Governo quer mais rapidez no processo de oficialização do crioulo

24/02/2016 07:30 - Modificado em 24/02/2016 07:30

escolaO governo quer mais celeridade na oficialização do crioulo defendeu a directora nacional da Educação, Margarida Santos que falava a imprensa  sobre as recomendações saídas do atelier de reflexão sobre a educação bilingue em Cabo Verde, que decorreu durante dois dias, na Cidade da Praia. Avançou que  já existem condições para se avançar com a oficialização, pois no que respeita a material didáctico, o cenário é de “digitalização dos materiais” que sirva em contextos diferentes.

Sobre o atelier considera que“Ficaram recomendações no sentido de continuarmos, pois, estamos a fazer um trabalho que dá pistas e que servem para tomada de decisões do colectivo governamental, já que a principal questão é a oficialização e padronização da língua materna”.

Ainda segundo a directora nacional da Educação, as contribuições deixadas permitiram não só reflexões em termos pedagógicos, como também sobre as melhores metodologias e estratégias para o processo de ensino e aprendizagem as duas línguas.

Fonte: Inforpress

  1. Olavo

    A maioria do pessoal vem falando de oficialização do “Kriolo” só fala português em casa. O Governo depois de 15 anos, quer apressadamente “oficializar” no momento em que é apenas de gestão. Tenham vergonha e respeitem a inteligência alheia.

  2. Augusto Galina

    Isto é bscà insulta”. Fazem tudo o descontentamente, para fabricar analfabetos e desempregados. Como não encontram soluções para satisfazer as necessidades prementes, procuram diversões.

  3. Micau

    Querem é rapidez na destruição da identidade caboverdiana substituindo a diversidade das variantes do crioulo das ilhas por um único badiu! isso será uma destruição que ficaria na história da humanidade pelos piores motivos.
    Em vez disso deveriam reforçar o ensino do Ingles, Francês nas escolas e aumentar a nossa competitividade no mundo. Só assim saíremos do subdesenvolvimento profundo.
    Poderiam me dizer se os filhos dos ministros, diretores gerais e outros de colarinho branco estão interessados em perder tempo com a aprendizagem do crioulo?

  4. Melanie Évora

    Ah Ah Ah, agora ficaremos burros quadrados para a eternidade. Que Governo mais …. vergonhoso!

  5. Melanie Évora

    Ah Ah Ah, agora ficaremos burros quadrados para a eternidade. Que Governo mais …. vergonhoso!
    Quando o ditador quer permanecer no poder tem de tornar o seu povo burro e ignorante para que o seu povo não veja os seus desmandes!!
    Atenção povo de C. Verde, mandem já esses impensantes para casa. UF! Que afronta, desespero!

  6. Agostinho Fonseca

    Aproveitam-se das ocasiões e de todos os meios fàceis para enganar os menos instruidos do povo com argumentos destrutores de ôdio e, podemos até afirmar, racistas. Temos de nos indignar contra as turpesas nauseabundas da clique Fundamentalista que pretende liquidar definitivamente a lingua que nos serviu para aprender o quanto pudémos e para nos entenderrmos com o mundo para o “soi disant” homem africanpo novo desligado do colonizador que se aproxima da Africa. Com o crioulo que pretendem impor (sem léxico, sem gramàtica), vão destruir os outros falares, e criar as maiores dificuldades, automàticamente, para quem quiser estudar
    Hà que se levantar contra a ùltima manobra do desespero.

  7. Eduardo Oliveira

    A salgalhada que criaram dá uma péssima imagem negativa, junto do povo, das pessoas fundamentalistas do Governo que antes de sair procuram cimentar as raízes da Republica africana de Santiago.

    A maioria inactiva tem de se mobilizar para retomar o ascendente e servir de ponto de confluência, produzindo ferramentas de combate para um Cabo Verde prospero e fraterno..

  8. Avelino R. Pina

    É da minha opinião que devemos evitar o “simplismo”, o “facilitismo” o desnecessário… e tudo quanto não nos leva a lugar algum. Seria de todo o conveniente passarmos a almejar coisas melhores para os nossos jovens e futuras gerações.

  9. Francisco andrade

    O governo devia escutar o povo.E não fazer o que lhe dá vontade. Pois esse mesmo governo foi eleito pelo povo e como estamos em “democracia” ( de fachada), aconselho aos governantes a fazer um referendo popular, em que o povo decidia se quer ou não a oficialização do crioulo.Caso aprovar a oficialização do crioulo sem o referendo , aconselho a população a ir a rua manifestar contra essa “atitude” desse governo.

  10. Magnólia

    Essa história de oficialização do crioulo é uma grande “batata quente” que o governo esta a querer colocar nas mãos dos cabo verdianos, e ninguém consegue ver a longo prazo as consequências daí resultantes.
    ora vejamos porque: Existem alguns critérios para que uma língua seja oficializada em situações de insularidade do país como é o caso de Cabo Verde, em que cada ilha tem a sua variante.
    são eles, localização do poder central, ilha onde concentra maior numero populacional e onde concentra grande numero de pessoas das outras ilhas, e ilha com a cidade capital. daí que não será difícil dizer qual a variante é que vai com certeza ser oficializada.
    usar as crianças como “cobaias” para implementar o crioulo como língua oficial parece ser fácil, o que certamente não será fácil é fazer com que a maioria da população se adapte á esta nova realidade.

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