Assaltos: Mindelenses receosos com o aproximar-se da época festiva

8/12/2015 08:08 - Modificado em 8/12/2015 08:08

mindeloApesar do reforço policial no centro da cidade e em diferentes áreas de São Vicente, os mindelenses dizem-se receosos com o aproximar-se da época natalícia, pois é o período em que se regista o maior número de assaltos e roubos nas residências.

O mês de Dezembro é o mês de maior consumo devido à época festiva. Também é o período em que se regista o maior número de assaltos contra pessoas, estabelecimentos e residências.

Todos querem ter e oferecer prendas, ir às festas. Para além do esforço e do trabalho duro de alguns para conseguirem os objectivos e realizar os desejos, outros preferem ir por caminhos mais fáceis que é o uso do bem alheio.

Em entrevista ao NN, Cisaltina Costa considera não se sentir segura apesar do habitual reforço policial. A entrevistada recorda que em Dezembro do ano passado foi brutalmente agredida na sequência de um assalto.

Apesar de ter recuperado o seu cordão de ouro, a mesma ainda tem sequelas no corpo e na mente e diz não gostar de recordar do dia que marcou de forma negativa a sua vida. Costa acredita que a Polícia Nacional tem feito um grande trabalho no combate aos assaltos, mas ainda é insuficiente, pois são necessários mais meios materiais e humanos.

À porta da Fragata, encontrámos Aldevino Monteiro que já se prepara para as festas. Com alguns sacos nas mãos contendo alguns objectos, Monteiro diz que aproveitou para comprar algumas prendas. Questionado se se sente seguro a andar com as bolsas, o mesmo responde de forma positiva. Contudo, avança que nos próximos dias é necessário maior cuidado, pois o movimento é maior e há quem se aproveite da situação para roubar as pessoas.

Já a entrevistada Clara Medina considera que quando se encontra no centro da cidade sente-se mais segura, pois existe um maior reforço policial que deixa as pessoas mais tranquilas. Enquanto que nas zonas periféricas, o perigo está à espreita a todo o momento e os assaltos são mais constantes.

  1. Também a Electra não ajuda em termos de iluminação pública nas zonas periférica, por exemplo em Ribeirinha lombo de curzinha, os postos estão todos fundidos portanto não iluminação nessa zona e constitui um perigo para os moradores. É de suma urgência que tomem medidas tendo em conta também para além disso, nesta localidade há falta de mais postos de iluminação, e estamos às escuras.

  2. Carlos Silva - Ralão

    COM CERCA DE 2000 MILITARES, OU MAIS, NO QUARTEL DA 1ª REGIÃO MILITAR, O MINISTÉRIO DA DEFESA EM PARCERIA COM O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E ADMINISTRAÇÃO INTERNA PODERIAM COOPERAR E SOLICITAR UM REFORÇO DE 200 A 300 MILITARES PARA, JUNTAMENTE COM A POLICIA NANCIONAL (BAC, POLICIA DE CHOQUE, PIQUETE, …), PATRULAHREM OS BAIRROS E AS ARTÉRIAS MAIS PERIGOSAS E CIRCULÁVEIS PELOS CIDADÃOS SANVICENTINOS

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