Moradores de Inpena sofrem: mau-cheiro e treze horas seguidas de música ao ar livre

14/08/2012 00:17 - Modificado em 14/08/2012 00:17

A realização semanal de um convívio no largo de um jardim infantil Inpena está a causar transtornos aos moradores. Têm que suportar treze horas seguidas de “música” . Melhor dizendo : de uma barulheira que os tímpanos não suportam. Mas uma desgraça nunca vem só ,pois tem que juntar o fumo dos grelhados e mau cheiro da urina .

 

O NN apurou que os moradores da zona de Impena perderam o sossego e a paz . Tudo por causa de um convívio que dura à cerca de quatro semanas naquela localidade. É que um grupo de cidadãos, estranhos a esse bairro, tem realizado uma actividade no largo do jardim Mundo Infantil que engloba regadas de álcool, grelhadas e música ao ar livre. Segundo os residentes, todos esses ingredientes têm contribuído para acabar com a paz que reinava nesse bairro.

O ambiente reinante em Impena aos domingos tem prejudicado as pessoas devido aos níveis de propagação sonora que invade o interior das residências. Os moradores dizem não terem nada contra o evento, visto que os intervenientes estão a aproveitar o seu verão. Mas que é preciso haver civismo pela saúde pública, uma vez que estão a ser afectados pela poluição sonora proveniente dessa actividade que também interrompeu a tranquilidade daqueles que residem do outro lado dos campos de futebol, na zona de Lombo Tanque.

Segundo os residentes “eles têm uma licença passada pela CMSV com o propósito de realizar uma actividade para saudar os emigrantes. Mas dizem que “ não podem transformar essa acção num acto de selvajaria onde colocam música com níveis de propagação sonora que ensurdece as pessoas”Isto porque são mais de 13 horas seguidas de música num volume exagerado . O que perturba a convivência , na medida que o barulho não permite falar com alguém em casa, no telefone ou ouvir quando batem a porta”.

Este online soube que nas primeiras semanas, o barulho perdurou até as duas da madrugada e que em várias ocasiões os residentes chamaram a Polícia Nacional. E que no caso deste domingo, depois de várias chamadas, a PN chegou ao local e deu ordens para reduzirem o nível do som, mas a festa manteve-se até de madrugada.

Outro problema que resulta dessa actividade tem a ver com a higiene. Pois apesar de terem colocado dois urinóis no local a maioria preferiu fazer as necessidades fisiológicas ao ar livre . Mas esses mictórios já causaram problemas na semana passada quando foram atirados para o chão e durante quatro dias as fezes e a urina espalharam-se pelo chão.Os moradores tiveram que lançar produtos de desinfestação para expelir o mau cheiro.

  1. da cidade, lá para Jom Debra, fiúra ou cagode de posse e não no meio das zonas.

  2. fatima

    isso é uma falta de respeito pelo povo de S.V, A Câmara está em divida com esse pessoal e isso é o preço a pagar pelos votos.
    vamos protestar sem tregua.

  3. Maria O.

    De novo somos confrontados com uma comunidade refém de foliões a coberto da irresponsabilidade daqueles que emitem as licenças na Câmara Municipal, sem haver uma fiscalização e sem que a Polícia faça o máximo à sua disposição (a despeito da licença emitida) para garantir um mínimo de ordem e bem-estar aos cidadãos que têm direito ao sossego e ao silêncio nas suas residências. Visto isto, as autoridades (Câmara e Polícia) são mais parte do problema que da solução. Andamos à deriva!

  4. di praia

    palermas nhos ka odja ma la e ka lugar de orina , porcos de merda

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