Ministro do Ambiente: “Não me demito”

23/09/2015 07:26 - Modificado em 23/09/2015 07:26

Antero-VeigaProssegue a saga que opõe o Ministro do Ambiente, Habitação e Ordenamento do Território, Antero Veiga ao Presidente da AMNCV com os novos capítulos a terem como cenário os tribunais. Em conferência de imprensa, Veiga veio deixar claro que se o objectivo é conseguir que se demita, isso não vai acontecer, porque “renunciar seria o mesmo que validar as falsidades levantadas contra a minha pessoa”. Garante que todas as acusações de alegada corrupção na gestão do Fundo do Ambiente são falsas.

Veiga classificou essas acusações de “ridículas e infundadas” e de fazerem parte de uma encenação eleitoralista por parte do MpD. O governante considera que o Presidente da ANMCV está a ser guiado pelo seu partido. “Pela via do seu sargento de serviço, Manuel de Pina, a oposição pretende dar a entender que as câmaras municipais estão a ser preteridas no emprego do Fundo do Ambiente, em benefício das associações da sociedade civil, devidamente reconhecidas por lei”.

O Ministro reafirma que está tranquilo com o desenrolar do processo judicial. “Fico até muito mais tranquilo com o facto de saber que efectivamente a Procuradoria-Geral da República deu provimento a uma participação que tive a oportunidade de fazer, exigindo que isso fosse feito, ou seja, formalizei uma participação à Procuradoria-Geral da República, solicitando a abertura de um processo-crime que está em curso e tenho todo o interesse que o processo seja resolvido o quanto antes.

  1. Pagador de imposto

    Não sei qual deles é que está a falar menos mentira (se é o Ministro do Ambiente ou o Presidente da Associação de Municípios), pois, nenhum político caboverdiano é de confiança. Mas a verdade é que a questão central, e ao contrário do que o Ministro do Ambiente quer fazer transparecer, não reside no facto de as Câmaras Municipais estarem a ser preteridas na afectação do Fundo do Ambiente, em benefício das associações da sociedade civil – devidamente reconhecidas por lei, mas sim ao facto de se estar a afectar dinheiro público sem respeitar os preceitos da lei. Supostamente, parte do Fundo do Ambiente seria afecto a projectos, sendo que a decisão de aprovação/financiamento ficaria a cargo de uma comissão. A verdade é que essa comissão nunca esteve reunida, ou seja, nunca funcionou, e logo não pode ter aprovado nenhum projecto.
    De todas as formas, já sabemos qual é o desfecho desta novela….. muito blá blá para confundir o zé povinho, muita politiquice MPD/PAICV, completo descaso dos tribunais, e no fim tudo fica na mesma. No dia em que o MPD for governo, há-de fazer o mesmo, e ai ficam quites. Nesse entretanto, o povo vai ficando cada vez mais pobre.

  2. gracinha

    Jornal de noticias informou na telev , q o Dignissimo e Exelentissimo ministro reconheçeu não a ter entrego o Relatorio das Taxas ($$$$$)ecologicas ao Tribunal di CONTAS !!!!!!! Q e’ isso?? Q NOME TEM ISSO ??!! Assim as coisas a percepçao di Corrupçao sera minuscula 🙂 jmn tem raçao assim e’ impossivel a Gestão . ele conhece bem seos camaradas di ideas !!! A julgar pelos capitulos na terra e a publicidade do libro !!!!!!!!

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