Fundo de Desemprego: “Queremos é um emprego”

6/01/2016 07:42 - Modificado em 6/01/2016 07:42
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empregoO subsídio de desemprego é tido como uma medida do governo para mitigar os efeitos do desemprego. O desemprego é um dos grandes problemas e desafios da sociedade cabo-verdiana e tem sido alvo  de diversas abordagens. Mas,  todas com o único objectivo de fazer com que a situação actual seja melhorada e que as pessoas possam ter algo onde conseguir o sustento.

O subsídio de desemprego tem o intuito de ajudar as pessoas quando por algum motivo ficarem no desemprego a ter algum rendimento durante os primeiros tempos de forma que se possa reorganizar profissionalmente. Apesar da medida ser bem vista por alguns sectores da sociedade, os sindicatos e a algumas pessoas estão  reticentes sobre a respectiva medida, em particular a sua aplicabilidade imediata.

A questão levantada não é apenas sobre os que ficaram sem trabalho, mas os que ainda não tem uma experiência profissional, ou que se encontram no desemprego de forma prolongada.

“Eu não quero apenas um subsídio, neste momento quero é trabalhar, e conseguir sentir activo”, como expõe Dário Gomes. Neste momento encontra-se desempregado. Diz que já trabalhou em vários áreas , mas que no momento não tem conseguido arranjar trabalho. E neste sentido apesar de sentir que o subsídio de desemprego possa ser bom, no sentido que vai ajudar as pessoas, sente que a necessidade maior é o trabalho.

Nanda Santos ainda não sabe quem vai beneficiar com o fundo. E estando algum tempo no desemprego não sabe se será ajudada. Mas para está cidadã a ajuda não é o caso, quer também conseguir um emprego para que possa ajudar a sua família. “Todos querem é trabalhar, principalmente os jovens”, como sublinha

Os esclarecimentos sobre quem e como serão beneficiados as pessoas com o fundo estão na agenda do Governo.
“È importante ter um fundo para ajudar as pessoas, mas também é importante ter emprego para as pessoas. E nesta questão que deverão ,também , se concentrar os esforços dos que governam”, como reitera Luís Silva.

Ainda o projecto lei vai ter que passar por algumas fases até ser efectivado na prática. As críticas residem nas questões da alimentação do fundo. Mas os que estão ainda sem trabalho querem saber não somente sobre a questão do fundo de desemprego, mas de oportunidades que os tornem activos e não dependentes do fundo.

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