Se Não Sou Digno do seu Perdão, Por favor Não me Entregue ao Desespero – I Parte

17/09/2015 07:35 - Modificado em 20/10/2015 08:40
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gi furtadoDesde dois mil e dois, altura em que o Inácio Cunha começou a revelar aos adventistas do 7º dia as suas apostasias (vivências em crenças e práticas contrárias às verdades Divinas reveladas dentro da Bíblia Sagrada) e a apelá-los ao abandono dessas suas apostasias e à volta para a obediência mental e prática dos dez mandamentos de DEUS, assim como antes faziam; e a aceitarem as revelações bíblicas que têm a ver com a salvação dos homens desta geração, que DEUS lhe deu para compartilhar com eles (os adventistas do 7º dia) em primeiro lugar, e que eles (os adventistas do 7º dia) não conheciam e nem entendiam antes; e que por estas razões eles (os adventistas do 7º dia) o odiaram e revoltaram-se ferozmente contra ele expulsando-o de suas congregações e começaram a caluniá-lo publicamente, os espíritos imundos, a partir de suas residências no interior dos seres humanos, deram início, através dos adventistas do 7º dia apostatados, a uma campanha de mobilização de seres humanos, para convencê-los a unirem-se a eles nas suas indignações e fúrias contra as actuações de DEUS, manifestadas na pessoa do Inácio Cunha, para iluminar e salvar o maior número possível de seres humanos, dos enganos desses espíritos imundos e das suas condenações que se avizinham.

Esses espíritos malignos, que através do Inácio Cunha DEUS revelou aos homens desta geração as suas verdadeiras residências no planeta terra (que são os interiores de todos os seres humanos que de uma forma ou de outra vivem nas práticas contrárias aos mandamentos de DEUS), por não quererem que a humanidade presente soubesse dessa e muitas outras verdades já divulgadas ao público pelo Inácio Cunha através dos da CRASDT, têm por objectivo, depois de convencer os seres humanos a unirem-se a eles nas suas vivências de desrespeito e de ódio injusto contra DEUS, levar essas multidões que se unirem a eles, a explodirem discursos e práticas de violências para destruírem tudo o que é de DEUS de sobre a face da terra, e a dispararem, tanto por ignorância como em consciência, informações de calúnias e ameaças, e de incitações contra o Inácio Cunha e seus fiéis companheiros na fé, assim como faziam contra o Senhor Jesus Cristo e os outros Santos de DEUS do passado. Esses Espíritos Imundos começaram as suas companhas para alcançarem os tais objectivos referidos, primeiramente para com os da Igreja Adventistas do 7º dia mãe e ganharam muitos ali; passaram por nós da Congregação Reformada dos Adventistas do Sétimo Dia de Tendas, onde também já ganharam alguns, criando assim ao Inácio Cunha, uma condição de viver somente pela fé em DEUS, esperando unicamente pelos cuidados misericordiosos de DEUS, para que a sua vida permaneça nele tranquila, até quando ela lhe seja tirada, pela permissão de DEUS. E eu sou a testemunha de que, realmente, a vida do Inácio Cunha, só permaneceu nele tranquilamente até este momento, graças à misericórdia de DEUS, porque um número muito insignificante de entre nós da CRASDT estava interessado em que a sua vida permanecesse nele tranquilamente. É por esta razão, que eu, Adilson Furtado, venho, por esta via, informar ao público em geral, que não é somente o Cândido, o Branco, o Titi, o Samuel e os outros da CRASDT que já saíram, é que em consciência se associaram com os demónios residentes neles e ficaram a buscar oportunidades para arruinar e eliminar a vida física do Inácio Cunha, e que publicamente manifestaram os seus ódios injustos contra o Inácio Cunha e a CRASDT, mas que, também, muitos de nós outros da CRASDT, em plena consciência, consentimos com os demónios residentes em nós, ansiamos e fizemos o mesmo que os que já saíram da CRASDT fizeram em relação ao Inácio Cunha; só que, ainda, muitos de nós, os outros da CRASDT, não conseguimos alcançar a coragem e a fé que o Cândido já conseguiu, porque o medo e a vergonha estão a manter-nos ainda como seus reféns. Contudo, já temos a plena consciência que será impossível entrarmos em paz com DEUS e alcançarmos o Seu perdão e a Sua salvação, sem que, primeiramente, reconciliemo-nos publicamente com o Inácio Cunha. Isto porque, participamos em muitos planos de maldades, elaborados pelos Espíritos Imundos residentes em nós, e apresentados directamente por eles a nós, através das nossas mentes, e em plena consciência nós concordamos e ficamos à espera de oportunidades para os executar, e, no entanto, sabemos que publicamente são condenados estes nossos procedimentos malignos e injustos, contra o Inácio Cunha, o qual só busca o bem-estar dos outros. Mas, dou graças a DEUS, que depois de muita súplica a ELE, pedindo-Lhe para dar-me a coragem e a fé iguais às do Cândido (membro da CRASDT), para que eu entrasse e prosseguisse firmemente no justo processo de Reconciliação Santa, elaborado por ELE e apresentado através dos seus santos profetas e apóstolos cujos nomes se acham registados dentro da Bíblia Sagrada, afim de eu poder dar paz , segurança e alegria à minha mente que há muito se encontra carregada de perturbações, e sinto agora, dentro do meu coração, que esta minha súplica já foi atendida. Por isso, convido-vos a observar calmamente nos escritos abaixo apresentados, no que eu, em plena consciência, me associei aos Espíritos Malignos residentes em mim, para fazer ao Inácio Cunha, sem nenhum motivo justo para tal. E com toda estas minhas confissões, quero apenas o perdão de DEUS, do Inácio Cunha e de todos os outros, se acharem que eu sou merecedor de suas misericórdias. Seguem-se as confissões dos meus terríveis pecados contra DEUS e o Inácio Cunha.

