É muito justo o motivo para ter medo de tudo isto. I Parte

21/12/2015 17:12 - Modificado em 30/12/2015 13:39
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DelíciaNenhuma pessoa fora da nossa congregação religiosa, ou seja, que não vive acompanhando de perto as verdadeiras verdades das andanças religiosas dos membros da Congregação Reformada dos Adventistas do Sétimo Dia, de Tendas (CRASDT), consegue compreender nem imaginar, a dimensão dos terríveis males ou crimes injustos, perpetrados secretamente por todos nós da CRASDT, em associação consciente e decidida com os espíritos malignos (diabos, demónios e satanás) residentes em nós, contra o Inácio Cunha que, também, é membro desta mesma denominação religiosa a qual nós pertencemos, simplesmente, por causa da sua firme, fiel e zelosa vivência de obediência, defesa e promoção dos Santos Princípios de DEUS na actual sociedade humana.

Esses males e crimes injustos perpetrados secretamente por nós da CRASDT contra o Inácio Cunha, iniciaram-se com os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) mãe, envolvendo depois, nós da CRASDT e muitos outros da nossa sociedade, provocado, motivado e comandado pelos Espíritos Malignos residentes nos membros da IASD, em nós da CRASDT e nos outros contra o Inácio Cunha.

E é uma preparação para o início de um dos acontecimentos mais triste da história da terra, que desde há muito foi anunciado pelos santos profetas de DEUS, cujos nomes se acham registrados dentro da Bíblia Sagrada, e que daqui a pouco, assombrará o mundo inteiro.

 

Mas que triste acontecimento anunciado desde há muito pelos santos de DEUS, é esse que já se iniciou entre os da IASD, nós da CRASDT e os demónios que residem em nós, em relação ao Inácio Cunha?

 

Para entendermos esse triste acontecimento que vai assombrar o nosso mundo daqui a pouco, temos que primeiramente, saber, que o Universo Celestial, ou seja, o mundo onde se acha o Eterno Palácio da Habitação Eterna de DEUS e das habitações dos primeiros racionais criados por ELE, foi o primeiro a presenciar manifestações de ódio, revoltas, brigas violentas e sem tréguas pela destruição e pela conservação (protecção) dos dez Mandamentos da lei de DEUS decretados por ELE para a eterna boa governação de todo o Universo, e esses mandamentos, nós encontramos hoje, dentro da Bíblia Sagrada.

 

Como tudo isso tem-se desenrolado até este período da IASD, de nós da CRASDT e dos outros da nossa era, em relação ao Inácio Cunha?

 

Os racionais de natureza celestial, que rejeitaram, desprezaram e se rebelaram contra os dez Mandamentos de DEUS, contra o Próprio DEUS por causa dos Seus mandamentos, e contra todos os outros racionais que decidiram conservar a si próprios na defesa e promoção da obediência mental, oral e prática desses Mandamentos, desenvolveram tudo isso (manifestações de ódio, vandalismo e brigas violentas e sem tréguas contra DEUS e Seus apoiantes, porque DEUS empossou a Sua Lei dos dez mandamentos como princípios básicos para a manutenção e a conservação da paz e segurança em todo o universo, fazendo tudo o que estivesse dentro das suas capacidades e possibilidades para acabarem com a harmonia, paz e segurança de DEUS vivida no Céu e em qualquer outra parte do universo, os quais são conseguidos apenas mediante a obediência colectiva dos racionais aos Dez mandamentos de DEUS), desde os seus dias nos céus até agora na terra, crentes de que, com essas suas manifestações, conseguiriam levar a DEUS e aos Seus apoiantes a desistirem de manter os dez Mandamentos de DEUS como o padrão básico para a boa governação do Universo inteiro. Contudo, essa perspetiva desses rebeldes, até ainda não deu certo, mas pelo contrário, ao longo dos anos de vida dos inimigos da Lei de DEUS, tanto para os de natureza celeste como para os de natureza terrestre, DEUS lhes tem revelado de forma tão clara e gentil, que suspender a Sua Lei de agir como o padrão básico para a boa governação do Universo, é impossível, e que ELE jamais SE renderá às pressões dos inimigos da Sua santa e perfeita Lei de protecção e promoção da paz e da segurança em todo Universo, para suspender, anular e sequer diminuir o vigor da Sua Santa Lei dos Dez Mandamentos como o padrão básico para a boa governação do Universo, como os inimigos da Sua Lei tanto anseiam e pretendem.

