A Hora da Verdade e do Seu Brilho Resplandecer em Mim Chegou – IV Parte

28/08/2015 08:23 - Modificado em 28/08/2015 08:23

Candido de PinaTudo começou assim: lembro-me que num dia, por volta das 18 horas de tarde, Inácio tinha proibido pela primeira vez o Tite de entrar no centro, logo os demónios me disseram que Nate era abusado e mau, porque ele tinha colocado Tite fora do centro. Concordei com os demónios que Nate era mau, porque ele tinha colocado Tite fora de centro. Depois os demónios disseram-me, para que eu não preocupasse, porque Tite voltaria e tornaria a bater nos irmãos com pau. Concordei com os demónios e eu disse-lhes para voltarem a trazer Tite para o centro, para acabar os irmãos com todo o atrevimento. Depois os demónios me disseram que Tite tinha ido por um período de tempo, mas que ele voltaria em breve. Fiquei contente de que Tite voltaria.

Lembro-me que numa segunda-feira por volta das 13 horas, telefonei para o telemóvel de Silvino e perguntei-lhe como é que Branco estava. Ele me disse que Branco tinha ido para cadeia, porque ele tinha feito muitas coisas: tinha roubado no posto de saúde e agredido a Vera e os outros irmãos em casa, na Cova Figueira. Os demónios me disseram logo, que era Nate quem tinha feito com que Branco fosse para cadeia, e que tinha sido ele quem havia mandado chamar a polícia para pegar Branco. Concordei com os demónios em tudo isso, ou seja, que era ele quem tinha feito com que Branco fosse para cadeia e telefonado a policia para Branco. Os demónios me deram grande ódio e raiva contra Inácio, porque era ele quem tinha feito com que Branco fosse para cadeia. Concordei com esse ódio e raiva contra Inácio que os demónios haviam colocado em mim, porque era ele quem tinha feito com que Branco fosse para cadeia. Depois, fiquei meditando nessas mensagens que os demónios me deram contra Inácio. Também, concordei com tristeza e pena de Branco porque ele estava na cadeia injustamente por causa de Inácio. Passei a tarde inteira até a noite pensando e meditando que Inácio era muito mau. Senti mais desgostado de Nate. No outro dia de cedo, por volta das 8 horas, fui falar com Inácio sobre a ida do Branco para cadeia. Fui com muito ódio e ira que os demónios me haviam posto contra ele e que eu tinha concordado. Quando cheguei nele, eu disse-lhe que os irmãos do Fogo me disseram que Branco tinha ido para cadeia. Ele me disse que foi Branco quem tinha buscado isso. Me disse para ver que ele nos dava conselhos e tentava ajudar-nos mas que nós éramos maus, e que por mais que ele tentasse ajudar-nos, nós não damos ouvidos a ele. Ainda, ele me disse, para tomar grande cuidado, porque estava quase caindo na mesma situação de Branco, por estar a concordar com os demónios e a fazer pecados de abuso. Por esta causa, os demónios criaram-me grande ódio e ira contra Inácio, ao ponto de assassiná-lo. Concordei com os demónios, com esse grande ira e ódio contra Inácio, ao ponto de pega-lo e mata-lo; mas eu não o matei porque estava falando com ele no seu apartamento e estavam presentes outros irmãos ali; mas se estivéssemos em cima do terraço eu o jogaria dali. Em seguida, fui para o meu apartamento. Mais tarde, por volta das 17 horas, os demónios me disseram para não acreditar em Inácio e que eu não cairia em situação alguma como ele tinha dito, uma vez que eles (demónios) mesmos me protegeriam. Disseram-me ainda, que Inácio era um grande mentiroso. Concordei com os demónios que tudo o que Inácio me tinha dito era mentira e que eu não cairia em situação alguma como Inácio tinha dito, e acreditei que os demónios me protegeriam.

