20 de Janeiro: “O desenvolvimento do País é a homenagem aos libertadores da Pátria”

21/01/2016 07:47 - Modificado em 21/01/2016 07:47

jmnCabo Verde presta, no dia 20 de Janeiro, homenagem aos Heróis Nacionais e aos Combatentes da Liberdade da Pátria. O Primeiro-ministro José Maria Neves avança que se deve continuar a fazer um esforço para que este dia possa ser “comemorado com cada vez mais dignidade”.

Na óptica de Neves, o percurso que o País tem feito é uma homenagem aos Heróis Nacionais. Para José Maria Neves, o desenvolvimento do País é a homenagem em si da luta dos Combatentes da Liberdade da Pátria. “Acho que Cabo Verde cresceu e desenvolveu-se e assim faz homenagem a todos aqueles que lutaram pela independência e todos os que lutam para a viabilização de Cabo Verde”.

Para o Primeiro-ministro, Cabo Verde tem sido uma teimosia de todos os cabo-verdianos e cabo-verdianas e não lhe resta dúvidas de que “temos feito um percurso de sucesso e este sucesso é a melhor homenagem que se poderia prestar a todos os combatentes da Pátria”.

  1. Eduardo Oliveira

    A Pàtria ainda não està libertada !!!

  2. Pedro Rocha

    Será que o senhor Ministro conhece a verdadeira história desses heróis?
    Peço que leia a nova edição do livro de Humberto Cardoso, o livro do doutor Onesimo e o recém dado a estampa Mulheres de Pano Preto de Armindo Ferreira, também pode perguntar aos seus próximos a sua verdadeira opinião sobre o que sabem…
    Torna se urgente apurar os factos e eliminar certos elogios que ficam mal estampados no nosso livro de história. O povo também tem conhecimento de outras histórias e convém evitar dúvidas

  3. Juquim Esquinha

    Notícias do Norte está muito tendencioso na sua maneira de fazer informação. Chega de propaganda paigcista

  4. D. Semedo

    JMN està-se enfeitando com penas de pavão.
    O PM cria herois quando devia zelar pelo progresso da sua terra escangalhada. Não foi capaz disso e distribui “medalhas” a soldadinhos de um exército fantasma que nem sequer conseguiu proteger o seu marechal que agora tudo faz para endeusar.
    Jà tarda irmão santiaguense. Và para casa esperar a hora de julgamento.

  5. Eduardo Oliveira

    Ê verdade. Não houve liberdade de coisa nenhuma. Houve, sim, uma mludança de mãos. Reparem que nem sequer houve mudança de politica porque a ditadura continuou mais feroz e querem bater o recorde do velho botas. Mudam as cadeiras mas ficam à espreita para não perderem o leme.
    Eu não invento nada. A prova é o JMN prometer nova politica… na outra legislatura.

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.