E a medida que os inimigos da Lei de DEUS, tanto anjos como seres humanos, compreendem que essa perspectiva deles é realmente impossível, tornando-se cada vez mais difícil de concretizar-se, aumentam ainda mais os seus ódios, fúrias, violências, terríveis actos de crime, vandalismo e brigas contra tudo e todos os que se manifestam a favor da Lei dos Dez Mandamentos de DEUS como o padrão básico da boa governação do Universo, em vez de reconhecerem o valor e a necessidade incontestável desta Lei ser a única justa e capaz de governar o Universo, e desistirem de pressionar a DEUS para suspender e destruir a Sua santa Lei dos dez mandamentos.

 

Esses racionais rebeldes de natureza celestial que, estando ainda resididos no Céu, por causa das suas persistências na manifestação prática do ódio e desprezo pela Santa Lei de DEUS, foram expulsos por DEUS para fora do território celestial e refugiaram-se no planeta terra, e que são conhecidos pelos seres humanos por diversos nomes feios e horrendos, tais como: demónios, satanás, espíritos malignos, espíritos imundos, etc., etc., eles vêm escondendo dos seres humanos, ao longo dos tempos, as suas verdadeiras moradas neste planeta, que são exactamente o interior dos próprios seres humanos.

 

Também, vêm escondendo dos seres humanos, que é a partir da mente e do corpo dos próprios seres humanos é que eles têm desenvolvido e vão desenvolvendo até o fim, sobre a face da terra, as suas rebeliões, vandalismo, crimes e violências contra a Santa Lei de DEUS, contra DEUS e contra os apoiantes da Sua Lei, mediante a colocação de pensamentos opostos aos Santos e Justos Mandamentos de DEUS na mente dos seres humanos e de sentimentos opostos aos Santos e Justo Mandamentos de DEUS no corpo dos mesmos, deixando os seres humanos apenas com a decisão de aceitar ou não, desenvolver tais pensamentos e sentimentos, direccionados àqueles a quem eles os indicarem.

 

E nós da CRASDT, todos sem excepção, tendo o conhecimento claro de tudo o que eu vos relatei acima, mesmo assim, em plena consciência e liberdade de escolha, temos unido e recebido alegremente, desde há muito até agora, da parte destes Espíritos Maus, rebeldes e odiosos aos Dez Mandamentos de DEUS, que moram dentro de nós, pensamentos de planos, instruções, incentivos, promessas e sentimentos de ódio, desprezo e revolta injustos contra o Inácio Cunha, e transportado dentro de nós uma ânsia quase que incontrolável para matarmos o Inácio Cunha, simplesmente por causa do seu zelo e da sua firmeza na obediência e defesa dos mesmos Mandamentos de DEUS que esses Espíritos Malignos, vêm desprezando, odiando, perseguindo e repudiando desde o tempo em que eles ainda se encontravam resididos no Céu, ate agora na terra.

 

Agora, pois, eu convido-vos a observar com muita atenção as minhas confissões abaixo apresentadas, sobre a minha simpática e secreta união de relacionamento amigável com esses Espíritos Malignos, a fim de poderem ver e compreender como, e a partir de onde, esses Espíritos Malignos tem suscitado o ódio, a revolta e a criminalidade contra o Inácio Cunha, simplesmente por causa da sua vivência fiel e zelosa na obediência, defesa e promoção mental, oral e prática dos Mandamentos de DEUS, que eles (os demónios) decidiram odiar e combater eternamente, o meu arrependimento e a minha decisão de nunca mais repetir estas injustas e incríveis maldades contra um simples e visível mensageiro de DEUS deste presente tempo.

 

1- Lembro-me de um dia, no Cenáculo, em que eu vi o meu marido (Inácio Cunha), no gabinete de Evangelismo, a cumprir a ordem Bíblica que eu sei muito bem que foi dada pelo SENHOR JESUS CRISTO aos Seus discípulos, ordem essa revelada em Mateus 28: 19-20 (Portanto, ide, ensinai todas as nações … ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.), em relação a uma irmã nossa da Igreja que se chama a Vera, e logo os demónios que moram dentro de mim, a respeito dos quais eu tenho a clara consciência de que são maus, mentirosos e indignos de qualquer crédito e atenção da minha parte, me subiram no meu corpo um terrível sentimento de ciúme dessa irmã (da Vera), desconfiança, ódio e revolta contra o Naty e a Vera, e me disseram em forma de pensamento ou ideia que estavam sentados muito próximos um do outro e que o que faziam era uma tremenda falta de respeito do Naty para comigo, e que o seu desprezo para comigo estava ultrapassando os limites, e que, portanto, eu não deveria deixar que isso se passasse em branco, pois que já estava bom de suportar os abusos do Naty, e me aconselharam a matar o Naty, assim que ele terminasse a sua obrigação religiosa com a Vera. Eu escutei os demónios que moram dentro de mim com muito interesse e boa vontade, lhes dei total razão e concordei conscientemente com os sentimentos que me deram e com tudo o que me disseram contra o Naty e a Vera, conforme coloquei acima, inclusive com o conselho que me deram de matar o Naty assim que ele terminasse o seu convívio com a Vera.

