ULCV: Pagar propinas aos alunos não resolveu a situação

9/10/2015 07:00 - Modificado em 9/10/2015 07:14

lusofonaPara o Administrador da Universidade Lusófona de Cabo Verde, João Luís Gabriel, a decisão dos professores de usarem parte da dívida da universidade para o pagamento das propinas aos alunos não resolveu de todo o problema para os alunos. “Evidentemente foi uma ajuda que deram a estes alunos. Só que em termos práticos, não resolveu o assunto das dívidas”.

Como explica, uma das condições era que não pagariam a última prestação. E, neste sentido, alguns alunos ficaram ainda em dívida. Segundo o regulamento da escola, os alunos em dívida não podem matricular-se no corrente ano lectivo. Os professores que tiveram esta atitude não são do quadro, mas são prestadores de serviço, como explica o administrador.

Estas dívidas surgem, como explicado, do problema de tesouraria da universidade. Para o administrador João Luís, o problema verifica-se por dois motivos: “por um lado, havia uma quantia muito elevada de alunos que não pagava as propinas e, por outro, as bolsas anunciadas pelas câmaras municipais não foram pagas, e estas bolsas são suportadas pela universidade”. Isto, apesar de reconhecer os desafios das câmaras.

Para os prestadores de serviço, a universidade ainda continua com uma parte da dívida por saldar. “Problemas de tesouraria há sempre quando há dívidas”, avança o administrador.

“O nosso objectivo já que a Lusófona é uma cooperativa, logo, não tem lucros, é que a mesma seja sustentável. Qualquer montante que venha como resultado do trabalho é uma mais-valia e é aplicado na instituição”.

  1. Monteiro

    Já bsot cabá na nada
    nem notícia de lusófona já ê comentód

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