Guiné-Bissau: Dois meses sem governo e uma crise sem fim à vista

13/10/2015 07:56 - Modificado em 13/10/2015 07:56
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carloscorreia3lusaA reunião desta segunda-feira entre o presidente guineense, José Mário Vaz e o primeiro-ministro, Carlos Correia, voltou a concluir sem avanços para pôr termo à crise institucional.

No dia em que se cumprem dois meses sem governo, o líder do executivo culpou a «intransigência» do presidente pela continuação da crise.

«O senhor presidente insiste em tirar nomes da minha lista e nós não vamos aceitar isso porque já fizemos todas as concessões necessárias para que pudéssemos ter um governo», disse Carlos Correia, à saída do encontro com José Mário Vaz.

Enquanto o impasse político se prolonga, a tensão dá sinais de aumentar nas ruas da capital. Esta segunda-feira, um homem foi detido por suspeitas de fazer ameaças de morte contra o o secretário-geral do Partido da Renovação Social, Florentino Mendes Pereira. Entretanto, a associação Aliança Nacional para Paz e Democracia anunciou que o ex-primeiro-ministro Domingos Simões Pereira está a ser perseguido pela polícia.

abola.pt

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