 

2- Enquanto estavam ali, e eu dentro do quarto, os demónios que moram dentro de mim começaram a fornecer-me na mente os planos sobre como matar o Naty, mas logo me aconselharam a sair do centro e ir até a Igreja porque, segundo eles, ali sentiriam mais a vontade em apresentar-me os planos de como matar o Naty rapidamente e sem deixar qualquer rasto para levar alguma pessoa a desconfiar que fui eu. Eu concordei conscientemente com os demónios que moram dentro de mim e fiz exactamente como me mandaram, ou seja, levantei e fui à Igreja para ali falarem comigo mais a vontade, a respeito do plano de matar o Naty rapidamente e sem deixar rasto.

 

3- No caminho, os demónios que moram dentro de mim, me mostravam na mente, em grande foco, a cena do Naty e da Vera que eu tinha visto, conforme coloquei acima, e com isso me fomentavam mais revolta e ódio contra o Naty, reforçando-me na mente que isso era um grande desprezo e humilhação aos quais o Naty estava submetendo-me injustamente, e que a única forma de me livrar disso era matar o Naty rapidamente e sem deixar rasto, mas de forma tão cruel para que eu pudesse esfriar-me de todo vulcão de ódio e revolta contra ele, que eu estava sentindo. Eu, consciente e tranquila, observei as cenas e escutei os demónios que moram dentro de mim com muito interesse, reverência e disposição para fazer tudo conforme me ensinavam, lhes dei total razão e concordei conscientemente com eles em tudo.

 

4- Quando cheguei à Igreja, sentei-me numa das pedras que havia na rua da Igreja à beira da porta, e os demónios que moram dentro de mim me disseram que eu deveria prestar bastante atenção aos planos de matar o Naty que eles iriam mostrar-me naquele exacto momento, para que eu mesma escolhesse qual deles eu queria executar. Eu concordei conscientemente com os demónios que moram dentro de mim em tudo, e fiz exactamente como me haviam mandado, tendo dispensado a eles toda a minha atenção e com muita reverência os escutavam e apreciava os tais planos de matar o Naty rapidamente e sem deixar rasto, mas com grande violência.

 

5- Então, os demónios que moram dentro de mim começaram a mostrar-me esses planos na minha mente em forma de imagens. O primeiro plano que me mostraram, era assim: Eu tinha chegado à casa, entrado no quarto e encontrado o Naty no quarto, mas na parte que fica por detrás da cortina, vendo-o através da cortina, que ele estava a observar na janela. Fechei a porta do quarto, apanhei a faca grande que estava sobre um caixote debaixo da mesa e o transportei por trás de mim até ao lugar aonde o Naty estava. Tendo chegado bem perto dele, chamei-o suavemente, e logo que ele se virou para mim, plantei-o aquela faca no peito com muita violência, sem dá-lo tempo de gritar para que alguém o viesse socorrer, e depois fui entregar-me na polícia como a assassina do meu próprio marido. O segundo plano que os demónios que moram dentro de mim me haviam mostrado, era idêntico ao primeiro, a única diferença é que após ter matado o Naty, em vez de entregar-me na polícia, me suicidava logo a seguir ali mesmo no quarto. Só que me apresentaram duas opções de suicídio para que escolhesse, um de cortar o meu pescoço com a mesma faca, e o outro de me precipitar da janela para baixo. O terceiro plano que me mostraram, era o seguinte: eu fui deitar-me antes do Naty, e coloquei a faca grande debaixo do travesseiro sobre o qual eu colocava a minha cabeça. Quando o Naty foi deitar-se, eu permaneci acordada, mas com os olhos fechados para dissimular que eu já estava dormindo, esperando que ele pegasse no sono. Logo que o Naty dormiu, eu coloquei rapidamente o travesseiro sobre o seu rosto e o plantei aquela faca na cova do seu pescoço, sem dar-lhe qualquer chance de gritar para que alguém o socorresse. E logo a seguir cortei o meu pescoço e ficamos ambos mortos ali. O quarto plano que os demónios que moram dentro de mim me haviam mostrado também era semelhante ao terceiro, só que em vez de colocar o travesseiro sobre o rosto do Naty e plantá-lo a faca na cova do pescoço, eu lhe banhava com óleo fervido da cabeça aos pés. Depois de me apresentarem todos esses planos, os demónios que moram dentro de mim me disseram que eu deveria naquele mesmo momento, escolher qual desses planos eu queria usar para matar o Naty a sangue frio e com grande violência.

