Associação dos Pescadores quer responsabilizar as FA pela morte do colega

22/02/2016 08:03 - Modificado em 22/02/2016 08:03

pescadores da Ponta do SolOs pescadores da localidade de Salamansa aproveitaram do encontro de sensibilização promovido pelo Comando da 1ª Região Militar para exigirem das Forças Armadas  responsabilidades pela morte do colega que perdeu a vida na sequência de uma explosão de um material explosivo encontrado pelos pescadores.

Uma campanha de sensibilização à comunidade da aldeia piscatória de Salamansa foi realizada pelo Comando da 1ª Região Militar na manhã deste domingo, dia 21, no sentido de alertar as pessoas contra os riscos desses materiais.

O Comandante da 1ª Região Militar, tenente-coronel Rui Neves, acredita que a entrega dos materiais explosivos é uma forma de evitar acidentes consequentes aos riscos dos materiais.

O facto deve-se à situação que levou à morte de um dos pescadores desta localidade, na sequência de uma explosão. A campanha teve como finalidade sensibilizar a comunidade a devolver possíveis materiais explosivos que estiverem na sua posse e alertá-los contra os riscos desses projécteis, prevenindo situações indesejáveis.

Durante um encontro de sensibilização, os pescadores desta localidade exigiram explicações por parte do Comando Regional acerca dos projécteis encontrados pelos pescadores e que culminaram na morte de um deles.

Quem não ficou convencido com as explicações dadas pelo Comandante da 1ª Região Militar, tenente-coronel Rui Neves, foi o Presidente da Associação dos Pescadores, Auxílio Martins que diz querer encontrar uma explicação sobre a forma como o projéctil foi parar às mãos dos pescadores e apurar responsabilidade pela morte do colega, pai e chefe de família.

  1. Pescador de P. Sol

    Ess fote é de Ponta do Sol – Boca de Pistola

  2. Zeca

    até que enfim o povo começa a pedir justiça.
    Falta os sobreviventes do Navio Vicente fazerem o mesmo com as autoridades marítimas (JMFortes, JDCPS). Como pode o sistema de busca e salvamento ter falhado. dois milhões de euros em duas embarcações que nunca funcionaram e que continuam a funcionar deficientemente.

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