Cabo verde sobe no Índice Mundial de Competitividade

1/10/2015 07:46 - Modificado em 1/10/2015 07:46
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caboverdebandeiraCabo Verde registou uma ligeira subida no índice mundial de competitividade. Sobe dois lugares e passa a ocupar o 112º posto. Apesar da ligeira subida, o relatório continua a apontar como principais problemas da competitividade o difícil acesso ao financiamento, a carga fiscal elevada e o alto nível da burocracia. Os EUA continuam no topo do ranking como resultado da sua forte eficiência nos negócios e no sector financeiro, a sua unidade de inovação e a eficácia da sua infra-estrutura. Hong Kong (2) e Singapura (3) sobem e ultrapassam a Suíça, que cai para o quarto lugar. O Canadá (5), a Noruega (7), a Dinamarca (8), a Suécia (9) e a Alemanha (10) permanecem no top 10. O Luxemburgo sobe para (6) do 11º lugar em 2014.

Os resultados para a Ásia são mistos. A Malásia (de 12 para 14), o Japão (de 21 para 27), a Tailândia (de 29 para 30) e a Indonésia (de 37 para 42) descem. Taiwan (de 13 para 11), a República da Coreia (de 26 para 25) e as Filipinas (de 42 para 41) sobem ligeiramente no ranking. A maioria das economias asiáticas tem visto uma queda nas suas economias domésticas devido ao enfraquecimento/infra-estruturas envelhecidas.

Um padrão de declínio é observado na América Latina. O Chile desce de 31 para 35, o Peru de 50 para 54, 58 para a Argentina que estava a 59 e a Venezuela permanece na parte inferior da tabela. A Colômbia permanece em 51.

Entre as grandes economias emergentes, o Brasil (de 54 para 56) e a África do Sul (de 52 para 53) descem ligeiramente, a China (de 23 para 22) e o México (de 41 para 39) registam melhoria de experiência enquanto que a Índia permanece no mesmo lugar (44). Esta tendência mostra a dificuldade de agrupar os mercados emergentes numa categoria uma vez que os problemas que afectam a sua competitividade são diferentes. O ligeiro aumento da China advém de melhorias na educação e nos gastos públicos, ao passo que o Brasil sofre uma queda na economia doméstica e nas opiniões de executivos menos optimistas.

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