Eu escutei os demónios que moram dentro de mim com muito interesse, admiração e boa vontade, e com a mesma disposição, apreciei atentamente, todos os planos de matar o Naty (o meu próprio marido), que os demónios que moram dentro de mim me haviam apresentado naquele momento, lhes dei total razão e concordei conscientemente com eles em tudo, mas, interiormente, fiquei indecisa quanto à escolha desses planos, considerando todos esses planos como muito bons. Mas acabei por escolher o terceiro plano. Só que logo depois de eu ter escolhido e preparado para entrar em acção para matar o Naty como os demónios em mim me instruíram no terceiro plano, um terrível remorso e medo dos juízos de DEUS que eu tinha a consciência clara de que poderiam sobrevir-me (que DEUS me colocaria em angústia terrível e me mandaria para o inferno), haviam invadido a minha mente.

 

6- Então os demónios que moram dentro de mim, se enfureceram muito e transferiram as suas fúrias para mim, e, com a minha consciência saudável, livremente recebi e conservei esses sentimentos maldosos e injustos contra o Naty no meu coração, e depois que eles já viram que eu não rejeitei esses seus sentimentos de ódio e fúria contra Naty, mas sim que os recebi tranquilamente, me mandaram lançar essa fúria e ódio sobre o Naty, dizendo-lhe por meio de uma carta intitulada de relatório de mente, composta de expressão de ódio, fúria e revolta, que se na Lei de DEUS, matar não fosse pecado (algo que a dita Lei reprova e condena), eu já o teria matado naquele mesmo dia. Mas, que apenas por causa da Lei de DEUS que proíbe matar, eu tinha desistido de matá-lo naquele dia. Eu escutei os demónios que moram dentro de mim com muito interesse e boa vontade, nisso tudo que me ordenaram a fazer contra o Naty, lhes dei a total razão, e em plena consciência, fiz a tal carta em forma de um relatório com tudo que eles me mandaram fazer, como me haviam mandado, e entreguei o Naty, mas, o Naty, como sempre, não me mostrou qualquer preocupação em relação à minha expressão oral e facial de ódio e fúria contra ele, que eu e os demónios residentes em mim combinamos e manifestávamos contra ele, através da minha pessoa, durante vários dias.

 

7- Os demónios que moram dentro de mim, para além de me aconselharem a Matar o Naty (o meu próprio marido) e de me fornecerem planos para tal, com os quais eu havia concordado conscientemente, também colocaram dentro de mim, um desejo ardente de vê-lo morto a todo custo, ou seja, mesmo que não fosse eu a matá-lo, bastava que ele fosse morto, ainda que não fosse por mim, a fim de que ele fosse silenciado e eu não mais ouvisse as Santas doutrinas e Justas repreensões das quais eu tinha a plena consciência de que sou merecedora, mas que os demónios que moram dentro de mim me diziam sempre que eram falsas, injustas e diabólicas, e eu, em perfeito juízo, consciente que era tudo mentira o que os demónios residentes em mim me diziam a respeito do Naty e da doutrina que ele ensina e da necessidade que temos de suas repreensões, mesmo assim, concordei também com os demónios neste seus injustos e falsos juízos e afirmações a respeito do Naty, das doutrinas que ensina e da sua repreensão dirigida a nós da CRASDT porque, consciente, zelosamente e escondido da vista do público, apoiamos os demónios residentes em nós, nas suas injustas maldades contra DEUS e Naty, por causa de suas manifestações para libertação dos seres humanos desta geração da ignorância espiritual que vivem e que ainda só nós da CRASDT sabemos bem e conseguimos ver pela graciosa oportunidade que DEUS nos deu de conhecer primeiro as Suas puras revelações que ELE nos tem oferecido através do Naty. E eu apreciei e acariciei esse desejo maldito que os demónios que moram dentro de mim colocaram na minha mente e no meu corpo contra o meu próprio marido (Naty), concordei conscientemente com eles e lhes dei a total razão e contribuição firme e zelosa em tudo o que me pediram para fazer o Naty.

