assuntos  que foram  estudados  e trabalhados tendo em conta as necessidades do país.

Os obstáculos que os jovens enfrentam para conseguir o primeiro emprego, foi outro dos pontos que o  candidato mencionou . Falou também  a questão do anos de experiência que  são exigidos aos  recém-licenciados nos concurso que concorrem para tentar encontrar um trabalho . Flávio Lima   e considera  essa exigência  “  bastante desolador, pois r trata-se apenas de “exigências de um governo que não quer ver os jovens a aceder á empregos”.

Os 45 mil postos de trabalho prometidos por UCS é segundo explicação deste jovem uma proposta com viabilidade que dá cerca de nove mil empregos por ano conseguido através do crescimento económico, ambiente de negócio saudável e de uma administração pública amiga do cidadão e da juventude.

Flávio critica ainda a forma como as pequenas empresas são tratadas, “o governo não interessa se as pequenas empresas têm ou não lucro, quer apenas saber onde tem “uma coisinha” para suga-los.

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