Lembro-me que um dia, na parte de tarde, em que o almoço já estava pronto, a Dina deu-me o almoço para levar o Inácio. Eu tomei o almoço e no caminho, os demónios que moram em mim disseram-me para colocar veneno nessa comida, para que Inácio morresse ao comer essa comida. Da minha livre vontade e em consciência, concordei com os demónios em mim em colocar veneno na comida de Inácio para que ele morresse ao comer essa comida, mas só que não coloquei veneno nessa comida, porque eu não tinha veneno. Depois dessa concórdia com os demónios, logo eles deram-me um sentimento de desconfiança de Inácio, e disseram-me na mente que Inácio não confiava em mim, e que ele ficaria com desconfiança que eu tinha colocado veneno na sua comida. Também da minha livre vontade concordei com esse sentimento de desconfiança de Inácio que os demónios residentes em mim deram-me. Fui levar a comida ao  Inácio, mas cheio de desconfiança e medo.

Lembro-me ainda, num outro dia, também no período de tarde, deram-me almoço para levar o Inácio. Eu tomei o almoço para levá-lo, e no caminho, os demónios em mim, disseram-me para colocar veneno na comida de Inácio para que ele pudesse morrer depois de comer, e eu, da minha livre vontade concordei com os demónios em mim, em colocar veneno na comida de Inácio, para que ele morresse quando ele fosse comer. Mas, eu não coloquei veneno na sua comida, porque eu não tinha veneno comigo. Ainda, os demónios deram-me um sentimento de desconfiança de Inácio, e eu concordei com eles nesse sentimento, e fui levar o Inácio comida cheio de medo e de desconfiança.

Houve um dia, em que eu estava no centro, então os demónios em mim, disseram-me que era simples matar Inácio, e eu, da minha livre vontade, concordei com os demónios que matar Inácio era simples mesmo.

