Delegado de Educação de São Vicente faz balanço positivo do ano lectivo 2014/2015

7/08/2015 07:20 - Modificado em 7/08/2015 07:20
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anildo monteiroO ano lectivo 2014/ 2015 foi um ano de “grandes desafios”. Apesar das dificuldades, em termos gerais, a Delegação Escolar de São Vicente faz uma apreciação positiva do ano que já findou. Para o novo ano lectivo 2015/2016, o sistema educativo conhecerá uma “verdadeira generalização da revisão curricular no Ensino Básico, ou seja, a Escolaridade Básica obrigatória de oito anos”.

Após o final de mais um ano lectivo, o momento é de reflexão sobre as actividades desenvolvidas durante o período. Não obstante os grandes desafios, Anildo Monteiro, Delegado Escolar de São Vicente diz ter obtido resultados positivos no ano lectivo findo.
O Delegado reconhece que foi um ano de “grandes desafios”, tendo em conta a generalização da revisão curricular no Ensino Básico relativamente ao primeiro e segundo anos e ainda no quinto ano, considerada a terceira reforma do sistema educativo após 1975.
Outros desafios apontados pelo Delegado são a introdução dos novos manuais e dos novos programas com novas metodologias de avaliação da aprendizagem. A substituição da avaliação por objectivos para uma avaliação por competência.
A revisão curricular no Ensino Secundário também foi mais um dos desafios do ano com a generalização da revisão curricular a nível do sétimo ano. Recorda-se que nos últimos anos tinha ocorrido de forma experimental e que no ano lectivo 14/15, se deu a generalização.
A taxa de aproveitamento no Ensino Básico rondou os 92 por cento, enquanto que no Ensino Secundário rondou os 64 por cento. Para Anildo Monteiro, esses resultados são satisfatórios.
Para o novo ano lectivo 2015/2016 que inicia já no próximo dia 14 de Setembro, o Delegado espera outros e novos desafios, uma escola mais integrada, acolhedora, mais cidadã e ainda desafios do próprio sistema educativo.
É de referir que o ano lectivo vai iniciar com a generalização da revisão curricular na Escolaridade Básica obrigatória de oito anos. Questionado sobre as exigências do novo sistema relativamente à capacidade das Escolas Básicas em responderem à demanda, Monteiro reconhece que é um grande desafio para o ensino e que estão a ser feitos esforços para uma melhor adaptação de forma a alcançar melhores resultados.
Para um maior sucesso na adaptação das novas metodologias, os professores tiveram de ser submetidos a acções de capacitação de modo a estarem capacitados para a nova abordagem que prevê novos programas, novos manuais, um novo plano curricular e uma nova abordagem dos conhecimentos que é a avaliação da aprendizagem por competência.
O Delegado entende que será um dos grandes desafios para a sociedade e para a comunidade educativa. O mesmo conclui que “a antiga abordagem dos conhecimentos e das avaliações não era a melhor”. Tendo em conta a antiga abordagem, Monteiro explica que no final da escolaridade, concluía-se que o aluno tinha conhecimentos mas faltava o saber fazer, existia a falta de competência prática.
Anildo Monteiro acredita que a nova abordagem veio exigir competência do aluno, ou seja, o saber fazer. “Um cidadão capaz de resolver os problemas quotidianos”.

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