Jovens na política: “é um acto de coragem, mas deveriam estar em lugares elegíveis”

23/02/2016 07:58 - Modificado em 23/02/2016 07:58

Jovens na política-SVOs jovens que entraram para a política encontram-se nas listas dos partidos para as eleições legislativas de 2016 e as redes sociais dão os parabéns. Alguns internautas acreditam que é um acto de coragem visto que se assiste a um descrédito na política por parte da classe jovem.

Em São Vicente, na lista do MpD, surge Vander Gomes na oitava posição e Vânia Monteiro como a mais nova candidata a deputado pela lista da UCID, ambos com 25 anos. Estes dão a cara pela política em Cabo Verde, onde há alguma preocupação com a falta de interesse dos jovens porém, são felicitados e também considerados corajosos por se integrarem na classe política.

Força e coragem são as palavras mais encontradas nos comentários e ainda “estamos contigo para vencer” são incentivos aos jovens que entraram para a política com as eleições legislativas com data marcada para o dia 20 de Março. Todavia, há quem afirme que estes jovens deveriam estar em lugares elegíveis e fazem as contas eleitorais: “Imagina o Coordenador da JPD, Vander Gomes, está no 8º lugar. Será que o MpD vai ganhar 8 dos 11 deputados em São Vicente? A história diz que o MpD tem conseguido, nas últimas 3 eleições, apenas 4 deputados. Mesmo se ganhar as eleições, 4 dos deputados de São Vicente vão para o Governo? Brincadeira. Só pode ser isto”. Neste sentido, o internauta acredita que o jovem deveria estar sim, no máximo, na 4ª ou 5ª posição. Ainda alguns internautas consideram que a renovação das listas deverá ser implementada a seu tempo, uma vez que os partidos têm de manter a prata da casa para poderem garantir a vitória.

 

  1. jovem

    esses Jovens de agora nem sequer sabem ou tem Pawer para fazer Porta Porta e percorrer zonas e tambem não tem gaz suficiente para seguir uma campanha na integra é so por umas horas depois nem fumo nem mandot dez…fora kis te fca mas eh ne conversa entre eles

  2. Antonio

    seria uma verginha nacional ter aquel rapaz em lugar elegivel. nao tem nenhum competencia, so sabe seguir as pessoas , nen falar sabe. ele é um tagui

  3. Artur

    Sou a favor da discriminação positiva e até politica de quotas para reparar injustiça. Entretanto é necessário que algum respeito pelas pessoas individuais e, pela coletividade do grupo. Estou a falar na generalidade. Estou a falar de as pessoas terem de querer e estarem minimamente habilitadas. Se a maioria dos jovens não quer saber da politica como podem estar em numero representativo? Idem mulheres! Isto é respeitar o interesse dos jovens e das mulheres mas também dos grupos políticos que devem ter gente que realmente se identifique com o que fazem. Entretanto devemos tomar medidas para sensibilizar e mobilizar os jovens e as mulheres para a politica, para maior representatividade e melhor trabalho de representatividade, começando por treinar e oferecendo oportunidades de crescimento dignas então.

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