São Vicente: Marcha silenciosa dos grevistas

21/08/2015 08:42 - Modificado em 21/08/2015 08:42
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greve2Em São Vicente, no segundo dia de greve dos funcionários das Alfândegas, das Contribuições e Impostos e das Receitas do Estado, os grevistas saíram pelas ruas do Mindelo numa marcha silenciosa como forma de luta pelas suas reivindicações.

Humberto Mota, delegado sindical dos trabalhadores das Alfândegas do Mindelo disse que a marcha foi uma forma de demonstrar à sociedade civil o descontentamento das Direcções-gerais das Alfândegas, das Contribuições e Impostos e das Receitas do Estado em relação às reivindicações apresentadas ao Ministério das Finanças e que até hoje não foram satisfeitas pelo executivo.

A ideia de saírem pelas principais artérias do Mindelo surgiu como forma de mostrar à sociedade mindelense que também é “parte integrante do processo” afirmando, por sua vez, que sabem que também estão a ser “prejudicados” pela greve e, por isso, saíram pelas ruas com o intuito de alertar e fazer uma chamada de atenção à sociedade para que seja solidária com esta causa, explica Humberto Lopes, para quem a luta tem fundamento de ser.

Durante a marcha, o público acompanhou os manifestantes com um misto de curiosidade e solidariedade, como explica Gerson Monteiro, que afirma que todos os trabalhadores devem reivindicar o que lhes é de direito.

Os trabalhadores da Direcção-geral das Alfândegas, das Contribuições e Impostos e das Receitas do Estado, garantem que caso não haja resposta até esta sexta-feira, último dia de greve, a luta irá continuar, utilizando outras formas de luta.

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