Associação dos Contabilistas: “Houve precipitação na implementação do REMPE”

14/09/2015 07:06 - Modificado em 14/09/2015 07:06
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contabilistaHouve precipitação na implementação do novo regime jurídico especial para as micro e pequenas empresas (REMPE), assegura Carlos Rodrigues, Presidente  da Associação dos Contabilistas do Barlavento durante a realização de um workshop realizado na Câmara do Comércio do Barlavento em São Vicente.

Carlos Rodrigues diz à RCV que “houve precipitação porque publicaram esta lei sem condições e mecanismos para a operacionalizar”. O Presidente  da Associação dos Contabilistas do Barlavento considera que as empresas não foram amparadas juridicamente, uma vez que as mesmas não sabiam onde recorrer para a constituição das sociedades.
Calos Rodrigues justifica que “a Casa do Cidadão não sabia de nada e a ADEI afirmava que só esteve no processo de publicação e elaboração da lei. Depois, surge outro problema com as Finanças e chegou uma altura em que o fisco começou a enquadrar as empresas à revelia, isto de acordo com o regime. As empresas ficaram sem saber o que fazer”. Todavia, apesar da confusão inicial, já existe algum conhecimento da REMPE por parte de alguns empresários visto que a informação já circula.

O Presidente  da Associação dos Contabilistas do Barlavento defende que a lei é vantajosa e que após a confusão inicial, os procedimentos serão normalizados e a REMPE entrará nos eixos antes da análise e discussão da lei prevista para daqui a três anos na Assembleia Nacional.

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