TACV reconhece que o arresto do “Boeing 737” deve-se a dívidas

1/03/2016 08:21 - Modificado em 1/03/2016 08:21
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tacv2A administração da TACV reconhece que a retenção do avião no aeroporto de Amesterdão deve-se a dívidas da empresa, todavia, assegura que se trata de uma medida inesperada, uma vez que estão em negociação com a Aercap, empresa de “leasing” e financiamento de aviação.

“A imobilização do Boeing 737 acontece num momento em que a TACV estava em plena negociação com a empresa proprietária e nada fazia prever que uma medida extrema seria tomada”, diz a empresa aérea nacional em comunicado. Adianta ainda que o Concelho de Administração continua em intensas negociações com o credor e a mesma acredita que se trata de mais um constrangimento que será ultrapassado.

A nota da TACV esclarece que houve uma redução da dívida de 5,9 milhões de dólares em 2013 para 1,5 milhões de dólares e que hoje há uma diminuição do valor da mesma de 75%. Neste sentido, a empresa aérea nacional garante que “face ao clima de negociação, pagamentos continuados e redução efectiva da dívida, a medida é inesperada”. Todavia, a TACV reconhece que a Aercap vinha exigindo a regularização da dívida.

Relembra-se que o Boeing 737-800 da TACV está retido no aeroporto de Amesterdão, Holanda, desde o dia 27 de Fevereiro às 18h30, situação que provocou reacções políticas que atribuem culpas ao Governo de Cabo Verde.

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