Recordo-me que num dia, por volta das 16 horas, os demónios me disseram para tomar grande cuidado com Inácio, porque ele estava tentando colocar-me na cadeia assim como tinha feito com Branco, mas que eles (demónios) estavam em cima de Inácio impedindo-o de colocar-me na cadeia. Me disseram também, para não preocupar e para eu ficar tranquilo. Ainda, os demónios me deram grande ira e ódio contra Inácio. Concordei com o diabo, em tomar grande cuidado com Inácio porque ele estava tentando colocar-me na cadeia, assim ele tinha colocado Branco na cadeia. Concordei com os demónios que eu não deveria preocupar, mas que eu deveria ficar tranquilo, porque impediriam Inácio de colocar-me na cadeia. Também concordei com esse grande ódio e raiva contra Inácio, que se eu pegasse-o eu o mataria. Mais tarde, por volta das 12 horas, o diabo me disse, que jamais eu conseguiria viver em paz com a minha mulher, nem no campo sexual e nem no campo de bons tratos, porque Nate nos havia amaldiçoado e que eu veria que na prática nada mais entre mim e a Ramila daria certo. Concordei com os demónios e eu disse que era verdade o que me tinham dito, ou seja, que Inácio nos havia amaldiçoado. Fiquei furioso contra Inácio. Mais um bocado, eu e a Ramila entramos em xoque e iramo-nos um com o outro. Logo os demónios me disseram para ver que eles tinham razão no que haviam dito, que eu e a Ramila estávamos amaldiçoados. Concordei com eles e eu disse-lhes que estavam cem por cento com razão, e que eu estava amaldiçoado mesmo. Depois, os demónios me colocaram ira contra Inácio, eu concordei e decidi que eu tinha que mata-lo. No outro dia de cedo, por volta das 8 horas, os demónios me disseram, para não dar relatório mais para Inácio, porque ele amaldiçoaria mais ainda a minha vida. Concordei com os demónios e desde aquele dia não dei relatório mais para Inácio. À noite, por volta das 21horas e 30 minutos, eu e a Ramila fomos relacionar, mas não dei certo novamente; logo os demónios me disseram para ver como Inácio tinha feito a minha vida e que ele era mau. Me disseram ainda que Inácio amaldiçoou-nos de abuso. Concordei com os demónios, que Inácio tinha a minha vida amargurada sim, e, concordei com grande ira e revolta contra ele de despedaça-lo pedaços por pedaços, assim como se pica a galinha com faca. Os demónios me disseram, para que eu não preocupasse, porque entraríamos de madrugada no orfanato, para violar as crianças e culpar Inácio, dizendo que foi ele quem nos mandou; assim ele viria que não deveria amaldiçoar a minha vida. Concordei logo com os demónios, em tudo o que me disseram. Concordei também que eles eram os meus amigos e que tudo o que me haviam dito era verdade. Fiquei dentro do quarto sem dormir, esperando a que horas os demónios me diriam para que entrássemos em acção no orfanato. Passei a noite imaginando junto com os demónios, de como fazer para violar as crianças. O nosso plano era de agarrar as crianças, tapar as suas bocas, viola-las e dizer para elas que era Inácio quem mandou-nos fazer aquilo. Eu e os demónios, fizemos planos também de fingir nesse momento, que eu estava bloqueado.

