Escola Técnica: as condições são lastimáveis nas salas de aula e nas casas de banho

28/10/2015 07:54 - Modificado em 28/10/2015 07:54

Esc. TecnicaA Escola Técnica Guilherme Dias Chantre em São Vicente há muito que precisa de obras. Alunos e professores são unânimes: “as condições são lastimáveis” nas salas de aula e nas casas de banho, entre outros espaços. Para resolver parte dos problemas, a Escola necessita de cerca de dezasseis mil contos.

A Escola Técnica Guilherme Dias Chantre funciona desde 1954 e já dá sinais de debilitação, por isso, é necessário envidar esforços para a sua reabilitação. Professores e alunos acreditam que a escola merece melhores condições, sobretudo nas salas de aula, nas casas de banho, no muro de vedação e em vários outros compartimentos carentes de uma intervenção urgente.

Tectos das salas degradados, paredes e coberturas com várias fissuras, muros caídos, são alguns dos “graves problemas” apresentados. O edifício apresenta vários problemas e requer uma reparação profunda.
Professores, alunos, funcionários e encarregados de educação têm vindo a denunciar a situação da Escola, mostrando-se insatisfeitos com a degradação dia após dia, uma situação que consideram “lastimável”.
Segundo o director da Escola Técnica, Delacth Mendes, as preocupações da escola são do conhecimento do Ministério da Educação e espera que a escola também seja contemplada na lista das escolas que precisam de manutenção.

Para a primeira fase de manutenção são necessários cerca de dezasseis mil contos. Para além das salas de aula e do muro de vedação, o director reconhece debilidades noutros espaços da escola.

As condições da Escola são “lastimáveis” e representam um risco para a comunidade escolar. Os tectos não dispõem de quaisquer condições e quando chove temos de procurar salas com melhores condições, adianta um professor.

A comunidade educativa considera que a Escola que muito tem contribuído para o País deveria merecer maior atenção por parte do Ministério da Educação.

  1. Francisco andrade

    e aí Dona ministra Fernanda?

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