Vigília: Liberdade já para os presos políticos em Angola

15/10/2015 08:17 - Modificado em 15/10/2015 08:17
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Mindelo acolheu, na passada terça-feira, cerca de cinquenta pessoas na rua de Lisboa em frente ao Palácio do Povo, que deram a cara pela segunda vez, num gesto de solidariedade para com os 15 activistas políticos detidos em Angola acusados de preparar uma rebelião contra o Estado angolano.

A iniciativa mobilizou algumas dezenas de pessoas que acreditam que este gesto simbólico seja uma forma de mostrar o seu apoio aos 15 activistas presos.

Durante cerca de uma hora, os elementos da vigília, trajados a branco, empunharam velas e cartazes com as mensagens de “Liberdade já”, “solidariedade para com os presos políticos em Angola”.“É uma acção absolutamente espontânea que não representa nada nem ninguém, apenas a vontade de um grupo de pessoas que quer passar à acção algumas palavras de ordem que dizem respeito à liberdade, direitos e garantias e, neste caso particular, à liberdade de expressão”, esclarece João Branco, elemento da organização.

A vigília teve como foco particular o activista Luaty Beirão, que está em greve de fome há 25 dias em Angola.

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Além do Mindelo, Santiago também acolheu a iniciativa. Na cidade da Praia, a concentração teve lugar na Praça Alexandre Albuquerque.

Luaty Beirão nasceu e cresceu em Angola onde vive, mas estudou em França, Portugal e Inglaterra, onde se licenciou em Engenharia Electrotécnica.

É filho de João Beirão, uma figura do regime, amigo de extrema confiança do Presidente angolano que o nomeou para presidir a Fundação José Eduardo dos Santos.

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