Programa Eleitoral do MpD para São Vicente entre a possibilidade e a concretização

26/02/2016 08:31 - Modificado em 26/02/2016 08:31

ulisses 2016Ainda sobre as propostas do MpD para São Vicente para a próxima legislatura, caso o partido liderado por Ulisses Coreia e Silva vença as eleições de 2016.

No último artigo publicado por este online dava-se conta de uma posição de diversos inquiridos sobre a plataforma geral do partido que quer estar à frente do governo depois das eleições de 20 de Março.

Se uns acreditam na inviabilidade de levar os programas a cabo, muitos defendem que dentro do programa pode haver soluções susceptíveis de “um futuro” melhor para a ilha do Monte Cara. “Se o PAICV, não foi além de propostas, o MpD, vai concretizá-las”.

É o caso da internacionalização do Ensino Superior no Mindelo, da promoção da investigação e da valorização da cultura com destaque para o Carnaval, a dança, o teatro, o artesanato e a música, da construção do terminal de cruzeiros do Porto Grande, da requalificação do Hospital Regional Baptista de Sousa e da área urbana de São Vicente.

Mas para que isso aconteça, é preciso que as propostas saiam do papel e não fiquem apenas como chamariz de campanha, segundo diz Evandro Lopes, que este ano irá votar pela primeira vez na sua vida. Como o mesmo explica, Cabo Verde precisa de uma mudança e São Vicente, em particular, precisa de um novo olhar. “No dia 20 de Março não posso ficar em casa, vou votar na mudança. O partido que está no poder há muitos anos, já não tem o mesmo “impacte”, como ouço falar, que teve na primeira legislatura”, adianta o jovem que acredita que independentemente do partido que assumir o governo depois das eleições de 20 de Março, o que “vale é votar pela mudança”, porque os jovens precisam de um “ar fresco”.

Outro ponto debatido pelos jovens é a falta de emprego e acreditam que com as propostas apresentadas pelo MpD que se compromete em dez anos, além de outros, atingir o “pleno emprego e trabalho decente para todos, através do crescimento médio real mínimo de 7% ao ano, sustentado, inclusivo e sustentável e a duplicação do rendimento médio per capita gerado pelo emprego (o Rendimento Nacional Bruto per capita actual, a preços correntes, é de 3.450 USD), chegando, no Turismo, no top 30 dos países mais competitivos do mundo, saindo da actual 86ª posição”, dados pelo programa de governação.

O “combate ao nepotismo na Administração Pública através da publicação de uma Lei a proibir a nomeação directa de parentes para ocupar cargos na Administração Pública, evitando que o funcionalismo público seja tomado por aqueles que possuam parentesco (em linha recta, colateral ou por afinidade) com o governante, em detrimento de pessoas com melhor capacidade técnica para o desempenho das actividades”.

Mas o que querem “é ver esta medida sair da teoria para a prática, porque muitos cargos de chefia têm sido ocupados sem nenhum concurso público, o que tem mostrado falta de transparência na governação”, avança Décio.

Como se sabe, existem defensores que afirmam que as propostas do MpD em quase nada se diferem das do PAICV, o que parece não ser um ponto negativo para os que acreditam que “São Vicente não tem de ficar com propostas originais”, ou seja, acreditam que se ela é boa para São Vicente e não foi executada pelo PAICV e se o MpD pretende executá-la, então que seja, desde que, segundo afirmam, “a proposta seja em prol do nosso desenvolvimento”.

“Se o PAICV fosse além de propostas, o MpD, agora não viria com tal proposta”, conclui Stefanie Graça.

  1. Ulisses o novo magnata do petróleo mudou-se de mala e cuia do médio oriente para Cabo Verde e vai zerar todos os impostos do país. Cabo Verde na mão do Ulisses vai funcionar como os países que produzem petróleo. Igualzinho a Angola que neste momento vive uma crise enormíssima e nem comida nas prateleiras tem. Com o Oilisses CV vai longe. Votem na desgraça criolos. Votem Ulisses porque ele já fez acordos com a Arábia Saudita e os Emiratos Árabes Unidos. Os petrodólares vão chover e não vamos mais precisar de impostos. Não sei como é que um indivíduo que anda à cata de multas às vendedeiras ambulantes da Cidade da Praia irá arranjar verba para CV funcionar. A verba virá das Arábias ou do Pó de Lanchas Voadoras.

  2. O Ulisses não é aquele Ministro das Finanças do MPD da década de noventa que assobiou para o lado e não pagou as indemnizações das vítimas da queda do avião em Pico da Cruz, Santo Antão com 20 pessoas a bordo. Será que ele quer voltar agora 18 anos depois para poder pagar as indemnizações. Está arrependido? Vai pagar com quê? Impostos? de Quem ? das Micro empresas ou dos taxistas ou das multas das vendedeiras ambulantes da Praia que passam a vida fintando os guardas municipais para poderem vender um quilo de batata?

  3. Gostei Óscar Santos do teu artigo. Fizeste bem em puxar o tapete ao teu chefe Ulisses Correia e Silva. Ele prometeu 45000 postos de trabalho só em São Vicente, isto é 10000 postos num ano só. Se a proposta da Janira que prometeu 680 postos de trabalho para São Vicente num ano é falsa, então essa do teu chefe Ulisses é de morrer a rir. Janira promete 680 postos para São Vicente num ano, dividindo os 15000 postos pelos 22 dois municípios num ano. O teu Ulisses prometeu 10000 postos a São Vicente num ano. Qual a proposta melhor, caro leitor. A da Janira ou a do Ulisses? Ve-se logo que o grande mentirólogo aqui é o Ulisses, o seu MPD e este seu conselheiro económico Óscar Santos. Aliás, é sintomático quanto burrão o Óscar é para o MPD. Para substituir o Ulisses na campanha eleitoral da Câmara da Praia eles querem o Alberto Melo e não o Óscar. Haverá melhor resposta do que essa sobre as reais capacidades do Óscar. O MPD é que bom pra tu Ozcarr.

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