TACV: Governo trabalha para a privatização…mas só na próxima legislatura

20/01/2016 03:11 - Modificado em 20/01/2016 03:11

JMNO Primeiro-ministro José Maria Neves afirmou que o Governo tem estado a tomar medidas para “estabilizar a TACV e para fazer uma profunda reestruturação”, tendo como meta a privatização.

O trabalho de reestruturação, como avisa o Primeiro-Ministro, vai ser iniciado pelo actual Governo para ser terminado pelo próximo que vai sair das eleições legislativas do mês de Março.

“Neste momento, estamos a concluir a avaliação da empresa e vamos tomar medidas para que haja um plano que será aprovado brevemente e será executado pelo próximo Governo, no sentido de fazer a reestruturação da empresa”, sublinha José Maria Neves.

E anuncia que já existe um “conjunto de cenários e propostas em cima da mesa”.

  1. Malaguitinha

    As coisas que o JMN diz…!!! E se o próximo governo for do MPD e não quiser saber desse plano, em que ficamos Sr. quase Ex. Primeiro Ministro?

  2. Julio Goto

    … mais uma vez o SUMARIO: Revisao da materia DADA.

  3. Augusto Galina

    Isso dà impressão que ele nunca mais vai sair da governação. JMN faz como Putine que põe um homem de palha e fica a aguardar a proxima ocasião.
    Mesmo tendo sido simpatizante do partido (antes de o saber totalitàrio) acho que não vamos ter sucego de vida enquanto essa camarilha continuar a sabotar.

  4. Francisco andrade

    Sinceramente Sr Jose Maria Neves. O povo já cansou de ouvir “coisas” que nunca irá cumprir. para de iludir o povo com falsas promessas. Estamos cansados.

  5. Bia

    Djô d’bia tita referí a qual dakes legislatura?

  6. Silvério Marques

    O PAICV depois de 15 anos não foi capaz de fazer uma única reforma com sucesso. Vejamos: na parte fiscal foi para aumentar os impostos e criar taxas; da justiça não deu nada, já que a justiça tornou-se ainda mais lenta; da economia e das finanças, o país cresce menos, 1,5 a 2 % em média, depois de um pico de 10% em 2007, tem maior dívida pública, 115% do PIB, maior déficite orçamental, 7 %, o poder de compra baixou e o fosso entre ricos e pobres aumentou. A reforma do Estado não se fez. O Estado está cada vez mais gordo e logo come mais dos nossos bolsos.

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