 

8- Os pecados que relatei acima, já os cometi conscientemente por inúmeras vezes. Desde que me casei de novo, estando eu ainda residida na casa da dona Lúcia, sempre que os demónios que moram dentro de mim queriam fornecer-me os seus planos de maldade que tencionavam ou almejavam que eu os executasse contra o Naty, DEUS e a Sua Santa obra, ou contra qualquer outra pessoa da Igreja, eles me mandavam ir à Igreja ou outro lugar fora do centro aonde eu ficaria totalmente fora da vista das pessoas da Igreja, especialmente o Naty, ou então me aconselhavam a deitar-me para que esses planos pudessem ficar mais bem firmes na minha mente. Eu concordava conscientemente com os demónios que moram dentro de mim e fazia exactamente como me mandavam.

 

9- Isso funcionava assim: Quando os demónios que moram dentro de mim me mandavam deitar para que me fornecessem os seus planos de maldade, e eu concordava conscientemente com eles e me deitava, na maioria das vezes, os demónios que moram dentro de mim me davam um terrível sono e me apresentavam esses planos de maldade na mente, exactamente como detalhei acima, em forma de sonhos, com imagens que parecem reais, estando eu a dormir. Mas, às vezes, não me deixavam dormir e me apresentavam esses planos constantemente na minha mente em forma de imagens e também me explicavam oralmente como executar esses planos, tal como detalhei acima. Quando eu ia para a Igreja ou outros lugares acima mencionados, eles me apresentavam esses planos tanto oralmente como em forma de Imagens. E eu prestava atenção aos demónios que moram dentro de mim com muito interesse e boa vontade, concordava conscientemente com eles em tudo, lhes dava total razão e fazia exactamente como me mandavam, mesmo tendo eu o conhecimento claro de que os demónios são seres maus e mentirosos, e indignos de qualquer atenção e tampouco de qualquer crédito. Esse pecado, eu já o cometi variadíssimas vezes.

 

10- Um dia, o Naty me tinha justamente repreendido por um pecado grave que eu tinha cometido, e que eu tinha a consciência clara de que eu não deveria tê-lo cometido, e sabia bem como manobrar a minha pessoa para que o não cometesse, mas não me lembro agora qual era esse pecado. Então os demónios que moram dentro de mim subiram no meu corpo um terrível sentimento de ódio e revolta contra o Naty, e me mandaram ficar de mal com ele. Eu concordei conscientemente com eles e fiquei de mal com o Naty. Pouco depois, estando o Naty fora do apartamento, o Ricardo veio procurá-lo, e eu lhe disse que o Naty não estava. O Ricardo me disse que ele estava precisando do Naty com urgência. Eu lhe sugeri que então fosse procurá-lo no terraço ou no apartamento de homens. Ele foi procurá-lo e pouco depois voltou e me disse que não o havia encontrado mas que me deixaria com um recado para dá-lo, o qual eu deveria dá-lo com urgência. Logo os demónios que moram dentro de mim me aconselharam a manifestar perante o Ricardo uma consciente e propositada postura de dissimulação, que consistia no seguinte: que lhe dissesse na sua presença, exteriormente, que sim, manifestando total preocupação e disposição em dar o tal recado com a urgência que ele desejava, mas que na minha mente eu decidisse a não dar o recado, porque, segundo eles, se eu desse ao Naty aquele recado, estaria a humilhar-me debaixo do Naty, sem que ele merecesse isso, dando-lhe a oportunidade para que ficasse “basofo e em bazofiarias”, enquanto eu ficaria humilhada, pelo que não deveria fazer isso de jeito nenhum, mas sim deixasse que o próprio Ricardo desse o seu recado ao Naty com a sua própria boca, por mais urgente que fosse. Me disseram também que, se porventura o Ricardo me perguntasse se eu tinha dado ao Naty o seu recado, eu deveria mentir para ele, dizendo-lhe que eu não tinha dado o recado porque tinha me esquecido de dá-lo ao Naty, expressando ao mesmo tempo, perante o Ricardo, posturas de espanto capaz de dar mais credibilidade e maior poder de convenção ao que lhe disse, pois que, segundo eles, caso eu desse essa desculpa falsa de ter esquecido, tanto o Ricardo como qualquer outra pessoa, acreditaria e facilmente, uma vez que eles também se esquecem de algo, e jamais descobririam que eu não dei o recado consciente e propositadamente, por causa da minha consciente, livre e propositada concórdia com os sentimentos de ódio e revolta que os demónios que moram dentro de mim me deram contra o Naty e que eu manifestei a ele. Eu escutei os demónios que moram dentro de mim com muito interesse e boa vontade, em perfeito juízo, livre e consciente, concordei com eles em tudo o que detalhei acima, lhes dei total razão e fiz em relação ao Ricardo exactamente como me mandaram, mesmo tendo eu o conhecimento claro de que eles (os demónios) são seres maus e mentirosos, e indignos de qualquer atenção e tampouco de qualquer crédito. E o Ricardo veio a mim num outro dia, e me perguntou se eu tinha dado o Naty o seu recado, eu lhe disse que tinha esquecido de dar o Naty o seu recado, exactamente como os demónios residentes em mim, me tinham instruído para dizer esta mentira ao Ricardo, e eu tinha conscientemente concordado com eles. E esse pecado, eu já o fiz variadíssimas vezes, com o Rosa e com praticamente todos os membros da CRASDT.

