São Vicente: Turistas ignoram bandeira vermelha na Laginha

22/10/2015 01:13 - Modificado em 22/10/2015 08:05

LaginhaA praia da Laginha, em São Vicente, tem sido apreciada pelos turistas que chegam ao Porto Grande nesta época dos cruzeiros, contudo, ignoram a bandeira vermelha na praia da Laginha e foram ao banho para aproveitar a paragem no Mindelo, situação divulgada na rede social. Também um internauta preocupado com a impressão que os turistas levam da ilha do Monte Cara, regista um indivíduo a fazer  necessidades fisiológicas à chegada do paquete, nas redondezas do cais e apela às autoridades que tomem medidas.

O internauta Nuno Ferreira captou as imagens e postou na rede social o desrespeito ao sinal de perigo que ontem estava na praia da Laginha, enquanto vários turistas aproveitavam o clima e o mar que, por sua vez, tinha a indicação da bandeira vermelha, o que indica que o mar está perigoso e que não se pode nadar e até mesmo entrar na água, pois, esta bandeira significa um alerta da maior importância. Desta forma, comprova-se que os turistas que entram no Porto Grande não são acompanhados e pergunta-se às autoridades qual é o plano para a recepção dos turistas na temporada 2015/2016 que prevê mais de 44 mil passageiros durante este ano.

ind1Para além da constatação “turistas do Cruzeiro que estão em SV, ignoram a bandeira vermelha e aproveitam esta praia e este clima!”, também há quem divulgue situações menos perigosas para os turistas, mas que podem estragar a imagem da ilha. Nomeadamente um indivíduo que faz as necessidades fisiológicas com vista para o Porto Grande, isto é, em plena cidade do Mindelo e com uma recepção de um paquete de turistas. No post de David alguns mostram bonecos que estão incrédulos, outros acham piada e há quem escreva “muito bem colocado estas tuas fotografias com o olhar crítico de quem quer o melhor para a nossa querida ilha. E que faça eco a quem de direito, para tomar medidas necessárias”.

  1. Mindelense

    Meus senhores, a verdade é que em Cabo Verde não existe planos para nada. As Instituições Públicas não são pro-activas mas sim reactivas, pois, na verdade não tem liberdade para nada. E em São Vicente então, este facto é grotesco. Prova disto é se você colocar qualquer questão à um chefe de serviço, este nunca dará respostas claras, sem antes perguntar ao seu “tutor” na Praia. Não fazem o que lhes compete mas sim o que lhes é ordenado. E é exactamente por isso que a administração pública não premeia o mérito mas sim a obediência, tendo como consequência o estado de abandono que esta ilha e as restantes 08 permanecem. E quem ousar desafiar o sistema, é simplesmente posto de lado.

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