Lembro-me que um dia eu estava no centro, os demónios que moram em mim mostraram-me na mente, através de imagens, formas de como eu mataria Inácio: mostram-me na mente imagem de eu com uma faca grande (a faca mais grande de picar couve) nas mãos, a ir até a porta do apartamento de Inácio. Depois, vi a minha pessoa a bater na porta do apartamento de Inácio, e quando ele abriu a porta, eu afinquei-lhe uma facada no peito e ele morreu. Depois de ver esse plano na minha mente, da minha livre vontade concordei com os demónios nesse plano de como matar Inácio que mostraram-me na mente, e eu guardei-o na minha mente até ao dia de hoje.

Lembro-me que todas vezes que eu precisava falar com Inácio, e que eu ia ao seu encontro, eu encontrava-o sozinho no seu escritório. Assim, lembro-me que um dia, os demónios que habitam em mim, instruíram-me na minha mente, a forma de como matar Inácio. Os demónios mostraram-me na mente, que eu colocaria uma faca na prega da minha calça e iria com ela até o apartamento de Inácio, no seu escritório, e que encontrá-lo-ia sozinho ali, assentado na sua cadeira. Depois os demónios mostraram-me na mente que eu ficaria de pé, perto dele, conversando com ele, e que nessa ocasião, eu arrancaria a faca e eu lhe daria com ela, assim ele morreria. Eu, da minha livre vontade e em consciência, concordei com os demónios em mim, nesse esse plano de como matar Inácio, e fiquei com esse plano na mente, para que eu executasse mais a frente.

Lembro-me que por várias vezes, quando eu estava sendo revistado pelos porteiros de serviço, eles revistavam-me bem a parte do corpo, mas quando chegavam na parte da canela (aonde ficam as meias), eles não revistavam, ou seja, não corriam a mão para verificar se eu não tinha nada ali, e quando eu tirava o sapato, revistavam somente o sapato, mas não colocavam a mão no meu pé. Por essa razão, os demónios que habitam em mim disseram-me para entrar com uma faca no centro por meio dessa parte aonde os porteiros não revistavam, e que, eu colocaria essa faca na minha Tenda, para que assim eu pudesse matar Inácio. Eles mostraram-me na minha mente, através de imagens, como eu conseguiria entrar com uma faca oitenta dentro do centro, para que eu matasse Inácio. Eles mostraram-me que eu poderia colocar uma faca dentro da meia do meu sapato, ao lado da canela, deixando o cabo da faca fora e somente a lâmina dentro de um dos pares de meias, e que quando eu fosse revistar, os porteiros não chegariam na parte aonde eu colocaria a faca, assim, eu conseguiria entrar com essa faca dentro do centro e coloca-la na minha tenda, a fim de matar Inácio. Eu, da minha livre vontade e em consciência, concordei com os demónios que moram dentro de mim nesse plano de como conseguir entrar com uma faca no centro a fim de matar Inácio.

Lembro-me ainda que um dia, os demónios que moram dentro de mim, colocaram na minha mente um plano a executar para que Inácio pudesse ser preso pela polícia. Eles disseram-me para dar expediente em drogas para colocar dentro do centro, escondido num lugar, e que a polícia viria revistar o centro e encontrariam drogas ali, e, dessa forma prenderiam Inácio. Disseram-me ainda, que diriam que essa droga era de Inácio. Da minha livre vontade, concordei com os demónios em mim com esse plano que colocaram na minha mente, de como fazer com que Inácio fosse preso pela polícia. Eu guardei esse plano na minha mente para que eu fosse executá-lo mais à frente.

Lembro-me que um dia à noite, eu estava sozinho em cima do terraço, perto da cozinha, e estava duas panelas de sopa na cozinha. Os demónios que moram em mim, disseram-me para colocar veneno nessas panelas a fim de matar os jovens da igreja, quando fossem comer. Em consciência e da minha livre vontade, concordei com os demónios em mim, em colocar veneno nas panelas de sopa que estavam na cozinha em cima do terraço, para que quando os jovens da igreja comessem essa sopa, pudessem morrer. Mas, não coloquei veneno na panela, porque eu não tinha veneno comigo. Eu guardei esse assunto na minha mente para fazer mais a frente.