 

11- Lembro-me de um dia de manhã, na época em que Branco e Tite estavam no centro e manifestavam-se como quem se encontravam totalmente dominado pelos demónios, que os demónios que moram dentro de mim me tinham colocado ódio e revolta injustamente e sem nenhum motivo contra o Naty, e que eu tinha concordado conscientemente com eles e guardado esses maus sentimentos dentro do meu coração contra o Naty, e que, dominada por esses sentimentos, eu cheguei no quarto com cara mau, conforme os demónios em mim me tinham mandado e eu concordado conscientemente, e encontrei o Branco na porta do quarto a falar com o Naty, e o Naty estava a varrer o nosso quarto. Ao entrar-me no quarto, o Isaías chegou para falar com o Naty, mas mostrava-se assustado por ter visto o Naty a varrer o quarto, e o Branco, vendo isso, disse assim, em tom de escárnio e como quem estava bloqueado: “Isaías, o que é? Tu já espantaste com o Vassoura (referindo-se o Naty) que está a varrer. Não sabias que o profeta Vassoura varre? Pensas que o Vassoura não varre?”. E logo os demónios que moram dentro de mim me subiram ainda mais o ódio e revolta contra o Naty, vergonha do Isaías por ter visto o Naty a varrer, estando eu ali, trabalho que era eu é que deveria ter feito, mas não o fiz por maldade, uma vez que eu estava concordada com o ódio que os demónios em mim me tinham levantado no corpo injustamente contra o Naty, e me disseram na minha mente em forma de pensamento, assim: Não viste que o Naty está a fazer isso só para exibir-se de bonzinho e para ele dar show e te humilhar diante do Isaías e levar o Isaías a pensar que tu não limpas a casa? O Naty é mau, e só faz coisas que leva as pessoas da Igreja a olhar-te com maus olhos e te considerar como ímpia. Se fosse a Elsa que estava no teu lugar, ele não faria isso com ela. Por isso, deves matá-lo o mais urgente possível, e se quiseres vamos dizer-te como matá-lo rápido e sem deixar rasto. Eu escutei os demónios que moram dentro de mim com toda atenção e reverência, concordei conscientemente com eles em tudo, inclusive com a ideia que me deram de matar o Naty como uma solução e de receber deles (os demónios em mim) a instrução de como matar o Naty rápido e sem deixar rasto. E eu, em perfeito juízo e com a minha consciência livre, concordei com os demónios residentes em mim, em matar o Naty rapidamente e sem deixar rasto, e disponibilizei a minha mente a eles para me ensinaram como mataria o Naty rapidamente e sem deixar rasto, recebi deles as orientações, e aceitei aplicar as instruções para o matar.

Mas a intervenção misteriosa de DEUS no meu corpo, me impediu de atingir este objectivo meu e dos demónios residentes em mim, tendo colocado dentro de mim um grande sentimento de medo de fazer isso e depois me tirou da mente essa minha concórdia consciente com os demónios que moram dentro de mim e os sentimentos de ódio e desejo de o matar que havia fortemente no meu corpo. Esse tipo de pecado tenho acordado várias vezes com os demónios residentes em mim em praticá-los contra o Naty, mas também, a intervenção de DEUS para me impedir de realizá-los, tenho sentido sempre na minha pessoa, nos momentos da minha partida para matar o Naty, dando-me forte sentimento de medo de matá-lo e dizendo-me na minha mente em forma de pensamento, que se eu matar o Naty eu serei eternamente atormentada no inferno.

