Paulo Martinho: Árbitro internacional com o sonho de apitar num torneio mundial

25/09/2015 08:38 - Modificado em 25/09/2015 08:45
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Paulo tornou-se árbitro de Basquetebol devido à lacuna nesta área, porém, hoje afirma que é uma paixão e que é necessária muita devoção e entrega pessoal para se ser um árbitro a nível internacional.

Desde 1996 que Paulo Martinho apita jogos nacionais, mas após formação na FIBA, tornou-se árbitro internacional e conta com sete participações no Afrobasket sendo, por enquanto, o maior nível alcançado por este árbitro. Contudo, o sonho e o objetivo é fazer parte da equipa de arbitragem num campeonato mundial. Até lá, Paulo assegura que “continuarei a trabalhar como tenho feito, sempre com dedicação e também preparo físico”.

Questionado sobre a sua postura perante algum erro após o apito, Paulo diz que “errar é humano e o árbitro não foge à regra. Todavia, devemos tentar fazer com que o erro não seja aquele que dita o resultado do jogo” e acrescenta que o erro deve ser evitado, porque a reputação como profissional poderá ficar manchada”. O seu segredo é a preparação como profissional de arbitragem através do cultivo do conhecimento, ou seja, Paulo revela que “há que fazer sacrifícios, partilhar dúvidas com os colegas, ver vídeos e analisar o que os outros árbitros fazem. Acima de tudo, ver os jogos de basquete com o olhar crítico e não como espectáculo”, mas a chave do profissionalismo centra-se na relação com os jogadores com base na igualdade e Paulo acredita que esta postura foi a que lhe permitiu chegar onde está e ser aceite como árbitro internacional.

Para além do basquete, Paulo é docente e apaixonado por arquitectura, o que o leva a admirar e adorar a ilha de São Vicente, sua terra natal. Paulo diz que adora contemplar Mindelo e estar algumas vezes sozinho com as paisagens.

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