Defesa de Bustus , Vilalonga e Ortega pede a absolvição por não haver provas

11/11/2015 16:31 - Modificado em 11/11/2015 16:31

TribunalFelix Cardoso , advogado de defesa dos arguidos Juan Bustos , Carlos Ortega e Vilalonga , defendeu na alegação que a investigação levada a cabo pela PJ é nula e não vale e se houve ela é clandestina . Isto, porque no seu entender o princípio da lealdade processual foi violado ,porque o acesso as provas foi violado e negado aos arguidos . Sustenta esse argumento no facto , segundo o seu entender , que o MP não forneceu as provas devidas entre as quais um relatório da PJ que resumia as provas . Afirmou que não é possível investigar e esconder as provas. E cita o exemplo dos passaportes apreendidos aos arguidos que só hoje a defesa teve acesso.E isso era importante para a defesa , pois os referidos passaportes

mostram que as datas não coincidem com as data PJ que diz estiveram lugar e os passaportes mostram que estavam noutro.
Em relação aos telefones acusa a PJ de atribuir um número falso ao Carlos Ortega para o incriminar e assim provar que estava em contacto com Ariel e Vilalonga ,. O advogado considera o facto como um acto criminosa da PJ . Com isso conclui que essa atitude prova a falta de seriedade da investigação
Porque motivo a PJ inventou o número ? Perguntou , para dizer que espera o MP não tenha tomado conhecimento desses erros . “E se tomou é grave ” – conclui

Não existem provas que o Epinicio trouxe droga nem no Brasil , nem nas águas internacionais , nem em cabo verde
As persuasões não podem sustentar uma acusação e muito menos uma condenação .

Os seus clientes não foram pegos com a droga não houve nada provado. O transbordo não existe , não ficou provado . E sustenta que no direito penal não se pode condenar por presunção , mas sim pelos factos . Invoca o princípios do indubio pro réu , ou por falta de provas para pedir a absolvição dos seus clientes.

Em relação ao confisco dos bens defendeu que não existem razões para tal , pois sustentou que o confisco é o resultado de um crime cometido anteriormente e ficou provado que não cometeram antes nenhum crime que lhes deu vantagem. E mostrou que os bens que tem não são desproporcional . Conclui dizendo que a acusação tem pés de barros.

  1. maria

    a droga apareceu em cv como? porque é que estavam com tanata droga? milagre, caiu do ceú? que esse advogado pare de chamar de burro os tribunais de cv

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.