Empresas de construção civil sem perspectivas de futuro

20/10/2015 08:03 - Modificado em 20/10/2015 08:03

construçãoO Presidente da Associação das Empresas de Construção Civil de Cabo Verde afirma que as empresas de construção civil do país estão a passar por dias difíceis.

Paulo Figueiredo fez o alerta apontando à conjectura económica do país e às políticas erradas adoptadas pelo Governo há alguns anos como uma das principais causas do não crescimento e consolidação das empresas cabo-verdianas.

Figueiredo faz referência a “grandes obras que foram adjudicadas de forma directa a empresas estrangeiras sem passar por concurso público, sem que houvesse uma obrigatoriedade de fazer consórcio para a execução dessas obras”, isto porque, explica Figueiredo essas obras são realizadas com o financiamento do Estado de Cabo Verde, ou seja, “todos nós iremos pagar no futuro”, esclareceu à RCV.

Apesar de reconhecer que tem havido ligeiras melhorias no ambiente de concorrência neste sector, o Presidente da Associação das Empresas de Construção Civil afirma que a situação das empresas de construção tende a complicar-se ainda mais com a diminuição do investimento público nas infra-estruturas e a paralisação das obras do programa “Casa para Todos”, com os estaleiros às moscas e muitos subempreiteiros, diz Paulo Figueiredo, foram empurrados para a falência.

O Presidente da Associação das Empresas de Construção Civil de Cabo Verde diz que as empresas continuam a aguardar por uma resposta do Ministério do Ambiente, Habitação e Ordenamento do Território quanto ao pagamento dos atrasos no âmbito do programa “Casa para Todos”.

  1. cv

    tudo voces aponta dedo a governo,ó FIGUEIREDO voce não sabe que as obras dado as empresa estrangeiro são eles quem financeia,porquê que voces não ponta dedo a ULISSES que deo 79 mil conto a empresa portuguêsa pra asfaltamento de achada santo antonio, agora eu pergunto? não devia ser dado empresa nacional?

  2. IFH

    O Moisés Borges deve esclarecer mais uma vez onde está o dinheiro.
    Pois foi quem deu a conferência de imprensa garantindo o desbloqueamento do Governo Português.
    Os Ministros das Finanças e Planeamento , do Ambiente , Habitação e Ordenamento do Território deixaram a ” batata” com o Moisés Borges, na qualidade de membro da comissão política, como é de esperar no Estado/Partido

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