Open Sandy vai homenagear os seus fundadores

26/08/2015 09:37 - Modificado em 26/08/2015 09:37
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open sandyNeste fim-de-semana acontece a 10ª edição do Open Sandy que vai homenagear os seus fundadores Válter Rocha e Jorge Freitas. Sobre esta homenagem, Roberto Lima, Vice-presidente da Skibosurf, associação responsável pela organização, diz que “há dez anos tiveram a iniciativa de começar o evento sem saber o seu destino e, hoje, o Open Sandy chegou onde está”.

A organização espera numa adesão em massa de atletas e fãs, “como tem vindo a acontecer nas edições anteriores”. São esperados de sessenta a oitenta atletas vindos das ilhas de São Vicente, Santo Antão, Sal, Santiago e Fogo. Os convites foram endereçados a atletas internacionais que, devido à sua agenda, não confirmaram mas são esperados na ilha.

Nesta edição, além das modalidades de open bodyboard e surf, bodyboard dropknee e bodyboard sub-18, espera-se poder realizar a vertente feminina de bodyboard e surf, “dependendo das condições do mar”. Como explica Roberto Lima, o bodyboard e surf feminino são recentes e, neste sentido, estão a ter cautela na organização da prova feminina.

O Prize Money deste ano ronda os 120 contos distribuídos pelas diferentes provas consoante o número de atletas em cada uma.

Além da vertente competição que é o foco do evento, vai haver actividades paralelas como voleibol, tak tak, técnicas de massagem. “Este ano preocupámo-nos com a preparação física dos atletas e vamos dar dicas para o melhor funcionamento motor dos atletas com técnicas de alongamento e exercícios antes de entrarem na água”.

Protocolo com a Direcção-geral do Desperto

Durante a apresentação da 10ª edição do Open Sandy foi assinado um protocolo entre a Skibosurf e a DGD com vista à continuidade da prova. Para o Delgado da DGD em São Vicente, César Lima, a assinatura do protocolo visa “incentivar a prática desportiva, sabendo que é um desporto náutico e a DGD está sempre aberta para ajudar no que for preciso desde que as pessoas assumam as suas responsabilidades”.

A ajuda consiste num montante financeiro que não foi revelado. Roberto Lima espera “que esta ajuda seja uma primícia para que outros parceiros possam vir a colaborar com a organização. Infelizmente, é só há 10 anos que as pessoas começaram a ver-nos com mais seriedade” e o desejo é que haja mais parcerias do tipo.

 

Internacionalizar o Open Sandy

A FIC surge em 2015 como uma parceira institucional do Open Sandy. Nesta edição cuidará da parte da logística mas, segundo o seu PCA, José Martins, querem uma parceria mais forte com a organização com o fim de trabalharem melhor neste evento. A FIC cuida da organização de feiras empresarias mas a nova administração quer “apostar forte em novos produtos e serviços”.

“O Open Sandy já tem dez anos. Mas em nome da FIC posso dizer que tudo farei para que este evento ganhe outra dimensão. Quando falo noutra dimensão significa que nós temos que internacionalizar este evento para trazer o máximo de pessoas de outras paragens”, como declara o PCA da FIC.

José Martins fala da sua experiência na organização do campeonato internacional de windsurf na ilha do Sal e os “dados estatísticos mostram que este tipo de evento traz muito turismo ao país e coloca Cabo Verde no mapa do turismo de desportos náuticos”.

Espera que mais pessoas possam envolver-se de forma a fazer com que a actividade seja maior e que a ilha e Cabo Verde possam ganhar.

 

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