Emissão de vistos no AICE faz turistas esperarem cinco horas

12/11/2015 08:07 - Modificado em 12/11/2015 08:07

aeroportocesariaPara viajar para Cabo Verde é necessário um passaporte com validade de pelo menos 6 meses  e um “Visto de Entrada”  obtido nos Consulados e Embaixadas de Cabo Verde. No entanto,  existe também a possibilidade de se obter o visto à chegada, no próprio aeroporto, mediante apresentação de documentação que comprove a condição de turista e meios de subsistência (custo do visto no aeroporto 25 euros).

Atrasos na emissão de vistos no Aeroporto Internacional de Césaria Évora , cria constrangimentos para passageiros e turistas que escolhem o arquipélago como lugar de eleição para negócios ou lazer.

O pedido de visto nas fronteiras aéreas, no caso de São Vicente, no Aeroporto Internacional Cesária Évora, saem mais baratos aos estrangeiros se forem adquiridos quando chegam ao País.

De acordo com um trabalhador do Aeroporto Internacional Cesária Évora, os atrasos são frequentes e costumam chegar até a cinco horas de atraso, o que não faz sentido e acrescenta que isso tem trazido grandes constrangimentos aos passageiros que ficam retidos no aeroporto, sem nenhumas condições, à espera que os vistos sejam emitidos, uma situação, que tem vindo a arrastar-se há muito tempo, conforme a nossa fonte.

As causas, segundo nos explica, devem-se ao facto dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, principalmente no que toca ao acompanhamento dos procedimentos e custos dos processos, não terem equipamentos necessários para darem resposta a todos os pedidos.

“O Serviço de Emigração e Fronteiras do aeroporto não tem condições e trabalha com apenas um computador, enquanto que noutras ilhas, como é o caso da Boavista, há quatro, e noutras ainda muito mais”.

  1. Gtu

    Há que acrescentar que os agentes do SEF que estão na fronteira mal falam o inglês e pior então o francês. Para um país que esta a apostar no turismo, não podemos negligenciar a aposta na excelência dos profissionais de primeira linha (os que fazem um primeiro contacto com os turistas – tripulação TACV, funcionários do aeroporto, SEF, taxistas, etc), e bem como a aposta na eficiência dos serviços. O nosso diferencial competitivo com outros destinos turísticos (diga-se de passagem, mais bonitos, mais seguros e muito mais baratos do que Cabo Verde) deve ser a morabeza do crioulo, que nos é característico. O ideal é que os SEF, no cumprimento escrupuloso do seu serviço, sejam também embaixadores de Cabo Verde.

  2. atenta

    E depois que tem que esperar é para esperar mesmo. esses tais turistas naõ trazem grande dinheiro para cabo verde. gastam pouco comem só sanduiche e ainda querem que sejam tratados que nem reis.

  3. Manuel Oliveira

    Os turistas passam cinco horas para obterem o visto de entrada no Aeroporto, o que não é normal
    Mas e o coitado do cidadão nacional que pena todas as agruras, dois/três meses, para obter um Passaporte? E a DGSEF muda e, queda, vendo a banda passar, não se dignando, ao menos, dar uma satisfação que satisfaça aos utentes. E, muitos, com necessidade, até de saúde, de viajarem com uma certa urgência! Que isso dói, dói e, até quando!?

  4. Fredson

    @atenta : o turismo gera 20% do PIB… 20%. Sanduiche ta sai corr ! 🙂

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