 

12- Então, alguns minutos depois que eu concordei conscientemente com os demónios que moram dentro de mim em matar o Naty e receber deles a instrução de como matar o Naty rapidamente, conforme coloquei acima, os demónios que moram dentro de mim me disseram assim, na minha mente e em forma de pensamento: “vai cozinhar para o Naty uma comida saborosa, que ele gosta e que ele vai ficar contente com essa comida e comê-la rapidamente.” Eu logo concordei conscientemente com os demónios que moram dentro de mim e fiz tal como me mandaram, ou seja, fui cozinhar uma comida sabi para o Naty. Quando eu comecei a preparar os temperos para fazer “refogado”, os demónios que moram dentro de mim me disseram assim, em forma de pensamento: “apanha aquele remédio de matar baratas que está em cima da mesa e coloca-o na comida e ninguém nem o Naty vai saber que colocaste esse remédio na comida. E quando a comida estiver pronta, bu ta mexe na comida e bu ta pol de forma que um banda kumida ta fica más poco na panela ki ta da aparência ma dja bu cumé resto de cumida e bu ta poi um cuzinha comida na prato só pa chucha prato, bu ta torna poi lá na panela bem rumado, ki Naty ta intende ma dja bu kumi e ma ka tem num prigo de é cume kel comida la, assi Naty ta cume fache e nem é ka ta discunfia ma tene veneno e é ta morre e assi nunca más bu ka ta obi si repreensons que bu sta farto del.” E acompanhado desses pensamentos e palavreados, os demónios que moram dentro de mim me deram o sentimento de escárnio e zombaria contra DEUS e Naty. Eu escutei os demónios que moram dentro de mim com toda atenção e reverência, apreciei com admiração tudo o que me disseram e concordei conscientemente com eles em tudo, inclusive com o plano de matar o Naty que me ofereceram, conforme está relatado acima, e também com o sentimento de escárnio e zombaria que me deram contra o Naty. Mas novamente fiquei com medo de colocar o remédio de matar barata na comida do Naty, para eu não ir ao inferno. Então, vendo os demónios que moram dentro de mim que eu fiquei com medo de colocar o remédio de matar baratas na comida do Naty, me disseram assim: “ka bu fadiga nem ka bu preocupa pamode a nós nu dou tudo kel plano e instruçon li, mas é ka pa bu pol na prática gosse não, é só pa nu odjaba bu disposiçom em mata Naty, si bu ta ceta ou não, pa ki depois na tempo certo nu bem usou po poi kel plano li na prática, e nós dja nu odja ma bu sta de nós lado e totalmente disposta a uni ku nós pa bu mata Naty, n’ton na tempo certo nu ta pou poi kel plano li na prática. E eu, novamente escutei os demónios que moram dentro de mim com toda atenção e reverência, apreciei com admiração tudo o que me disseram e concordei conscientemente com eles em tudo o que me disseram, e lhes disse que sim e que não tinha problemas, pois que eu estava totalmente disposta a unir-me com eles para matar o Naty quando e como quisessem. E assim eu e os demónios que moram dentro de mim, fechamos o nosso pacto para eu unir-me com eles para matar o Naty quando e como quisessem. Esse pecado cometi várias vezes e também os demónios que moram dentro de mim me deram essa ideia várias vezes, inclusive o de que estavam apenas a observar a minha posição para depois me colocarem nessas maldades contra o Naty.

 

13- Mas os demónios que moram dentro de mim me proibiram expressamente de comentar com o Naty e com qualquer outra pessoa da Igreja ou do mundo, o pacto que fizemos e que está relatado acima, e me disseram que eu deveria manter esse nosso pacto sempre em segredo, pois que isso era o nosso segredo entre mim e eles, e que sempre que o Naty me dissesse que eu tenho planos de matá-lo, eu deveria revoltar-me com fúria contra ele e dizê-lo que ele estava a mentir e que ele é um mentiroso, porque eu nunca tive nenhum plano de matá-lo. Eu escutei os demónios que moram dentro de mim com toda atenção e reverência, apreciei com admiração tudo o que me disseram e concordei conscientemente com tudo o que me disseram e fiz exactamente como me mandaram, mesmo tendo eu a clara consciência de que os demónios são seres maus e mentirosos, e indignos de qualquer atenção e tampouco de qualquer crédito. Esse pecado eu cometi inúmeras vezes.