Lembro-me que um dia, os demónios que estão morados dentro de mim disseram-me, para que eu jogasse Inácio do terraço para o chão, para que ele pudesse morrer, e que as pessoas diriam que ele tinha matado a sua própria cabeça. Eu, da minha livre vontade, concordei com o que os demónios disseram-me, ou seja, em jogar Inácio do terraço para o chão, e que as pessoas diriam que ele tinha matado a sua cabeça.

Lembro-me que num sábado, no período de tarde, estávamos na reunião, na sala do apartamento de recuperação, com Inácio. Chegou uma altura, em que ele começou a falar connosco acerca de confissão de pecados que tínhamos que fazer. Ele nos disse que tínhamos que reconciliar com ele. Nos disse também, que não tinha nenhum membro da igreja, os quais estavam presentes nessa reunião, que não tinham envolvidos nas suas mentes, com pensamentos ou planos de mata-lo. Assim que ele nos disse esse assunto, os demónios que moram em mim, repetiram-me o que Inácio tinha dito, ou seja, que não tinha ninguém que não tinha concordado com pensamentos ou planos de matá-lo, mas em tom de estranheza, e afirmaram-me que ele (Inácio) estava contando mentiras. Eu concordei com os demónios em mim que Inácio estava contando mentiras mesmo. Ainda, os demónios disseram-me que eu não tinha envolvido nesse plano de matar Inácio, e que Inácio estava levantando-nos falsas testemunhas. Eu, da minha livre vontade, concordei com os demónios em mim que isso era verdade, sim, ou seja, que eu não tinha envolvido no plano de matar Inácio, e que ele estava levantando-nos falsas testemunhas.

Lembro-me que depois do afastamento de Inácio de mim por causa dos meus maus procedimentos, houve um dia em que eu estava no corredor do apartamento de recuperação, ele passou ali, mas não me disse nada. Logo os demónios que moram em mim disseram-me que Inácio afastou-se de mim injustamente, e que eu não tinha feito nada, no entanto ele afastou-se de mim. Eu concordei com os demónios em mim que eles estavam certos sim, em dizer-me que Inácio tinha afastado de mim injustamente, uma vez que eu não tinha feito nada. Ainda, disseram-me que Inácio era mau, e que ele não gostava de mim. Eu concordei com os demónios em mim que Inácio tinha afastado de mim injustamente, uma vez que eu não tinha feito nada. Concordei também que ele era mau, e que ele não gostava de mim. Os demónios colocaram-me ódio e raiva dele, e eu concordei com essa raiva e ódio que os demónios colocaram em mim contra ele.

Lembro-me que num outro dia, eu estava no corredor do apartamento de recuperação, ele passou em mim e ele não me disse nada outra vez. Os demónios voltaram a dizer-me que ele tinha agido injustamente comigo. Disseram-me ainda para ver que Inácio tinha lutado muito com Lentino, mas que ele (Lentino) não queria. Depois mostraram-me na mente através de imagens, como Inácio estribava com Lentino, mas ele não aceitava, mas que comigo Inácio não tinha agido assim, ou seja, ele não me tinha dado a mesma chance que ele tinha dado ao Lentino. Também, disseram-me que Inácio tinha dado ao Dino Bairro grande chance, e que ele tinha estribado com ele também, mas que para mim Inácio não tinha dado essa chance. Depois, disseram-me que Inácio era mau. Eu concordei com os demónios que eles estavam certos sim, ou seja, que Inácio deu grandes chances ao Dino Bairro e Lentino, mas que ele não me deu essa mesma chance. Concordei com os demónios em mim, que isso era verdade, sim. Os demónios disseram-me ainda que Inácio era injusto e eu concordei.

Praia, aos 25 de Agosto de 2015

O Confesso

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/Adilson Ramos Furtado/

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