Por volta de 4 horas e 30 minutos de madrugada, os demónios me disseram para que descêssemos para o orfanato, fazer aquela missão, assim, levaríamos o Inácio a ver o quanto valíamos. Concordei com toda firmeza e poder, em ir para o orfanato violar as crianças por ódio e vingança contra Inácio. Desci para o orfanato com firmeza e destemido, bati na porta várias vezes, mas não abriram a porta. Passei aproximadamente 30 minutos a bater. Depois os demónios me disseram para subir, e que num outro dia violaríamos as crianças. Concordei com os demónios e subi com grande ira e ódio contra Inácio. Mais tarde, os demónios me disseram, para que eu preparasse, porque iriamos tentar violar as mulheres. Me disseram ainda, para dizer às mulheres no momento da violação, que eu estava bloqueado e que tinha sido Inácio quem ordenou que fossem violadas. Concordei com os demónios de que eu tinha que violar as mulheres, fingindo que eu estava bloqueado, e que tinha sido Inácio quem me havia enviado. Depois fui para terraço, vi Inácio junto com Clá e Admildo, logo os demónios me deram grande ira e revolta contra ele, que se ele estivesse sozinho eu o picaria em pedaços. Depois desci furioso por ter visto Inácio. Os demónios me disseram para que eu não preocupasse, porque em breve mataríamos Inácio, de forma que ninguém saberia que tinha sido eu quem tinha feito isso. Quando os demónios me disseram isso fiquei contente de que em breve acabaríamos com Inácio. Depois, os demónios me disseram que Inácio não era profeta, mas que ele estava a mentir. Concordei plenamente com eles de que Inácio não era profeta, e que os demónios estavam certos. De madrugada, por volta de 2 horas, acordei do sono, os demónios me disseram para que eu preparasse porque às 4 horas e meia, eu entraria no apartamento das mulheres, como se estivesse bloqueado, para violá-las dizendo-as no momento da violação, que era Inácio quem tinha mandado que elas fossem violadas. Concordei com os demónios, saí do apartamento da Elsa com grande firmeza e alegria, de que eu iria violar as mulheres. Bati várias vezes na porta do apartamento das mulheres, mas não abriram. Os demónios me disseram para que eu continuasse a bater e continuei a bater, mas não abriram a porta. Pouco tempo depois, senti a porta de um apartamento em cima a abrir. Senti o barulho de chaves; logo os demónios me disseram que era Inácio. Às ordens dos demónios, entrei rapidamente para o apartamento da Elsa, e combinei com eles (demónios em mim) que faríamos esse plano num outro dia. Os demónios me disseram para que eu não preocupasse, porque se não conseguíssemos violar as mulheres e crianças, nós mataríamos Inácio em cima do terraço. Concordei com eles e fiquei contente. Mais tarde, por volta de 14 horas e tal, os demónios me disseram, que Inácio era um grande mentiroso, e que ele estava disfarçando cá dentro. Me disseram ainda para que eu não acreditasse que ele era profeta, porque Inácio trabalhava com os espíritos no Brasil. Concordei com eles, fiquei com fastio de ver e ouvir Inácio. Mais tarde, por volta das 22 horas, os demónios me disseram para que eu fosse esperar o Inácio em cima do terraço, para bater-lhe uma paulada na cabeça e deixa-lo morto no chão. Concordei e subi para terraço com todo poder e disposição em matar Inácio. Quando cheguei em cima do terraço, fiquei à espera dele até por volta das 23 horas, mas ele não apareceu. Os demónios me disseram que Inácio era sorteado, mas que eu não deveria preocupar porque certamente o pegaríamos. Quando ele não apareceu desci para o apartamento. Quando cheguei no meu quarto, os demónios me disseram que Deus era mau e que era ele quem tinha colocado o Inácio a fazer-me todas essas coisas. Concordei com eles, passei desde as 23 horas e tal até às 5 horas, dizendo que Deus era mau e que ele estava deixando que Inácio me fizesse todas essas coisas, e que por isso eu estava sofrendo. Depois os demónios me disseram para que eu visse claramente que Deus era mau. Concordei com eles que Deus era mau e fiquei com grande ira por dentro tanto contra Deus como contra Inácio. Mais tarde, os demónios me disseram, para que eu não ficasse triste, porque eles me ajudariam. Disseram-me ainda, que eles eram o meu deus e para que eu ficasse animado. Concordei e fiquei animado. Nesse momento, me disseram também, que nessa noite iriamos fazer mais uma tentativa no orfanato. Logo eu concordei com os demónios e eu disse-lhes que não tinha problema e que faríamos mais uma tentativa sim. Mais tarde, por volta da meia-noite, os demónios me mandaram preparar, porque em breve bateríamos no orfanato, porque se fossemos de madrugada, as crianças não ouviriam porque estariam em sono pesado. Concordei imediatamente com os demónios. Passados aproximadamente dois minutos, os demónios me disseram para que eu partisse para o orfanato. Concordei e parti para o orfanato. Fiquei batendo na porta, mas ninguém abriu a porta. Nesse momento senti outra vez um barulho de chaves em cima, logo os demónios voltaram a dizer-me para que eu fosse para o apartamento aonde eu estava, porque era Inácio que estava de vigia. Concordei e fui para o apartamento. Depois os demónios me disseram para que eu não preocupasse, e me mandaram deitar, dizendo-me que esse plano certamente se realizaria, e fui deitar. No outro dia, por volta das 22 horas os demónios me disseram para que eu subisse para terraço, porque Inácio estava ali, para que assim eu fosse matá-lo. Concordei e fui para terraço. Quando cheguei ali vi o Inácio. Logo, fui apanhar um pau para bater nele, mas um grupo de jovens apareceram naquele momento, por isso não avancei mais com isso. Os demónios me disseram para que eu descesse e que um dia o seu dia chegaria. Desci com grande ira dele e daqueles irmãos que haviam aparecido naquele momento, e fui deitar. No dia seguinte, viajei para o Fogo com grande ira de Inácio que se eu pegasse-o, eu picava-o como se pica a carne.

O Confesso,

Cândido de Pina

  1. LUNE

    XOQUE?????????? EU ESTOU DEVERAS CHOCADA COM TANTA BALELA, BO TITA TRA CURSO DE DOD? OU JÁ BO VRA DOD DE TONTE REZA? CRUZES CANHOTO…VAI PREGAR NO QUINTO DOS INFERNOS!

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