Augusto Neves: “São Vicente precisa de se livrar das amarras da capital”

31/12/2015 09:16 - Modificado em 31/12/2015 09:16

augusto neves nomeaçãoO Edil Augusto Neves disse no seu discurso de balanço anual da CMSV que o povo de São Vicente precisa urgentemente de se libertar das amarras da capital que tudo “tem feito para afundar a ilha”.

De acordo com Neves, as dificuldades por que a ilha passa têm um único culpado, o Governo, que sem medidas resolve centralizar tudo na capital. Neves afirma ainda que SV precisa de autonomia e liberdade urgente para poder prosperar. “Já basta de viverem à nossa custa”, atirou o Presidente da Câmara, que defende a autonomia da ilha que mais exporta no País, “mais de 70%”, garante.

Sendo assim, Neves acredita que a ilha está a ser impiedosamente castigada e esquecida pelo “Governo da Praia”, que na última década recebeu apenas “esmola” e que aparecem apenas nos fins-de-semana para “apoquentarem as esperanças de um povo humilde e orgulhoso, darem corda e sustentarem um grupo de malfeitores, defensores de bolsos próprios que aproveitando para se enriquecer, afundam a ilha”.

Outro ponto criticado por Neves tem a ver com o facto de estarmos “aprisionados” pela burocracia da capital, pois sempre que necessitam de um documento, como bilhete de identidade, passaporte, vistos, os mindelenses têm de esperar uma vez mais pela Praia, porque nos últimos quinze anos, segundo afirma, o Governo centralizou severamente tudo.

  1. carlos bentub

    e povo de soncente precisa livrar-se das marras desse sr presidente de camara que ja esgota sem ideia de nada so politequices. Vra pa hosp+ital bo ba da consulta de psiquiatria te ser mas util

  2. António Rodrigues

    Viva Guste!

    Grande revolucionário e combatente de libertação da Pátria Mindelense. Vamos todos para Monte Verde, a nossa Sierra Maestra, a fim de darmos início à nossa luta armada.
    Abaixo Badius!
    Independência já e imediata!
    Vitória ou Morte!
    Vivaaaaa Guuusteee!

  3. Djê Guebara

    Proclama a Independência urgentemente da colonização da Praia. Barlavento para os Baralaventos, Sotaventos para os Sotaventos. Problema resolvido e veràs quem triunfará.

  4. Nelson Cardoso

    tanta incompetência e estupidez para disfarçar falta de visão e capacidade de estar à frente de uma ilha como São Vicente. Infelizmente há pessoas que embarcam nisso.

  5. Ucla

    Chega de lamúrias. S. Vicente precisa de mudança na CMSV. Uma nova Camara com visão e não com um bode expiatório.

  6. Leao do Norte

    República de Santiago e as Colónias, mas pronto … nem devíamos ter o direito a voto.

  7. A.Goncalves

    O senhor Carlos Andrade voce e um daqueles Mindelenses(PE- DGALO) que vive na Capital no bem bom que nao quer aceitar a realidade vivida no mindelo, eu sou PAICV mas nesta estou com Augusto Neves independentemente da cor politca dele mas UM VERDADEIRO MINDELENSE que nem tu, voce senhor Carlos Andrade como e que esplicas uma ilha ha 40 anos era a melhor de CV e que 40 anos apos e a pior, nao venhas com demagogia, penso que o senhor nao entende o significado da palavra BAIRRISMO, diga o nome de um governante do PAICV ou MPD que nao e barrista?nao venha com essa palhacada de construir em Santiago esta servindo CV seu pateta, falando dos mindeleses que disses-tes escolheu a Praia para viver eu desafiu qualquer um incluindo voce se foi uma escolha propria, por imposisao ou por ambos os governos ter que votar S.Vicente numa pura desgraca e nao so todas as ilhas de BALAVENTO,Barrismo foi a palavra certa para calar as outras ilhas pricipalmente quando se trata de S.Vicente, penso que Mindelenses nao irao nessa tua desparatada, REGIONALISMO sera ha solucao para um Cabo Verde digno,MINDELO de GEMA

  8. eudardo monteiro

    Convindo ao Carlos Andrade quando vier a S. Vicente para visitar os subúrbios (da sua ex-ilha ), zonas como a Rª de Craquinha, Passaron, Alto Bomba, Alto Solarine, F.Filipe, Rª Bote -Ilha de Madeira , vai ver, se quiser ver, tanta miséria, as condições sub-humanas que vive as populações dos bairros atrás citados. No entanto vai-se construir a cidade desportiva com a módica quantia de 112 milhões de contos cabo-verdianos.

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