Banca Furada: Estudos continuam a procurar soluções para a redução da permeabilidade da albufeira

19/10/2015 08:15 - Modificado em 19/10/2015 08:15
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barragemA empresa Prospectiva, responsável pela fiscalização da obra da barragem de Banca Furada em São Nicolau, numa primeira análise, atribui à elevada permeabilidade/fracturação da albufeira como factor principal para a não retenção da pouca água acumulada.

A Prospectiva assegura que é ainda necessário fazer observações e prospecções geológicas-geotécnicas para poderem ter um estudo mais aprofundado sobre a não retenção da água da barragem de Banca Furada e para poderem encontrar soluções para reduzirem a possível permeabilidade da albufeira que é elevada. Ainda em comunicado, a empresa adianta que “o volume de água acumulado foi muito pouco, 1,5% do total do volume da barragem; também o período de seca que se prolonga há cerca de três a quatro anos, contribuiu para uma situação de défice de acumulação de água no subsolo, uma baixa saturação do terreno o que baixou consideravelmente o nível do lençol freático e, sendo a estrutura geológica da área da albufeira, de origem vulcânica, o grau de fracturação e de permeabilidade é elevado”. Essas são as primeiras conclusões da equipa que esteve no terreno entre os dias 14 e 16 do mês de Outubro, constituída por técnicos do Ministério do Desenvolvimento Rural (MDR), Laboratório de Engenharia Civil (LEC) e Prospectiva.

A Prospectiva esclarece que a qualidade e segurança da estrutura da Barragem da Banca Furada não estão em causa, uma vez que as mesmas estão ressalvadas e garantem que não há qualquer sinal de irregularidade, pois a mesma “foi construída segundo projecto de Engenharia aprovado e normas construtivas gerais de Engenharia Civil, o que continuará a ser sempre o elemento fundamental de qualquer acção complementar que venha a ser executada na área da Albufeira”.

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