 

14- Os demónios que moram dentro de mim me deram um grande plano de astúcia para eu usar para enganar ao Naty para que ele jamais desconfiasse do nosso pacto acima e acreditasse que eu nunca tive nem tenho concordado com nenhum plano de matá-lo, e esse plano de engano é o seguinte: me mandaram que dissesse ao Naty naquele dia, e sempre que ele me dissesse que eu tinha planos de matá-lo, chorando e apresentando sempre a aparência de quem estava muito ofendida, magoada e abatida com a sua acusação, que as pessoas que realmente têm planos de matá-lo como o Lino que tinha a faca 80 no colchão para matá-lo, que essas pessoas ele nunca diz que têm planos de matá-lo, nem os repreende, mas os trata sempre com todo amor e respeito como se fossem grandes justos, mas que como ele tem olho comigo, por isso é que ele sempre diz que quero matá-lo e que eu sou a Dalila da actualidade e passa esse entendimento para a mente da Igreja constantemente por meio das suas pregações, porque sabe que eu não quero matá-lo. Esse plano os demónios que moram dentro de mim me ofereceram para que eu o usasse como uma forma de enganar o Naty e fazê-lo acreditar que eu não tenho qualquer intenção de matá-lo e que apesar de eu ser fortemente atacada pelos demónios que moram dentro de mim para matá-lo, que eu sempre rejeitei, e nunca concordei com os planos de matá-lo que os demónios em mim me ofereceram e nem fiz qualquer pacto com eles para matá-lo. Eu escutei os demónios que moram dentro de mim com toda atenção e reverência, apreciei com admiração tudo o que me disseram e concordei conscientemente com eles em tudo o que me disseram, e fiz exactamente como me mandaram, mesmo tendo eu a clara consciência de que os demónios são seres maus e mentirosos, e indignos de qualquer atenção e tampouco de qualquer crédito. Esse pecado cometi várias vezes.

 

15- Os demónios que moram dentro de mim me aconselharam na minha mente em forma de pensamento, dizendo-me que, para eu amolecer o Naty o seu coração quando ele me repreende e me diz que eu tenho planos de matá-lo e que eu devo confessar esse pecado, eu devo chorar muito perante ele e apresentar comportamentos de mimo, mágoa e abatimento perante as suas palavras e negar firmemente que eu nunca concordei com nenhum plano de matá-lo, mas que sempre preferi suicidar-me em vez de matá-lo. Eu escutei os demónios que moram dentro de mim com toda atenção e reverência, apreciei com admiração tudo o que me disseram e concordei conscientemente com eles em tudo, e fiz exactamente como me mandaram. Esse pecado eu cometi conscientemente várias vezes, ou seja, sempre que o Naty me dizia que eu tenho plano de matá-lo, tal como os demónios que moram dentro de mim me mandaram e eu concordei conscientemente.

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16- E ainda, numa noite em que o Naty me dizia que o Cando era um grande homem e que eu deveria imitá-lo, porque os demónios que moram dentro dele o pressionam terrivelmente para ele matar o Naty, mas que o Cando resiste firmemente e não faz nada contra ele, mas pelo contrário conta a ele (Naty) todos os ataques que os demónios que moram dentro dele o fazem para matar o Naty, logo os demónios que moram dentro de mim me subiram um terrível sentimento de revolta e ódio contra o Naty e me disseram que contasse ao Naty mentiras, dizendo-lhe que eu também os demónios que moram dentro de mim me apelam fortemente a matá-lo, mas que rejeito, e que sempre os demónios que moram dentro de mim me apelam a matá-lo, mas que eu prefiro e escolho matar a mim mesma e não a ele e que digo aos demónios que moram dentro de mim, que eu não vou matar o Naty que é justo, mas que vou matar a mim mesma que sou ímpia, mas todos esses palavreados que os demónios em mim me mandaram dizer ao Naty, é um argumento falso e astucioso que os demónios que moram dentro de mim me arranjaram e me deram para usar a fim de enganar o Naty e fazê-lo acreditar que eu não tinha qualquer intenção de matá-lo, para que o Naty ficasse relaxado quanto ao cuidado que deve ter em relação a mim e de se proteger dos demónios em mim, a fim de que assim eu fornecesse aos demónios que moram dentro de mim, a total condição de em união matarmos cruelmente e de surpresa o Naty, tal como fez a Dalila em relação a Sansão, seu marido. E eu concordei conscientemente com os demónios que moram dentro de mim em tudo o que coloquei acima, e fiz exactamente como me mandaram, conforme coloquei acima, mesmo tendo eu a clara consciência de que os demónios são seres maus e mentirosos, e indignos de qualquer atenção e tampouco de qualquer crédito, e de que o Naty não merecia isso. Esse pecado já cometi muitas vezes, inclusive na associação com a Liú Évora.

 

Não percam a segunda edição, porque há muito mais para saberem a meu respeito!

 

Assinatura

 

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/Délcia do Nascimento de Oliveira Delgado Cunha/

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