MpD não aceita provocação do PAICV no Sal

4/02/2016 08:30 - Modificado em 4/02/2016 08:30
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MPDO MpD-Sal reage com normalidade ao facto do PAICV ter acusado a edilidade do Sal de usar recursos para fins políticos e eleitoralistas. Isto, na sequência da visita do líder do MpD ao Sal e de ter usado o salão nobre dos Paços do Conselho para actividade partidária.

Para se defender, o MpD evoca o artigo 111º do código eleitoral que afirma que “os dirigentes e órgãos dirigentes das entidades públicas devem, na medida do possível, assegurar a cedência do uso para fins de campanha eleitoral, de edifícios e recintos pertencentes ao Estado e a outras pessoas colectivas de direito público, repartindo com igualdade a sua utilização pelos concorrentes nos círculos em que se situarem tais edifícios ou recintos”.

E com este disposto, o MpD não vê nenhum inconveniente sobre o uso de recursos do Estado para fins políticos e eleitoralistas. E vê o acto do PAICV como um acto de desespero à porta da campanha eleitoral.

“Queremos fazer uma campanha de apresentação de soluções para o Sal. E vamos fazê-lo na base da tranquilidade, confraternização, amizade e não aceitamos provocação”, afirma o coordenador do MpD no Sal, Francisco Correia.

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