Concessão de portos: MpD tranquiliza investidores

8/03/2016 07:14 - Modificado em 8/03/2016 07:14
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olavo correia 4O MpD considera que “não faz sentido” avançar com a concessão dos portos em pleno período eleitoral, defendendo que o contrato seja assinado pelo executivo saído das eleições de 20 de Março. Mas após este posicionamento o primeiro -ministro veio dizer precisamente o mesmo ” o contrato de concessão dos portos vai ser assinado pelo governo saído das eleições de 20 de Março.

Em conferência de imprensa, o vice-presidente do Movimento para a Democracia (MpD), Olavo Correia, disse que o seu partido é a favor da privatização, subconcessão, mercado e concorrência, mas salientou que esta não é a melhor altura para vincular o próximo Governo a um contrato de 10, 15 ou 20 anos.

O vice-presidente do MpD disse que o que está em causa é a condução do processo, uma vez que o Governo está em final de mandato e que “o que não foi feito em 15 anos não pode ser recuperado em duas semanas”.

“Os investidores podem estar tranquilos que nós somos a favor da privatização e da subconcessão, mas pensamos que é importante nesta fase das eleições que o Governo não assinasse nada que vinculasse o próximo Governo para um prazo de 10, 15 ou 20 anos”, disse.

Por isso, apelou ao “sentido de responsabilidade, bom senso e lisura” por parte do actual Governo, que, disse, deve preparar toda a informação e organizar o processo, mas o contrato deve ser assinado pelo próximo executivo saído das eleições legislativas de 20 de Março.

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