São Vicente: Afundamento de mais um navio na baía é alvo de críticas

4/12/2015 07:57 - Modificado em 4/12/2015 07:57

Foto- Carlos PulúEm São Vicente, mais um navio afunda-se no Porto Grande, desta vez trata-se do navio “Tereza” que estava atracado no cais da Ex-Interbase. Porém cidadãos já tinham denunciado a situação nas redes sociais assim como demonstraram o desagrado perante as autoridades marítimas.

Carlos Pulú posta fotos do barco a submergir e assegura que o afundamento ocorreu na madrugada de Quarta-feira, dia 2 de Dezembro, e questiona onde estão as autoridades marítimas face a esta situação no cais da Ex-Interbase. Alguns internautas estão incrédulos e ainda perguntam “ onde está o cluster do mar?”, também Sandra lembra que existem administradores que recebem uma fortuna e acredita que não fazem nada. O internauta, Almeida diz “eu não acredito! Ainda vão manter os responsáveis pela gestão marítima (Capitania dos portos AMP)? Se sim é melhor desistirmos de ser cidadãos atentos.”

A RCV adianta que em torno deste afundamento, existe um passar de responsabilidades, uma vez que direcção do Porto Grande diz que trata-se da jurisdição da Capitania dos Portos. Por outro lado a Capitania dos Portos alega que a embarcação estava atracado no Porto Grande, logo deverá ser este a responsabilizar-se. Ainda a rádio nacional confirma que o afundamento do navio é devido a inundação de água do mesmo e que na madrugada de ontem as autoridades foram alertadas da submersão do barco.

  1. Bocage

    Há sem dúvida um paralelo entre o afundamento deste barco Tereza, o afundamento do Titanic e o afundamento da Ilha S.Vicente.
    Enquanto esses barcos afundam-se a orquestra continua a tocar e os responsáveis indiferentemente continuam também dançando como se nada fosse ou se nada aconteceu.

  2. Manuel Joaquim

    Camarada jornalista, redigir é extremamente dificil e informar corretamente é um grande calvário, quando não se esta bem preparado para coisinhas do dia a dia. Quem visitou ou conhece o local do afundamento e revê a imagem acima apresentada, percebe que, só por ignorancia se pode escrever que A EMBARCAÇAO ESTAVA ATRACADA NO PORTO GRANDE. Nao se pode confundir ATRACADA com ANCORADA ou FUNDEADA, Isto é uma desinformação e não me parece que seja este o papel do NN. “De novo/verde é que se torce o pepino” e é bom que o camarada jornalista comece a ser torcido, para que possa apresentar um trabalho informativo, cada vez mais e melhor. Obrigado.

  3. Manuel Joaquim

    Grande BUJARDA! O navio estava amarrado ou entao fundeado proximo do Cais da Interbase. Na imagem, o navio aparece semi afundado pelo lado Bombordo ja que, percebe-se que o lado de estibordo aflora a superficie e tambem não se percebe que, se estava atracado, como é que pode ter surgido no local onde agora está. A não ser que tenha “fuga”, como se diz em bom crioulo, alupecadamente e antes de expirar tenha tentado imitar o nosso grande “NHO FULA”, que Deus tenha e que o proteja na sua Santa Gloria, AMÉM.

  4. Manuel Joaquim

    Os GRANDES e DIGNISSIMOS gestores deste pobre país insular, foram contratados não para trabalhar mas sim, para viverem a grande e a francesa, despejando charme pela FIC e Rua de Lisboa. Como não podia deixar de ser, “TERESA” brasá de bradá pe socorre. Agora ja está morta e estatisticamente é mais um numero e um nome a engrossar o cémiterio que parece ser a grande VOCAÇÃO do nosso Porto Grande, ao menos enquanto o Monte Cara, continua fingindo dormir de cara escarrapachada para o Céu. Nós, continuaremos impassiveis sabendo que so servimos para pagar impostos e a assistir os nossos MERITISSIMOS gestores destes “10 graozinhos di terra” que, GOTE D´MANÉ JOM, ta engordá na gemada. Parece que ainda estamos na TEMPO DE CANIQUINHA, T´AMARRÁ CATCHOR C´LINGUIÇA.

  5. Carlos Drummond

    Há sem dúvida um paralelo entre o afundamento deste barco Tereza, o afundamento do Titanic e o afundamento da Ilha S.Vicente.
    Enquanto esses barcos afundam-se a orquestra continua a tocar e os responsáveis indiferentemente continuam também dançando como se nada fosse ou se nada aconteceu.

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