Na cama, dedique-se a conhecê-la e garanta que nunca mais será esquecido

2/09/2015 14:30 - Modificado em 2/09/2015 14:30
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sexoGuias, quem não gosta de guias? Eles tornam nossa vida mais fácil, indicando o caminho para o sucesso. E considerando que todos nós queremos ser uma sumidade na cama, o que dizer então dos guias sexuais?

Por toda parte os encontramos. Aqui mesmo, no El Hombre, há vários textos com o objetivo de guiá-lo a ser um homem melhor na cama.

Problemas nisso? Não! Em absoluto.

Orientações só ótimas – guias são ótimos! Por que não aproveitar a experiência de quem já trilhou um caminho para ficarmos espertos quando for a vez de nós trilharmos?

Mas não podemos perder de vista que guias são orientações generalizadas – e se esquecermos disso, aí sim criaremos um problema.

Os guias não foram feitos para atender necessidades particulares. Eles consideram as regras gerais e traçam ideias de acordo com elas. Mas a ideia é que você se liberte deles e encontre a sua própria forma de conduzir as coisas, compreendendo o que está fazendo.

Sabe qual é realmente o problema dos guias sexuais? É que eles fazem com que a gente foque exclusivamente nos resultados: “Tenho que gozar e tenho que fazer ela gozar!”

Mas, não, sexo é mais que isso, senhores! Vocês bem sabem.

Libertemo-nos desse pensamento e tenhamos certeza de que nossa chance de nunca mais ser esquecido por aquela mulher aumentará exponencialmente.

O guia, se não for utilizado com sabedoria, acaba transformando a mulher num objeto. É tipo uma máquina em que devemos apertar esse botão aqui e aquele lá para funcionar.

Pode dar certo? Pode. Sempre pode. Mas não é isso o que elas querem. Não mesmo!

Há uma estratégia muito mais eficiente do que os guias para fazer uma mulher se contorcer na cama: se dedicar a descobri-la.

Vou falar mais uma vez para você refletir bem sobre isso: se dedicar a descobri-la.

Sexo não é resultado, é experiência. E como mulheres não são iguais, as experiências não são iguais. Pode ser que aquele botão funcione com uma, mas não funcione com a outra.

O que a gente precisa fazer na hora da transa é conhecer a mulher que está sob o domínio de nossos braços. Fiquemos tranquilos: ela não está esperando que saibamos perfeitamente como tudo funciona em seu corpo – justamente porque isso é impossível, já que uma funciona diferentemente da outra.

Não precisamos ter receio de perguntar como ela gosta de ser excitada. Claro que não faremos isso com a frieza de uma questão escolar – mas podemos aproveitar a sensualidade do momento para saber se ela prefere que pressionemos com mais ou com menos força, se quer mais ou menos dedo e etc.

Esteja atento aos seus sinais, investigue-a. Pressa? Para quê? Use o tempo que for preciso para descobri-la. Quanto mais instigante você for, mais excitada ela ficará.

O tesão da mulher está mais nos aspectos psicológicos do que nos físicos. Garanta que a parceira sinta que você se preocupa com ela e qualquer beijo no cangote ganhará potência máxima. Uma simples cafungada no ouvido será capaz de fazê-la torcer os dedos dos pés e gemer descontroladamente.

Para ela, a sua preocupação é um estimulante muito mais potente do que sua língua, seus dedos ou seu pinto.

Sério, pode crer!

E nós, como ficamos nessa história? Muito bem, obrigado!

Aproveitamos muito mais o sexo quando nos livramos da concretude dos guias. Os guias nos dão deveres e resultados mensuráveis. Mas, ei, o que é isso, uma prova de escola em que seremos aprovados ou não?

Tire o peso da foda perfeita de suas costas e seja somente um homem desfrutando o prazer de conhecer o sexo de uma mulher. Essa é a transa autêntica. Ali, na sua cama, há um universo a ser explorado – e ansiando por isso.

Esteja disposto a conhecê-lo e elas agradecerão profundamente.

elhombre.com.br

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