Bonga: a hora kota na Baía das Gatas

18/08/2012 00:42 - Modificado em 18/08/2012 00:42
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O cantor angolano Bonga foi dos últimos cantores que compartilhou o palco com a homenageada do festival, Cesária Évora. E por isso marca sua presença com um sentimento especial para aquela que tinha grande admiração. “Estou aqui a recordar e trago todo o meu apreço, meu reconhecimento e carinho”, diz Bonga em relação a sua presença no 28º do Festival de Musica da Baia das Gatas. Bonga será acompanhado por artistas cabo-verdianos, sendo que alguns pertenceram a banda que tocou com a Cesária Évora.

Alem de prestar sua homenagem pessoal a Cesária, Bonga, também, sente que está a representar Angola. “Angola gostava dela e manifestou com grandes convites”. Mas, além de tudo, pretende “juntar o útil ao agradável”, que alem de prestar homenagem conviver com os artistas e amigos e visitar uma terra que  tem “uma relação especial”.

Bonga que marca sua segunda presença no festival da Baía das Gatas guarda boas recordações de sua última actuação. Relembra que cantou depois dos Ferro Gaita, “que estavam na mó de cima”, mas que “cantou e as pessoas gostaram” recebendo o devido reconhecimento.

Como “para cantar 400 músicas é complicado”, para esse ano propõe uma visita as músicas que badalaram em São Vicente, incluindo algumas que contou com Cesária, além de outras músicas novas. Tendo em consciência que é um artista que tem alguma empatia com um público que o conhece e que tem seguido o seu trabalho.

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Acerca dos projectos para o futuro o cantor espera continuar a fazer o seu trabalho. Afirma que não vai atràs, mas que os trabalhos vêm até ele, e por isso é continuar a fazer espectáculos e a cantar. Com o último disco editado em 2011, Hora Kota, ainda marcar sucessos, o cantor angolano sente que ainda tem muito dar e até conseguir “dará sempre mais“.

 

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