Flash Models e eventos procura caras novas

19/11/2015 11:51 - Modificado em 19/11/2015 11:51
| Comentários fechados em Flash Models e eventos procura caras novas

FlashO auditório da Universidade de Cabo Verde (UNI CV), em São Vicente, prepara-se para acolher no próximo dia 21 de Novembro, o casting da empresa Flash Model e Eventos, um evento que pretende descobrir novas pérolas para lançar no mundo da moda e eventos.

Em conversa com Sílvia Pires, modelo e proprietária da empresa, esta explica que com este casting serve para escolher talentos direccionados aos diversos caminhos que a sua empresa pretende seguir, nomeadamente no ramo da moda e passarela, fotografia, hospedeira e protocolo de eventos.

Com este casting e futuras selecções, Flash quer mostrar o que existe de melhor nestes 10 grãozinhos de terra e para isso, Pires espera poder contar com a abertura das pessoas a este projecto que promete inovar. De entre as inovações estão formações e intercâmbios com as agências parceiras, Be nice Model e Top Point, em Portugal e Angola, desenvolver trabalhos sociais.

Como ponto de partida de selecção, estão os requisitos da idade (16-35 anos), aparência minimamente apresentável, altura em caso de modelos para passarela. Contudo Pires, chama atenção a estes quesitos que os candidatos não serão avaliados todos para o mesmo perfil, cada um pode preencher uma necessidade diferente da empresa.

Importa realçar que no dia 28 de Fevereiro acontece a segunda fase do casting, uma selecção mais abrangente na sede da Fotogira, um dos parceiros desta empresa.

As “caras” seleccionas, terão da empresa um vídeo book, formação, um portfólio, agenciamento e envio do curriculum para diferentes empresas, tanto da ilha como fora do país.

Falando da decisão de investir em São Vicente, sua ilha natal, Sílvia que trabalha há 14 anos como modelo, conta que tal decisão partiu do facto de acreditar no potencial do povo deste arquipélago.

“Cabo Verde tem um enorme potencial para o mundo da moda, embora seja ainda pouco explorado. As pessoas vêm o mundo da moda e principalmente das passarelas como passatempo e isto precisa ser mudado”, afirma a jovem que pretende melhor este aspecto de valorização desta área.

A recém empresária afirma, entretanto, estar consciente das barreiras a enfrentar e garante que não vai baixar os braços. Isto porque “ ainda existem pessoas com vontade de fazer”, que garante ser seu caso pois “este trabalho vai ser realizado de coração”.

Outro aspecto pela qual a agência vai apostar, segundo Pires, é nas parcerias, no trabalhar em conjunto para que a empresa atinja a qualidade pretendida. Uma vez que Flash “não pretende ser apenas mais uma empresa a fazer”.

“ O mercado da moda em Cabo Verde é ainda pequeno e temos de trabalhar como se fossemos uma família, como este arquipélago é conhecido, embora impere hoje o individualismo. O que é mau, porque as parcerias abrem portas para o mundo”, explica a modelo que vai beber da sua experiencia em Portugal e angola para levar avante este projecto.

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.