Plataforma da UCID: O partido quer “tratar de igual modo todos os jovens cabo-verdianos

26/02/2016 08:18 - Modificado em 26/02/2016 08:18

António-Monteiro-UCIDA UCID – União Cabo-verdiana, Independente e Democrática, apresentou ontem, 24, no Mindelo, a sua Plataforma Eleitoral. Para a IX Legislatura, a UCID, quer “apostar num modelo de governação em que todos os cabo-verdianos sejam efectivamente iguais, que dê garantias de desenvolvimento sustentável e que represente uma aliança entre o crescimento económico, a justiça social, a qualificação dos jovens, o respeito pelo ambiente e o combate às desigualdades sociais que reinam no País”.

Para merecer a confiança dos cabo-verdianos, a Plataforma Eleitoral da UCID para as Eleições Legislativas para 2016, traz um conjunto de medidas para impulsionar o crescimento económico e a geração de empregos. Objectivos que vão ao encontro do desenvolvimento da economia do País, desde o Sistema Político, à Gestão da Coisa Pública, economia, emprego, segurança, justiça, juventude, desenvolvimento sustentável, igualdade, equidade de género e a diáspora cabo-verdiana.

Embora não faça promessas em relação a números de postos de trabalho, o partido pretende “tratar de igual modo todos os jovens cabo-verdianos, independentemente da sua cor política”. Na página 33 da sua Plataforma Eleitoral, a UCID propõe uma série de objectivos para com a juventude cabo-verdiana.

O lema do partido é “Mudar forma de fazer Política para ‘Cumprir Cabo Verde’”. Para além de propor, pretende criar condições para reformar o acesso ao Ensino Superior e ao Ensino Técnico Profissional, criar um Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico, fomentar um modelo de financiamento do Associativismo Juvenil que se baseie no apoio exclusivo a iniciativas concretas e assegure o cumprimento dos prazos pelo Estado.

Estimular os jovens a praticar desporto e a apoiar movimentos associativos; Promover o intercâmbio de jovens, através da criação de programas direccionados para tal, propiciando o conhecimento de outras realidades do País, assim como a troca de experiências.

  1. Badiu

    Será que queres mesmo igualdade? É melhor não. Devemos sempre querer o melhor para o povo das ilhas.

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