Darlene Sousa: “sorriso das pessoas que são ajudadas é o melhor salário do voluntariado”

9/10/2015 07:40 - Modificado em 9/10/2015 07:40
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Darlene Sousa, 24 anos, ama fazer voluntariado que lhe foi apresentado pela irmã mais velha e, a partir de então, a voluntária não parou de trabalhar em prol da comunidade. A remuneração é uma questão que está sempre em último lugar nos seus desejos e Darlene garante que é remunerada sim com o voluntariado, visto que o sorriso das pessoas que são ajudadas é a melhor remuneração que se pode receber.

Darlene Sousa conta que quando começou a fazer voluntariado, a paixão era tão grande que a mãe inclusive questionou-lhe se o Centro da Juventude agora era a sua casa, visto que era o lugar onde a jovem passava a maior parte do tempo do seu dia. Darlene afirma que o centro é a sua segunda casa e que jamais o abandonará, “podem mudar para o lugar mais longe de São Vicente e eu irei na mesma, porque é algo que eu gosto de fazer e preenche-me como pessoa”.

Darlene diz que um dos aspectos menos positivos do voluntariado é que muitas vezes é um trabalho que não é valorizado pela sociedade e alguns chamam os voluntários para fazerem qualquer tipo de trabalho, porque sabem de antemão que não é remunerado. Mas Darlene diz que “não temos medo do trabalho, não recebemos, mas alguns devem ter consciência que existem alguns trabalhos que devem ser pagos, visto que optam pelo nosso serviço e não o do técnico, logo, devem pagar-nos, menos, mas devem remunerar o nosso trabalho”. Esclarece ainda que fazer voluntariado não é trabalhar de borla, mas sim ajudar a comunidade a desenvolver-se nos aspectos sociais que precisam de apoio.

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