ISCEE: Buscar outras formas de receitas

26/10/2015 07:20 - Modificado em 26/10/2015 07:20

reitor isceeEm conversa com o Presidente do ISCEE em São Vicente, Rui Franganito, o mesmo avança que “em relação à tesouraria a sua instituição não tem tido problemas e não tem havido problemas com a questão do pagamento de salários aos docentes”.

“Inclusive no mês passado, fechámos as contas do ano lectivo 2014/15. Não há dúvidas que ao longo do ano lectivo, em particular neste último, há momentos em que há grandes desafios mas no ISCEE conseguimos superar as questões de tesouraria basicamente devido a alguns factores que nos têm orientado”.

O presidente do ISCEE aponta como primeiro factor para o equilíbrio financeiro “uma eficiência e eficácia na administração” dos recursos. Outro aspecto, tratando-se de um instituto económico diz que há um número limitado de cursos e não “abrem cursos só por abrir”. Além dos cursos já existentes, avança que não se pensa em abrir mais cursos “para manter o índice de eficácia”. Outro aspecto que considera, é a existência de dois pólos, um em São Vicente e outro na cidade da Praia, o que ajuda a equilibrar. Elege ainda como um dos factores para o equilíbrio, o facto de terem um gabinete de instigação “muito activo” que “angaria vários tipos de projectos para algumas instituições e parceiros, que não só ajudam nas propinas dos alunos como também representam um encaixe dos projectos em que participamos”.

“Este conjunto de variáveis impede que nos concentremos apenas na capacidade do aluno de pagar as propinas ou não, ampliando, assim, as nossas fontes de receitas”.

O pagamento das propinas por parte dos alunos tem sido um desafio para os estudantes de diversas universidades. Para o Presidente do ISCEE há muito tempo que o valor da propina não aumenta e assegura que, tirando a universidade pública, o ISCEE tem as propinas mais baixas. “Não há muita margem de esforço para as famílias e os estudantes. Para os alunos, temos o gabinete de acção social que avalia caso a caso e procura soluções. Além disso, temos encontrado no universo empresarial, empresas que patrocinam os nossos alunos e temos angariado novos parceiros para a oferta de bolsas”.

  1. Francisco

    Que isso sirva de know how ao DECM da UniCV, a Universidade Lusófona e ao IUE que abrem cursos sem saída profissional.. e preocupam com a quantidade de discentes e não da qualidade de ensino e do curso

  2. Jorge Duarte

    Caro Francisco,
    Haja respeito! Para sua informação IUE faz formação em exercício e de aperfeiçoamento de professores – Complementos de Licenciatura . Os professores já são empregados. O número de vagas nos cursos de Licenciatura são estipulados de acordo com necessidade de absorção. Pelo que sei os 300 candidatos deste ano têm emprego garantido em 2019 quando terminarem.
    O espaço para comentários não são para toda casta de baboseira!

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