Ulisses Correia e Silva: se fosse Governo resolveria o problema de terreno para a expansão da Frescomar

1/10/2015 07:53 - Modificado em 1/10/2015 07:53

Ulisses Correia e Silva em Frescomar fonte facebook MPDO Presidente do MpD, Ulisses Correia e Silva encontra-se, desde ontem de manhã, numa visita de três dias a São Vicente. No período da manhã, Ulisses Correia e Silva visitou as unidades industriais Verde Veste e Frescomar e, à tarde visitou a localidade de Ribeira Bote, Bela Vista, Pedra Rolada, Covada d`Bruxa, Terra d’Ìndio, Pedreira e Fonte Francês, a fim de tomar o pulso da situação socioeconómica da ilha.

Depois de visitar as duas unidades fabris da ilha, em declarações à RCV, o presidente do MpD classificou como “mau” o ambiente de negócios em Cabo Verde.

Para o líder do MpD, em Cabo Verde existem empresas que querem investir, mas “as burocracias do Estado acabam por constranger”, condicionando o ambiente de negócios.

Ulisses Correia e Silva, referindo-se à fábrica de pescado da ilha de São Vicente, garante que esta poderia estar a fazer um investimento em termos de expansão e, no entanto, “depara-se com a necessidade de terreno” para a expansão da sua área logística.

Conforme explica Ulisses Correia e Silva, isso não deveria acontecer, pois a Electra que possui terrenos na zona circundante, não sendo “uma empresa imobiliária, já que são estas que fazem reserva ou conservação de terrenos para depois alienarem com ganhos”, deveria ir ao encontro das necessidades da fábrica, pois o maior interesse deveria ser o de “promover ainda mais a indústria”.

Para o líder do MpD, neste ponto existe também uma responsabilidade do Governo no sentido de “fazer a devida arbitragem, ou seja, é muito mais favorável criar condições para a expansão logística da Frescomar”.

Ulisses Correia e Silva garante que se fosse Governo resolveria de imediato o problema do terreno, isto porque o “Estado representado através do Governo é proprietário da Electra” e, portanto, “não é a Electra a comandar o destino da economia do país”, frisou.

Para o líder do MPD, “deveria ser dada uma orientação no sentido da Electra liberar o terreno a custo zero ou então negociar um preço não especulativo”.

Até esta sexta-feira, Ulisses Correia e Silva, no âmbito da política de proximidade das populações, irá contactar várias localidades de São Vicente, com o objectivo de “colocar as populações no interesse de mudar Cabo Verde”, a começar pelo desemprego, pela insegurança e pelas perspectivas para os jovens.

Para o resto da programação, segundo a rede social do partido, a visita continua com a deslocação à localidade Shell no Campim para, seguidamente, visitar alguns bairros do centro do Mindelo, Praça Estrela, Plurim d`Pexe, Rua de Lisboa, Mercado Municipal. A encerar este périplo, o líder deslocar-se-á à localidade de Parlamento, ao Polivalente Shell, a Chã de Cemitério e, finalmente, à Av. Holanda.

No sábado, 03 de Outubro, Ulisses Correia e Silva viajará à ilha de Santo Antão para a abertura Oficial do Novo Ano Político, na cidade do Porto Novo, agendada para as 19:30, no Santo Antão Art Resort.

  1. Eduino nascimento

    e eu se fosse governo resolveria para sempre o problema do mau cheiro próximo da respetiva fabrica, também resolveria de vez o problema de vazamento de aguas de esgotos na praia do lazareto.

  2. João Lopes

    Senhor UCS

    Se a FRESCOMAR estiver disponível a pagar o valor do justo do mercado, até que concordaria consigo. Mas estes senhores da frescomar querem tudo de mão beijada.

  3. cidadão

    povo tomem coidado com Ulisses porque ele é mau e arrogante como satanás que só sabe infernizar a vida dos coitados, e depois quer ser primeiro ministro, um lider eleito como presidente de camara primeira coisa que faz é criar guardas municipal pra ta rombar casa dos coitados e tomar negocios de rabidante e acusar os jovem que venden peixe de está vender drogas,a dias atraz assiste esses guardas a rombar casa duma coitada que não tem nenhum rendimento que pede ajuda eté pra pagar renda e que encotrou uma ajuda pra levantar 4 parede num espasso de10 metro quadrado apareceu esses guarda e rombou a casa dela com abuso e todo.ulisses é só pra as pessoas que está bem da vida

  4. Mindelo

    Sr. João Lopes a Frescomar sempre queria pagar o valor que a camara municipal recebe por cada metro quadrado de terreno na Zona industrial a Electra queria receber 1.000$00 cada metro quadrado quando um metro custa 300$00.
    Todo o terreno que a Electra tem nesta zona pagaram 120$00 cada metro quando o Dr. Onésimo Silveira era Presidente da Camara Municipal SVte.

  5. Eustaquio Lopes

    Até tambem poderia ser que a Electra esteja a pedir eses valores pelo terreno para compensar o valor do roubo continuado agua/electricidade que estes Sres fizeram desde o incio da remodelação da fabrica, não se lembram??

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